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Title: Criação e avaliação do modelo digital de superfície de escoamento para elaboração das cartas de risco de inundação.
Authors: Fernandez, Paulo
Pereira, Luísa
Moreira, Madalena
Gonçalves, Gil
Keywords: LiDAR
Cartografia a escala grande
Ortoimagens CIR
Modelo Digital de Superfície de Escoamento
Cartas de risco de inundação
Issue Date: Oct-2015
Publisher: Ordem dos Engenheiros
Citation: Paulo Fernandez, Luisa Pereira, Madalena Moreira, Gil Gonçalves. Criação e avaliação do modelo digital de superfície de escoamento para elaboração das cartas de risco de inundação. VIII CNCG, Lisboa 28 e 29 de Outubro
Abstract: As cartas de risco de inundação são elaboradas com base na avaliação do risco de inundação, que depende do perigo de inundação. Para a avaliação do perigo de inundação é necessária a delimitação da área inundada, obtida através de modelação hidráulica que requer como dado de entrada fundamental o Modelo Digital de Superfície de Escoamento (MDSe). O objetivo deste trabalho é avaliar quatro MDSe comparando-os entre si visualmente e estatisticamente e comparando as extensões da inundação obtidas pela aplicação do modelo hidráulico LISFLOOD-FP usando o indicador F. Os quatro modelos estudados são produzidos com três conjuntos de dados, individualmente ou integrados. Os dados são obtidos de varrimento aéreo com laser, de cartografia a escala 1:2000 e de ortoimagens CIR (Colour Infra-Red). É feita a aplicação a uma área de 2,7 km2 nas margens do rio Febros, afluente do rio Douro, com 1841 edifícios e 4725 residentes e localizada no município de Vila Nova de Gaia, no norte de Portugal. Os resultados mostram, por um lado, que os quatro MDSe são visualmente e estatisticamente diferentes e, por outro, que o modelo LISFLOOD-FP conseguiu representar a extensão de inundação com maior rigor usando o MDSe que resulta da integração dos três conjuntos de dados (F= 0,71). Os resultados das simulações do modelo hidráulico mostram também que a integração de dados LiDAR e cartografia a escala grande na construção do MDSe possibilitou um bom ajustamento do modelo no cálculo da extensão de inundação (F= 0,68) e que o pior desempenho (F= 0,53) foi obtido com a utilização do MDSe produzido somente com os dados provenientes da cartografia.
URI: http://viiicncg.ordemengenheiros.pt/fotos/editor2/VIIICNCG/cncg2015_comunicao_72.pdf
http://hdl.handle.net/10174/17715
ISBN: 978-989-8152-10-7
Type: article
Appears in Collections:MED - Artigos em Livros de Actas/Proceedings

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