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Title: Avaliação da resistência e do efeito do parasitismo gastro-intestinal nas raças Merina Branca e Merina Preta no Alentejo, Portugal
Authors: Padre, L
Romão, R
Branco, S
Monteiro, MH
Bettencourt, E
Bettencourt, C
Tábuas, L
Dias, C
Carolino, N
Henriques, P
Matos, C
Keywords: ovino
merina
parasita
resistência
Issue Date: Sep-2018
Publisher: Congreso Ibérico Sobre Recursos Genéticos Animales-Congreso Internacional (26, 27 e 28 de Setembro de 2018, Múrcia, Espanha).
Citation: Avaliação da resistência e do efeito do parasitismo gastro-intestinal nas raças Merina Branca e Merina Preta no Alentejo, Portugal. Padre L, Romão R, Branco S, Monteiro MH, Bettencourt E, Bettencourt C, Tábuas L, Dias C, Carolino N, Henriques P, Matos C. XI Congreso Ibérico Sobre Recursos Genétocos Animales-Congreso Internacional (26, 27 e 28 de Setembro de 2018, Múrcia, Espanha).
Abstract: A infeção por estrongilídeos gastrointestinais tem-se revelado como um dos fatores com maior impacto económico na produção de ovinos. Esse impacto manifesta-se tanto de uma forma direta (tratamento, profilaxia, morte) como de forma indireta (atraso no crescimento, quebras na produção, maior suscetibilidade a outras doenças). O controlo parasitário com base no uso exclusivo de antihelmínticos não se tem revelado uma estratégia sustentável,resultando num incremento da resistência por parte das populações parasitárias. De modo a contrariar esta tendência, tem-se dado particular atenção à relação parasita/hospedeiro,sendo a identificação de animais que revelam menor suscetibilidade à infeção parasitária um dos principais objetivos. A raça tem-se revelado como um fator importante na resistência dos estrongilídeos gastrointestinais, particularmente em raças autóctones comparativamente a raças exóticas. Em 2013 na região do Alentejo, num estudo comparativo com a Raça Merina,observou-se a existência de diferenças significativas entre as raças Merina Branca (MB) e Merina Preta (MP), apresentando a MP menor suscetibilidade à infeção. No presente trabalho, foram comparados os dados de avaliação de 435 ovinos das raças Merina Branca (n=241) e Merina Preta (n=194) em 3 explorações do Alentejo, onde se realizaram 2 visitas com mínimo de 3 meses de intervalo. Foram avaliados a condição corporal (CC), o nível de eliminação (nº de ovos por grama de fazes - OPG), o microhematócrito (MH) e as proteínas séricas totais (PT). Verificou-se que os níveis de OPG foram significativamente influenciados (pela exploração p<.05), pelo período de colheita (p<.01) e pela CC (p<.01), apresentando a CC e o OPG uma associação negativa. Estes fatores e a raça influenciam também de forma significativa (p<.01) o MH, enquanto os valores de PT dependeram sobretudo do período de colheita (p<.01). Apesar dos ovinos de raça MP apresentarem valores médios de OPG mais elevados, o fator raça não se revelou determinante nos níveis de eliminação, mas exerce influência significativa (p<.01) nos valores obtidos para MH, com níveis mais elevados na MB.
URI: http://hdl.handle.net/10174/23526
Type: lecture
Appears in Collections:ICAAM - Comunicações - Em Congressos Científicos Internacionais

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