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Title: Formalismo Termodinâmico com Base nos Parâmetros Críticos (com aplicação ao estudo das capacidades térmicas e dos processos irreversíveis)
Authors: Reis, António Domingos Heitor da Silva
Keywords: Fenomenologia
Espaço termodinâmico
Axiomática
Issue Date: 1992
Publisher: Universidade de Évora
Abstract: "Sem resumo feito pelo autor"; INTRODUÇÃO - A nossa capacidade de interactuar como que nos é exterior permite-nos perceber as modificações que ocorrem nos objectos que connosco interactuam. A essas modificações chamamos fenómenos e a notícia que deles temos através de uma ou mais interacções mediáticas com os nossos orgãos dos sentidos designamo-la por observação. Diremos pois, com Kant, que fenómeno é “aquilo que percebemos do exterior em função do modo como o percebemos". Desde muito cedo nos apercebemos também, que os fenómenos ocorrem em sequências temporal e espacialmente distribuídas. Dado que não somos auto-suficientes, por razões de sobrevivência, lúdicas ou outras gostamos de aumentara probabilidade de alguns fenómenos ocorrerem e diminuir a probabilidade de outros também ocorrerem. Começamos então a fazer Ciência, isto é, definimos um conjunto de regras que uma vez estabelecidas certas condições iniciais, permitam prever, com probabilidade aceitável, as sequências temporais e espaciais dos fenómenos. A Ciência na sua primeira fase é uma empirologia isto é, consta de um conjunto de regras retiradas da prática e observação directa sem base quantitativa. Numa segunda fase em que seja possível quantificar, isto é, atribuir a cada acontecimento uma medida (espacial, temporal ou outra) em função de padrões préviamente estabelecidos e, com isso aumentar significativamente a nossa capacidade de determinação do que nos é exterior, entramos na fenomenologia. A fenomenologia fornece-nos um conjunto enorme de relações quantitativas mas não nos proporciona uma base para formulara sua inter-relação. A capacidade que temos de perceber o que é essencial e determinante na produção de sequências de acontecimentos leva-nos a expurgar o que é acessório e a formar no nosso entendimento uma imagem, uma abstracção - o conceito. Podemos agora produzir relações entre conceitos e, atendendo às propriedades destes, definir encadeamentos compatíveis, isto é, partindo de um conjunto inicial definir sequências (espaciais, temporais ou outras) compatíveis de conceitos. Este jogo tornar-se-á imediatamente útil se descobrirmos que, uma vez definida uma relação biunivoca de cada um deles com uma medida sobre o mundo exterior, os encadeamentos compatíveis dos nossos conceitos apresentam igualmente relações biunivocas com as sequências temporais e espaciais (ou outras) dos acontecimentos. A nossa capacidade de subtrair o mundo exterior ao jogo livre do acaso e de lhe introduzir o nosso arbítrio aumenta enormemente. É a fase da Ciência Aziomática. A Axiomática e a Fenomenologia coexistem em graus diferentes em todos os ramos da Ciência actual influenciando-se mútuamente. É, no entanto, evidente que as Ciências que conseguiram desenvolver em maior grau as suas Axiomáticas são as que proporcionam ao Homem maiores meios para introduzir o seu arbítrio na Natureza.
URI: http://hdl.handle.net/10174/11003
Type: doctoralThesis
Appears in Collections:CGE - Formação Avançada - Teses de Doutoramento
BIB - Formação Avançada - Teses de Doutoramento

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