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    <title>DSpace Community:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/45</link>
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    <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 09:15:54 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-04T09:15:54Z</dc:date>
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      <title>TESTE TORES: UMA PROPOSTA DE TESTE DE AVALIAÇÃO DA COMPREENSÃO ORAL E ESCRITA PARA O PORTUGUÊS EUROPEU EM MEIO ESCOLAR</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41417</link>
      <description>Title: TESTE TORES: UMA PROPOSTA DE TESTE DE AVALIAÇÃO DA COMPREENSÃO ORAL E ESCRITA PARA O PORTUGUÊS EUROPEU EM MEIO ESCOLAR
Authors: Marçalo, Maria João; Martins da Silva, João; Ramalho, Margarida
Editors: Vicente, Renata; Defendi, Cristina; Lima-Hernandes, M. Célia; Santos, Mônica
Abstract: A presente proposta surge da necessidade de identificar instrumentos desenvolvidos especificamente&#xD;
para o português europeu (PE) que visem avaliar a compreensão da linguagem oral e a&#xD;
compreensão da linguagem escrita, por existir uma influência bidirecional entre oralidade e&#xD;
escrita (Baptista et al., 2011) quer em crianças com Desenvolvimento Típico ou Atípico (Adlof &amp;&#xD;
Hogan, 2018; Soares et al., 2022). A escassez de instrumentos nesta área tem impacto quer na&#xD;
identificação de dificuldades, com um evidente aumento recente, quer na planificação de uma&#xD;
intervenção que vá ao encontro das reais necessidades das crianças e jovens. Tanto quanto se&#xD;
sabe, não existe nenhum instrumento de avaliação da linguagem validado para o PE, que avalie&#xD;
simultaneamente, em diferentes faixas etárias, compreensão oral e escrita (Alves et al., 2023).&#xD;
Assim, o presente estudo tem como principal objetivo analisar os testes existentes para avaliar a&#xD;
compreensão da linguagem oral e da linguagem escrita e desenvolver e validar um instrumento&#xD;
controlado linguisticamente que avalie a compreensão da linguagem oral e escrita, de crianças e&#xD;
jovens, matriculados no 3.º e 4.º anos do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), com complexificação&#xD;
e abrangência para o 5.º, 6.º e 7.º anos do 2.º e do 3.º CEB, em território nacional. Será um tipo&#xD;
de estudo desenvolvimental e psicométrico com uma amostra representativa do tipo&#xD;
probabilística aleatória simples. Da análise do instrumento validado será possível estabelecer&#xD;
uma linha de base e direcionar a intervenção para as estruturas necessitadas.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41417</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Pimentel-Souza, Margarida Maria &amp; Maria João Marçalo. 2025. Ser surdo bilingue: os desafios e saberes de uso e construção de um suporte terminológico colaborativo na Rede surdos. In: Alcina Sousa, Alexandra Nunes, Ana Alexandra Silva &amp; Maria João Marçalo (eds.), Atas do IX Simpósio Mundial de Estudos em Língua Portuguesa – SIMELP &amp; VI Congresso da Associação Internacional de Linguística do Português – AILP, 2344-2358. Funchal: Universidade da Madeira. ISBN 978-65-  272-1875-3. https://static.even3.com/anais/AtasIXSIMELP- VIcongressodaAILP.6dd0976590da4b748e17.pdf.</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41409</link>
      <description>Title: Pimentel-Souza, Margarida Maria &amp; Maria João Marçalo. 2025. Ser surdo bilingue: os desafios e saberes de uso e construção de um suporte terminológico colaborativo na Rede surdos. In: Alcina Sousa, Alexandra Nunes, Ana Alexandra Silva &amp; Maria João Marçalo (eds.), Atas do IX Simpósio Mundial de Estudos em Língua Portuguesa – SIMELP &amp; VI Congresso da Associação Internacional de Linguística do Português – AILP, 2344-2358. Funchal: Universidade da Madeira. ISBN 978-65-  272-1875-3. https://static.even3.com/anais/AtasIXSIMELP- VIcongressodaAILP.6dd0976590da4b748e17.pdf.
Authors: Marçalo, Maria João; Pimentel-Souza, Margarida
Abstract: Pimentel-Souza, Margarida Maria &amp; Maria João Marçalo. 2025. Ser surdo bilingue: os desafios e saberes&#xD;
de uso e construção de um suporte terminológico colaborativo na Rede surdos. In: Alcina Sousa,&#xD;
Alexandra Nunes, Ana Alexandra Silva &amp; Maria João Marçalo (eds.), Atas do IX Simpósio Mundial&#xD;
de Estudos em Língua Portuguesa – SIMELP &amp; VI Congresso da Associação Internacional de&#xD;
Linguística do Português – AILP, 2344-2358. Funchal: Universidade da Madeira. ISBN 978-65-&#xD;
&#xD;
272-1875-3. https://static.even3.com/anais/AtasIXSIMELP-&#xD;
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      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O Monangamba na poesia da Geração da Mensagem</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40434</link>
      <description>Title: O Monangamba na poesia da Geração da Mensagem
Authors: Seca, Hermenegildo Jorge Chaves; Gomes, Fernando
Editors: Sousa, Alcina; Nunes, Alexandra; Silva, Ana Alexandra; Marçalo, Maria João
Abstract: As Artes, mormente as obras literárias, são o espelho da história de uma determinada sociedade. Nelas, os autores podem retratar os diversos episódios e fenómenos históricos sob diversas perspetivas e situações. Tal é o caso do Monangamba (isto é, o Contratado), sobre o qual se escreveu muito no decurso do século XX, tanto em ficção narrativa (como A Trilogia de Camaxilo – A Chaga, Terra Morta e Viragem –, de Castro Soromenho) quanto em poesia versificada, que constitui o corpus da nossa investigação. Neste artigo, pretendemos apresentar uma breve resenha histórica do surgimento do Monangamba na então colónia portuguesa de Angola, tendo como base os decretos publicados para a legislação desse tipo de trabalho, desde o século XIX até à segunda metade do século XX. São exemplo disso (1) a Lei do Trabalho, vinda a público em 1878, que apresentava os procedimentos para o contrato dos serviços dos trabalhadores indígenas; (2) a Lei do Trabalho Corretivo, publicada em 1899, que legislava o trabalho forçado por castigo; e (3) o Código de Trabalho, promulgado em 1911, que, entre outros, proibiu o recrutamento de mão-de-obra para empresas particulares. Em seguida, procedemos ao comentário de dez poemas pertencentes a um trio de escritores angolanos da denominada Geração da Mensagem (da segunda metade do século passado) – Agostinho Neto (4 textos: Velho Negro, Partida para o Contrato, Adeus à Hora da Largada e Quitandeira), António Jacinto (5 textos: Canção do Entardecer, Carta dum Contratado, Monangamba, Castigo p'ro Comboio Malandro e Poema da Alienação) e Mário Pinto de Andrade (1 texto: Muimbu ia Sabalu) – que fazem referência ao modo de vida do Monangamba nos aspetos psico-emocional, socioeconómico, cultural, entre outros.</description>
      <pubDate>Thu, 04 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40434</guid>
      <dc:date>2025-12-04T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estética da espera na ficção angolana contemporânea: uma introdução.</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40432</link>
      <description>Title: Estética da espera na ficção angolana contemporânea: uma introdução.
Authors: Martinho, Joaquim; Gomes, Fernando
Editors: Sousa, Alcina; Nunes, Alexandra; Silva, Ana Alexandra; Marçalo, Maria João
Abstract: Este estudo propõe a leitura de remissivas textuais de três narrativas da ficção angolana, a saber: -Noites de Vigília (2012), de Boaventura Cardoso, A Acácia e os Pássaros (2016), de Manuel Rui e A Sociedade dos Sonhadores Involuntários (2017), de José Eduardo Agualusa. Ancorado numa prática comparatista (Carvalhal, 2003) e nas epistemologias pós-coloniais Bhabha, (1994), Spivak, (1993) e Said (1979), pretendemos demonstrar que as matérias sociais recriadas pelas narrativas em estudo refratam um imaginário cujas práticas nos remetem à reprodução e reformatação de práxis neocoloniais referidas por Memmi (1957), motivos que nos permitem denominar esses constructos ficcionais de “estética de espera”.</description>
      <pubDate>Thu, 04 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40432</guid>
      <dc:date>2025-12-04T00:00:00Z</dc:date>
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