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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/1768</link>
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    <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 08:33:35 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-30T08:33:35Z</dc:date>
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      <title>“Experiências d’“Áfricas”: coleções de peças africanas de três artistas portugueses</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41447</link>
      <description>Title: “Experiências d’“Áfricas”: coleções de peças africanas de três artistas portugueses
Authors: Croce Rivera, Jorge Alberto; Rivera, Jorge Croce; Croce Rivera, Jorge Alberto Santos
Editors: Pereira, Elisabete
Abstract: Antiga potência colonial, são frequentes em Portugal coleções privadas de peças oriundas das suas possessoesem África. Reunidas, em geral, por membros da administração colonial, militares, comerciantes, simples colonos ouviajantes, hoje guardadas pelos seus herdeiros, elas encontram-se também em outros grupos: intelectuais, especialistas,contemporâneos de diferentes orientações estéticas - Cruzeiro Seixas, Eduardo Nery e José de Guimarăes -, atentando-se&#xD;
empresários, galeristas ou artistas, entre outros. Neste estudo são consideradas as coleções de"arte africana" de três artistas&#xD;
às suas vivências e representações de "Africa", aos modos de constituição das coleções e ao influxo das peças no percurso&#xD;
pessoal e na obra de cada um desses artistas.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41447</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>“Experiências d’“Áfricas”: coleções de peças africanas de três artistas portugueses”</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41234</link>
      <description>Title: “Experiências d’“Áfricas”: coleções de peças africanas de três artistas portugueses”
Authors: Rivera, Jorge Croce; Croce Rivera, Jorge; Alberto Rivera, Jorge
Editors: Pereira, Elisabete
Abstract: Antiga potência colonial, são frequentes em Portugal coleções privadas de peças oriundas das suas possessoesem África. Reunidas, em geral, por membros da administração colonial, militares, comerciantes, simples colonos ouviajantes, hoje guardadas pelos seus herdeiros, elas encontram-se também em outros grupos: intelectuais, especialistas,contemporâneos de diferentes orientações estéticas - Cruzeiro Seixas, Eduardo Nery e José de Guimarăes -, atentando-se&#xD;
empresários, galeristas ou artistas, entre outros. Neste estudo são consideradas as coleções de"arte africana" de três artistas&#xD;
às suas vivências e representações de "Africa", aos modos de constituição das coleções e ao influxo das peças no percurso&#xD;
pessoal e na obra de cada um desses artistas.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41234</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Heidegger e os vindouros. Sobre o ensinar e o aprender</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40594</link>
      <description>Title: Heidegger e os vindouros. Sobre o ensinar e o aprender
Authors: Borges-Duarte, Irene
Abstract: Para Heidegger o ofício de ensinar só se manifesta, na sua verdade, como o gesto de «ensinar a aprender». Esse gesto, nas Lições de 1928, é o do líder ou guia, que introduz os menos experientes no modo de fazer fenomenológico. No Seminário de 1941/42 e nas Lições de 1951/52, usa o símil do maestro/director (Leiter) de uma orquestra – tocando em concerto, como a mais pura forma musical de pensamento – e o do artesão (Handwerker), que molda o novo na oficina, forjando a auto-manifestação de cada estudante. Mas como aparece essa manifestação nos textos esotéricos, que, à maneira do Platão não escrito, não foram pensados propriamente para ser tornados públicos, mas guardados na gaveta até que os “poucos e raros” pudessem estar (mais) preparados para acolher o que virá, nos tempos do deus derradeiro? O presente intento aceita, como um desafio, buscar essa abertura aos tempos vindouros, nas páginas sigilosamente guardadas pelo pensador, nos Cadernos Negros, em que se configura a sua conversa consigo mesmo.    For Heidegger, the craft of teaching manifests itself, in its truth, only as the gesture of “teaching to learn”. This gesture, in the 1928 Lectures, is that of the leader or guide, who introduces the less experienced to the phenomenological way of doing. In the 1941/42 Seminar and the 1951/52 Lectures, he uses the simile of the conductor (Leiter) of an orchestra – playing in concert, as the purest musical form of thought – and that of the craftsman (Handwerker), who shapes the new in the workshop, forging the self-manifestation of each student. But how does this manifestation appear in esoteric texts, which, like Plato's unwritten works, were not intended to be made public, but kept in a drawer until the “few and rare” could be (more) prepared to welcome what is to come, in the times of the ultimate god? The present essay accepts, as a challenge, to seek this opening to the times to come, in the pages secretly kept by the thinker, in the Black Notebooks, in which his conversation with himself is configured.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40594</guid>
      <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Antrópico e transumano? O Paradoxo do Antropoceno.</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40593</link>
      <description>Title: Antrópico e transumano? O Paradoxo do Antropoceno.
Authors: BORGES-DUARTE, Irene
Abstract: Partindo do lema da Tyrell Corporation, “more human than human”, como expressão de um projecto de mundo inerente à civilização tecnológica, a que pertencemos inequivocamente, procurarei mostrar que nas designações várias – científicas e culturais – do que corresponde à Idade do Homem, proposta pelos geólogos, reside um insuperado paradoxo. Não é, na verdade, o homo humanus que a configura, mas o mero correlato antrópico do universo observável. Esta referência, que procede da astrofísica, consiste numa “inteligência”, concebida como eminentemente neutra, alheia ao mundo da vida e carente de empatia, e, por isso, destinada a não ser nunca propriamente humana, mas sim à maneira do que hoje chamamos AI.   Starting from the Tyrell Corporation's motto, "more human than human", as an expression of a world project inherent to technological civilisation, to which we unequivocally belong, my aim is to show that in the various designations - scientific and cultural - of what corresponds to the Age of Man, proposed by geologists, lies an unsurpassed paradox. It's not actually the homo humanus that shapes it, but the mere anthropic correlate of the observable universe. This reference, which comes from astrophysics, consists of an "intelligence", conceived as eminently neutral, alien to the world of life and lacking empathy, and, therefore, destined never to be properly human, but in the manner of what is now called AI.</description>
      <pubDate>Sun, 31 Aug 2025 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40593</guid>
      <dc:date>2025-08-31T23:00:00Z</dc:date>
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