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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/14430</link>
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    <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 23:00:04 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-03T23:00:04Z</dc:date>
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      <title>ESTUDO GEOLÓGICO DE CARACTERIZAÇÃO DE TERROIR DAS VINHAS DA HERDADE DOS GROUS ANÁLISE MINERALÓGICA DOS PERFIS DE SOLOS</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41385</link>
      <description>Title: ESTUDO GEOLÓGICO DE CARACTERIZAÇÃO DE TERROIR DAS VINHAS DA HERDADE DOS GROUS ANÁLISE MINERALÓGICA DOS PERFIS DE SOLOS
Authors: Roseiro, J.; Fonseca, R.; Pinho, C.; Albardeiro, P.; Silva, R.
Abstract: Este é o segundo relatório referente à geologia da Herdade dos Grous, realizado pelo Laboratório Ambiterra, referente às amostras coletadas nos 7 perfis de solos no dia 25 de Setembro de 2025. Foi feita uma descrição sucinta dos elementos sedimentares de cada perfil, separado em duas frações: fração grosseira superior a 2mm, e uma fração arenosa com dimensão entre 2 e 0,0063 mm. Imagens representativas das várias amostras e frações são também apresentadas em formato de atlas. A mineralogia é no geral monótona e dominada por quartzo hialino ou leitoso (em cristais sub-rolados e angulosos) e fragmentos de xisto luzente, ou menos comum xistos ‘borras de vinho’, em proporções diferentes. As amostras são mal triadas, com grande variação granulométrica.&#xD;
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O conhecimento das rochas in situ e do solo correspondente é fundamental para compreender o terroir da região, uma vez que permite controlar as condições físicas e químicas que influenciam diretamente o crescimento das videiras. As características mineralógicas das rochas determinam a composição mineral e textural dos solos, condicionando a drenagem e a disponibilidade de nutrientes, entre outros fatores. Estas características condicionam o equilíbrio hídrico e o vigor da planta, refletindo-se na maturação das uvas e na concentração das componentes ao nível molecular. Assim, é plausível afirmar que a geologia regional é uma parte integrante das assinaturas dos vinhos, expressando o carácter do território.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41385</guid>
      <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estudo Geológico de Caracterização de Terroir das Vinhas da Herdade dos Grous. Análise Mineralógica dos Perfis de Solos</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41379</link>
      <description>Title: Estudo Geológico de Caracterização de Terroir das Vinhas da Herdade dos Grous. Análise Mineralógica dos Perfis de Solos
Authors: Roseiro, J.; Fonseca, R.; Pinho, C.; Albardeiro, P.; Silva, R.
Abstract: Este é o segundo relatório referente à geologia da Herdade dos Grous, realizado pelo Laboratório Ambiterra, referente às amostras coletadas nos 7 perfis de solos no dia 25 de Setembro de 2025. Foi feita uma descrição sucinta dos elementos sedimentares de cada perfil, separado em duas frações: fração grosseira superior a 2mm, e uma fração arenosa com dimensão entre 2 e 0,0063 mm. Imagens representativas das várias amostras e frações são também apresentadas em formato de atlas. A mineralogia é no geral monótona e dominada por quartzo hialino ou leitoso (em cristais sub-rolados e angulosos) e fragmentos de xisto luzente, ou menos comum xistos ‘borras de vinho’, em proporções diferentes. As amostras são mal triadas, com grande variação granulométrica.&#xD;
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O conhecimento das rochas in situ e do solo correspondente é fundamental para compreender o terroir da região, uma vez que permite controlar as condições físicas e químicas que influenciam diretamente o crescimento das videiras. As características mineralógicas das rochas determinam a composição mineral e textural dos solos, condicionando a drenagem e a disponibilidade de nutrientes, entre outros fatores. Estas características condicionam o equilíbrio hídrico e o vigor da planta, refletindo-se na maturação das uvas e na concentração das componentes ao nível molecular. Assim, é plausível afirmar que a geologia regional é uma parte integrante das assinaturas dos vinhos, expressando o carácter do território.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41379</guid>
      <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estudo Geológico de Caracterização de Terroir das Vinhas da Herdade dos Grous</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41357</link>
      <description>Title: Estudo Geológico de Caracterização de Terroir das Vinhas da Herdade dos Grous
Authors: Roseiro, J.; Fonseca, R.; Pinho, C.; Albardeiro, P.; Silva, R.
Abstract: Este relatório apresenta a caracterização sumária das amostras de rochas coletadas nos 7 perfis de solos da Herdade dos Grous no dia 25 de setembro de 2025, contextualizadas no enquadramento geológico regional. Há três grupos principais de solos que englobam amostras de rochas das unidades geológicas subjacentes: (i) solos dos perfis 1, 2 e 5 que contém maioritariamente xistos (incluindo ‘xistos borra de vinho’) e amostras monominerálicas de quartzo leitoso; (ii) solos dos perfis 3 e 4 que contém rochas sedimentares arenosas e conglomeráticas semi- consolidadas, amostras monominerálicas de quartzo leitoso e raras rochas (meta)vulcânicas félsicas; (iii) solos dos perfis 5 e 6 que contém rochas meta)vulcânicas félsicas e algumas amostras monominerálicas de quartzo leitoso.&#xD;
O conhecimento das rochas in situ e do solo correspondente é fundamental para compreender o terroir da região, uma vez que permite controlar as condições físicas e químicas que influenciam diretamente o crescimento das videiras. As características mineralógicas das rochas determinam a composição mineral e textural dos solos, condicionando a drenagem e a disponibilidade de nutrientes, entre outros fatores. Estas características condicionam o equilíbrio hídrico e o vigor da planta, refletindo-se na maturação das uvas e na concentração das componentes ao nível molecular. Assim, é plausível afirmar que a geologia regional é uma parte integrante das assinaturas dos vinhos, expressando o carácter do território.</description>
      <pubDate>Tue, 30 Sep 2025 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41357</guid>
      <dc:date>2025-09-30T23:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estudo para avaliação das opções técnicas de valorização do solo contaminado escavado - Protocolo nº82-APA</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41353</link>
      <description>Title: Estudo para avaliação das opções técnicas de valorização do solo contaminado escavado - Protocolo nº82-APA
Authors: Araújo, J.; Silva, R.; Fonseca, R.
Abstract: Este estudo teve como objetivo principal realizar uma avaliação crítica das opções técnicas e&#xD;
do enquadramento jurídico europeu aplicável à valorização de solos escavados&#xD;
contaminados, após processos de remediação. Com base num exercício de benchmarking&#xD;
em dez países de referência da União Europeia com práticas mais consolidadas, foram&#xD;
identificadas as tipologias de solos contaminados, tanto escavados como não escavados, as&#xD;
origens mais comuns da contaminação, as tecnologias de remediação mais utilizadas para&#xD;
viabilizar a sua reutilização, os destinos finais atribuídos aos solos após tratamento e os&#xD;
principais instrumentos legais europeus que regulam a sua valorização.&#xD;
No contexto dos solos escavados contaminados, a ausência de dados harmonizados e&#xD;
de sistemas padronizados de monitorização entre os Estados-Membros dificulta a estimativa&#xD;
precisa das quantidades envolvidas, comprometendo a avaliação de riscos e a definição de&#xD;
estratégias eficazes. Além disso, a inexistência de uma legislação europeia específica e&#xD;
vinculativa para o tratamento destes solos impede uma valorização consistente, levando cada&#xD;
país a aplicar normas próprias, com base em diretivas gerais adaptadas às suas realidades.&#xD;
Constatou-se que Portugal se encontra significativamente atrasado face aos países&#xD;
analisados, tanto ao nível da experiência técnica como da capacidade instalada. Faltam&#xD;
legislação específica e unidades de tratamento adequadas — fixas ou móveis — para&#xD;
responder aos desafios da descontaminação, sobretudo no âmbito de obras de construção&#xD;
civil. Face a este panorama e à necessidade de desenvolver uma estratégia nacional eficiente&#xD;
e adaptada, torna-se essencial recorrer a modelos já testados e bem-sucedidos no contexto&#xD;
europeu. Entre os exemplos mais robustos, destaca-se o modelo dos países nórdicos, como a&#xD;
Suécia e a Finlândia, que combinam estações móveis e modulares — adequadas ao&#xD;
tratamento in situ ou ex situ on-site (evitando o transporte de poluentes e o eventual aumento&#xD;
da sua mobilidade) — com centros off-site bem distribuídos geograficamente, com instalações&#xD;
especializadas em contaminantes particularmente persistentes. Esta abordagem híbrida,&#xD;
equipada com múltiplas tecnologias — adaptadas a solos contaminados por metais ou por&#xD;
compostos orgânicos voláteis, semi-voláteis ou persistentes — permite reduzir custos&#xD;
operacionais, aumentar a eficiência dos tratamentos e minimizar o risco de dispersão de&#xD;
poluentes, promovendo simultaneamente a sustentabilidade ambiental e a economia circular.&#xD;
Adicionalmente, sublinha-se a importância de sistemas de rastreabilidade digital que&#xD;
assegurem o controlo rigoroso dos solos ao longo de todo o processo de escavação,&#xD;
transporte, tratamento e reutilização. A reutilização segura dos solos remediados deve estar&#xD;
condicionada a uma verificação rigorosa da sua qualidade, com base em valores de referência&#xD;
adaptados ao uso final previsto. Solos que não cumpram os critérios estabelecidos devem ser&#xD;
obrigatoriamente encaminhados para aterros licenciados, garantindo a proteção ambiental e&#xD;
da saúde pública.&#xD;
A implementação desta estratégia em Portugal requer um quadro legal robusto,&#xD;
práticas exigentes de caracterização e monitorização dos solos e uma aposta clara na inovação&#xD;
III&#xD;
tecnológica. Esta abordagem permitirá, não só reduzir a extração de solos naturais como,&#xD;
também, promover a economia circular e a conservação dos recursos naturais, alinhando-se&#xD;
à Estratégia da UE para os Solos até 2030 (EU Soil Strategy for 2030).</description>
      <pubDate>Mon, 31 Mar 2025 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41353</guid>
      <dc:date>2025-03-31T23:00:00Z</dc:date>
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