<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Community:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/11</link>
    <description />
    <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 18:32:32 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-03T18:32:32Z</dc:date>
    <item>
      <title>Impact of a High-PAR-Transmittance Plastic Cover on Photosynthetic Activity and Production of Cucumber (Cucumis sativus L.) Crops in aMediterranean Solar Greenhouse</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41400</link>
      <description>Title: Impact of a High-PAR-Transmittance Plastic Cover on Photosynthetic Activity and Production of Cucumber (Cucumis sativus L.) Crops in aMediterranean Solar Greenhouse
Authors: Moreno-Teruel, M.A.; Molina-Aiz, F.D.; López-Martínez, A.; Valera-Martínez, D.L.; Peña-Fernández, A.; Baptista, F.J.
Abstract: The optical properties of greenhouse cover materials play a critical role in controlling&#xD;
the internal light environment, directly affecting photosynthetic performance and crop&#xD;
productivity. This study evaluates the impact of a high photosynthetically active radiation&#xD;
(PAR) transmittance and high-light-diffusivity polyethylene film on the microclimate, photosynthetic activity, yield, and disease incidence of cucumber (Cucumis sativus L.) crops grown in a Mediterranean passive solar greenhouse. Trials were conducted over two consecutive autumn–winter seasons using a multi-span greenhouse divided into two sectors: one covered with an experimental high-transmittance film and the other with a standard commercial plastic. The experimental cover increased PAR transmission by 8.7% and 11.6% at canopy level in the first and second seasons, respectively, leading to improvements in leaf-level net photosynthesis of 9.3% and 17.9%. These effects contributed to yield increases of 5.0% and 17.3% in the respective seasons. The internal air temperature rose by up to 1.3 ◦C without exceeding critical thresholds, and no significant differences were observed in plant morphology or fruit quality between treatments. Additionally, the&#xD;
experimental film reduced the incidence of major fungal diseases, particularly under higher disease pressure conditions. The use of high-PAR-transmittance films enhances radiation use efficiency and crop performance in resource-limited environments without increasing&#xD;
energy inputs. This approach offers a sustainable, low-cost strategy to improve yield and disease resilience in protected cropping systems under passive climate control.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41400</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Avaliação de diferentes alternativas de poda   num pomar em sebe de amendoeira da variedade Soleta</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/39935</link>
      <description>Title: Avaliação de diferentes alternativas de poda   num pomar em sebe de amendoeira da variedade Soleta
Authors: Dias, António Bento; Donno, Patrick; Reis, José; Rebola, Jorge; Falcão, José; Pinheiro, Anacleto
Abstract: O sucesso do olival em sebe terá contribuído para que alguns agricultores investissem no amendoal em sebe. A pouca informação  disponível  sobre  este  sistema  de  condução  em  amendoal,  levou  os  autores  a  instalarem  um  ensaio  para  avaliarem  diferentes  alternativas  de  poda.  O  ensaio  foi  instalado  num  pomar  de  amendoeira  da  variedade  Soleta  plantado em setembro de 2014 na Herdade da Torre das Figueiras, Monforte, Portalegre (39º 04’ N, 07º 29’W). Definiram-se os seguintes tratamentos: T0 (poda agricultor) – poda de verão + poda pós-colheita+ poda de inverno. Poda de verão com corte horizontal da copa e corte lateral em cada uma das faces, em 2018 e 2019. Poda mecânica pós-colheita com corte horizontal e cortes laterais em 2017. Poda de inverno com poda manual em 2018 e poda mecânica (corte horizontal da copa) seguida de complemento manual em 2017; T1- sem intervenções de poda em 2017 e poda manual inverno em 2018 e 2019; T2 – poda pós-colheita em 2017, 2018 e 2019; T3 – poda mecânica com corte horizontal e cortes laterais da copa no verão de 2018 e 2019 e em pós-colheita em 2017.Em 2018, foi realizada poda manual de inverno nos tratamentos podados mecanicamente. Em 2017, 2018 e 2019 monitorizou-se o tempo gasto nas operações de poda e colheu-se a amêndoa de cada linha, registando a massa de amêndoa e o tempo de trabalho. Verificaram-se diferenças significativas na produção de miolo entre os anos (2017-2019). Em 2018 verificaram-se diferenças significativas entre os tratamentos com o T0 a registar uma produção significativamente inferior às obtidas no tratamento T2. No entanto, na média dos 3 anos de produção, não se verificaram diferenças significativas entre os tratamentos.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/39935</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Avaliação de soluções de poda para adequação da copa à máquina de colheita num pomar de amendoeira conduzido em sebe</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/39933</link>
      <description>Title: Avaliação de soluções de poda para adequação da copa à máquina de colheita num pomar de amendoeira conduzido em sebe
Authors: Dias, António Bento; Dias, Ivo; Donno, Patrick; Reis, José; Rebola, Jorge; Falcão, José; Pinheiro, Anacleto
Abstract: A grande difusão do sistema de condução em sebe no olival tem levado as empresas promotoras deste sistema a investir na sua implementação noutras culturas, como o amendoal e os citrinos. Para implementar um novo sistema de produção é conveniente proceder previamente a ensaios de adequação às condições edafo-climáticas da região.&#xD;
A instalação de um pomar de amendoeiras conduzido em sebe, levou os autores a estabelecerem um ensaio para avaliação de diferentes alternativas de poda. &#xD;
O ensaio foi instalado num pomar de amendoeira da variedade Soleta plantado em setembro de 2014 na Herdade da Torre das Figueiras, Monforte, Portalegre (39º 04’ N, 07º 29’W), com os seguintes tratamentos: T0 (poda agricultor) – poda de verão + poda pós-colheita + poda de inverno. Neste tratamento a poda de verão incluiu corte com máquina de discos na horizontal na parte superior da copa e na vertical  em cada uma das faces laterais, em 2018, 2019 e 2020, tendo sido realizado complemento manual em 2019; a poda pós-colheita incluiu corte com máquina de discos na horizontal (parte superior) e na vertical (faces laterais) em 2017 e poda manual em 2020; a poda de inverno incluiu poda manual em 2018 e poda mecânica (corte horizontal na parte superior da copa) seguida de complemento manual em 2017; T1- sem intervenções de poda em 2017 e poda manual inverno em 2018, 2019 e 2020; T2 – poda pós-colheita com máquina de discos na horizontal (parte superior) e na vertical  (faces laterais) em 2017, 2018, 2019 e 2020; T3 – poda mecânica com corte horizontal (parte superior da copa) e cortes verticais (faces laterais) no verão de 2018, 2019 e 2020 e em pós-colheita em 2017. Em 2018 e 2020, foi realizada poda manual de inverno no T2 e no T3. &#xD;
Para avaliar a eficiência dos tratamentos monitorizou-se a dimensão das árvores à poda e antes da colheita e avaliou-se a produção de amêndoa de cada linha, registando a massa de amêndoa colhida pela máquina automotriz e as perdas de amêndoa para o solo (2017 a 2020).&#xD;
Registaram-se diferenças significativas na massa de miolo colhido por árvore entre os anos (2017-2020). Em 2018 o miolo colhido por árvore no tratamento T2 foi significativamente superior ao dos tratamentos T0 e T3. No entanto a percentagem de perdas de miolo para o solo foi mais elevada no tratamento T1, diferindo significativamente dos restantes tratamentos, quer em 2018 quer em 2019. &#xD;
Em 2020 não se verificaram diferenças significativas no miolo colhido por árvore entre os tratamentos, embora o tratamento T3 tenha registado uma percentagem de perdas para o solo significativamente superior.&#xD;
	O tratamento T2 com mais produção colhida e menos perdas para o solo é a melhor solução.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/39933</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Contribuição para valorização agrícola de excedentes em olivicultura – Estimativa de  custo de uma pilha de compostagem</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/39921</link>
      <description>Title: Contribuição para valorização agrícola de excedentes em olivicultura – Estimativa de  custo de uma pilha de compostagem
Authors: Dias, A.Bento; Sempiterno, C.; Fernandes, R.; Guerreiro, J.; Dias, I.L.; Nunes, J.R.; Cruz, V.
Abstract: Os excedentes que o setor olivícola origina anualmente são alvo de tratamento &#xD;
diferenciado. O bagaço húmido produzido nos lagares de duas fases é enviado para unidades &#xD;
que procedem à sua secagem e extração do óleo residual. Os restos de poda são fragmentados &#xD;
e deixados na superfície do solo do olival enquanto que as folhas provenientes da limpeza da &#xD;
azeitona nos lagares têm utilização limitada. Apesar da compostagem ser uma técnica &#xD;
sobejamente divulgada como uma das alternativas a utilizar pelos olivicultores para &#xD;
implementarem práticas de economia circular, a sua utilização não está generalizada. Tal dever&#xD;
se-á a diversos fatores, entre os quais o tempo necessário para a obtenção do composto bem &#xD;
como a noção de que são necessários meios materiais específicos, nomeadamente máquinas &#xD;
para reviramento das pilhas, que requerem investimentos avultados. No âmbito do projeto PRR &#xD;
INOVCIRCOLIVE foi construída na Herdade da Torre das Figueiras-Monforte, uma pilha de &#xD;
compostagem com folhas e ramos provenientes da limpeza da azeitona, estrume de bovino e &#xD;
bagaço húmido descaroçado proveniente de um lagar de duas fases. Procedeu-se à &#xD;
caracterização prévia dos materiais, tendo a pilha ficado com um volume de cerca de 67m3 (30m &#xD;
x 3m x 1,5m). O método de compostagem utilizado foi o de pilha a céu aberto com volteio, &#xD;
sofrendo reviramento quinzenal, rega e fresagem sempre que necessário, tendo estas &#xD;
intervenções sido realizadas com equipamento de uso geral da exploração. Registaram-se os &#xD;
tempos de trabalho de cada uma das intervenções bem como o volume de água gasto na rega. &#xD;
Os encargos associados ao uso dos equipamentos para as diferentes operações foram &#xD;
determinados, a fim de calcular o custo de produção do composto.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/39921</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

