<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/635">
    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/635</link>
    <description />
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10174/41444" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10174/41232" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10174/41207" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10174/40781" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-04-03T14:14:08Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41444">
    <title>Calado, B. &amp; Leal da Costa, C. (2024). Tornar-se professor e investigador na formação inicial: um processo de construção de identidade e valorização profissional. In: H. S. Antunes &amp; R. Cavalheiro (Orgs), GEPFICA. 20 anos de memórias formativas docentes no Centro de Educação da UFSM (pp. 55-70). Curitiba: Appris Editora. ISBN 978-65-250-5848-1</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41444</link>
    <description>Title: Calado, B. &amp; Leal da Costa, C. (2024). Tornar-se professor e investigador na formação inicial: um processo de construção de identidade e valorização profissional. In: H. S. Antunes &amp; R. Cavalheiro (Orgs), GEPFICA. 20 anos de memórias formativas docentes no Centro de Educação da UFSM (pp. 55-70). Curitiba: Appris Editora. ISBN 978-65-250-5848-1
Authors: Calado, Beatriz; Leal da Costa, Conceição
Abstract: Resumo&#xD;
Neste texto partilhamos como é possível tornarmo-nos professores e&#xD;
investigadores em três vertentes que consideramos essenciais para a compreensão destes&#xD;
processos.&#xD;
Numa primeira parte, explicitamos o enquadramento teórico que nos orienta,&#xD;
assumindo o professor como investigador e como essa investigação pode contribuir para&#xD;
a formação, conhecimento profissioanl e construção de uma identidade profissional.&#xD;
Seguidamente, abordamos os principais fundamentos e vivências do modelo de&#xD;
formação inicial de educadores/professores na Universidade de Évora, perfil de&#xD;
monocedente recente em Portugal.&#xD;
Por fim, através do conhecimento produzido no Mestrado de Educação Pré-&#xD;
Escolar e Ensino do 1º Ciclo na Universidade de Évora, em especial no processo de&#xD;
investigação-ação-formação realizada durante a Prática de Ensino Supervisionada (PES)&#xD;
da segunda autora, explicitamos como isso contribuiu para a construção de uma&#xD;
identidade durante a formação inicial, em especial durante o estágio e como pode ser um&#xD;
caminho de valorização da pessoa e profissional.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41232">
    <title>Dar voz às crianças sobre os espaços para brincar: Onde brincam às lutas?</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41232</link>
    <description>Title: Dar voz às crianças sobre os espaços para brincar: Onde brincam às lutas?
Authors: Veiga, Guida; Rebocho, Carolina; Pomar, Clarinda
Abstract: Apesar dos benefícios das brincadeiras de luta para o desenvolvimento e o bem-estar das crianças, muitas são&#xD;
privadas de oportunidades de participar nesta forma de brincadeira. Este estudo tem como objetivo&#xD;
compreender as perspetivas das crianças sobre os espaços das brincadeiras de lutas. Participaram no estudo&#xD;
56 crianças com idades entre os 4 e os 6 anos (M = 5.00 anos, DP = .81). Foram realizadas entrevistas&#xD;
semiestruturadas com grupos focais constituídos por 4 crianças (4 grupos de meninas, 4 grupos de meninos e&#xD;
6 grupos mistos). Foi realizada a análise qualitativa das entrevistas segundo os princípios da análise de&#xD;
conteúdo indutiva categorial temática. As categorias identificadas revelam que os espaços abertos, com piso&#xD;
macio e com estruturas, parecem facilitar as brincadeiras de lutas. Mais ainda, de acordo com as perspetivas&#xD;
das crianças, as superfícies que permitem saltar (e.g., trampolim, sofá) parecem também estimular esta forma&#xD;
de brincadeira. Contudo, algumas crianças sentem que as brincadeiras de lutas não são vistas pelos adultos&#xD;
como uma forma de brincadeira adequada no recreio do jardim de infância e, por isso, optam por brincar em&#xD;
espaços onde se podem esconder dos adultos e brincar às lutas livremente.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41207">
    <title>Práticas Pedagógicas no domínio da leitura em tempos de pandemia e pós pandemia em escolas do Alentejo (Portugal)</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41207</link>
    <description>Title: Práticas Pedagógicas no domínio da leitura em tempos de pandemia e pós pandemia em escolas do Alentejo (Portugal)
Authors: Favinha, Marília; Chambel, Claúdia; Pereira, Susana
Editors: Araújo, João; Tiroli, Luiz; Santos, Adriana; Favinha, Marília
Abstract: Introdução &#xD;
A pandemia da COVID-19 provocou uma disrupção sem precedentes nos sistemas &#xD;
educativos a nível global. O encerramento físico das escolas e a adoção do ensino remoto de &#xD;
emergência (ERE) transformaram radicalmente os espaços e os modos de ensino e &#xD;
aprendizagem. Essa transição repentina impôs múltiplos desafios às escolas, professores, &#xD;
alunos e famílias, exigindo uma adaptação rápida a novas metodologias, ferramentas digitais e &#xD;
dinâmicas pedagógicas. &#xD;
No caso específico do 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º CEB), a aprendizagem da leitura, &#xD;
competência essencial nesta etapa escolar, foi particularmente afetada. A aquisição e o &#xD;
desenvolvimento da leitura dependem fortemente da interação direta com o professor, da &#xD;
mediação pedagógica contínua, do ambiente em sala de aula e de práticas consistentes que &#xD;
envolvem leitura em voz alta, exploração de textos e apoio individualizado. No contexto do ERE, &#xD;
essas condições foram parcialmente ou totalmente comprometidas, contribuindo para o &#xD;
surgimento de lacunas significativas no processo de aprendizagem da leitura, especialmente &#xD;
entre os alunos de contextos mais vulneráveis. &#xD;
Por outro lado, a pandemia também estimulou a criatividade pedagógica e o uso &#xD;
intensivo de recursos digitais, originando novas práticas e estratégias de ensino. Neste cenário &#xD;
de crise e reinvenção, torna-se fundamental compreender quais as práticas pedagógicas que &#xD;
foram implementadas no domínio da leitura, quais as implicações observadas pelos docentes e &#xD;
que medidas foram adotadas no período pós-pandemia para mitigar os efeitos identificados. &#xD;
Este artigo tem como objetivo analisar as práticas de leitura desenvolvidas em escolas &#xD;
do Alentejo durante a pandemia e no seu rescaldo, contribuindo para a reflexão sobre os &#xD;
desafios e as possibilidades do ensino da leitura em contextos de adversidade. Para dar &#xD;
resposta os objetivos delineados, foi desenvolvido um estudo de natureza qualitativa, assente &#xD;
na recolha de dados através de um guião de perguntas abertas. Este guião foi enviado, por email, &#xD;
a docentes titulares indicados pelas direções de diferentes Agrupamentos de Escolas da região &#xD;
do Alentejo. A técnica de tratamento da informação recolhida foi a análise de conteúdo.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/40781">
    <title>Introdução</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/40781</link>
    <description>Title: Introdução
Authors: Balça, Ângela; Cruz, Elisabete
Abstract: Este capítulo é a Introdução da obra Diálogos sobre Educação e Tecnologias Digitais. Fundamentos, Dilemas e Desafios. Esta obra, organizada por Elisabete Cruz e Ângela Balça, e editada pelo Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora nasce da convicção de que a educação e as tecnologias digitais constituem, hoje, uma das interseções mais críticas e desafiantes do pensamento contemporâneo. Vivemos um tempo em que a aceleração tecnológica ultrapassa largamente a capacidade humana de reflexão e, por tal, pensar criticamente o digital tornou-se uma urgência ética, cultural e pedagógica. &#xD;
É neste cenário de urgência e de necessidade de diálogo informado que se construiu este volume, estruturado a partir de um Ciclo de Conferências, promovido no âmbito da unidade curricular, da responsabilidade científica de Elisabete Cruz, “Educação e Tecnologias Digitais”, inserida no Programa de Doutoramento em Ciências da Educação da Universidade de Évora.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

