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    <title>DSpace Collection:</title>
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    <dc:date>2026-04-04T01:45:31Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41500">
    <title>A formação contínua de pessoal não docente em análise. Impacto da formação em competências digitais</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41500</link>
    <description>Title: A formação contínua de pessoal não docente em análise. Impacto da formação em competências digitais
Authors: Silvestre, Maria José; Gomes, Sónia; Fialho, Isabel; Saragoça, José
Abstract: Uma equipa de investigadores do Centro de Investigação em Psicologia e Educação da Universidade de Évora (CIEP-UÉ) desenvolveu um estudo, tendo por base essa finalidade, assente na auscultação de atores-chave dos processos formativos, ou seja, diretores e equipas PADDE, concretizados recentemente pelo CFAE Beatriz Serpa Branco.&#xD;
É objetivo deste artigo refletir sobre a formação implementada, destinada a pessoal não docente, no âmbito da sua capacitação digital, a partir das seguintes questões: Que formação existiu, no espectro das ações de formação de capacitação digital, destinada a pessoal não docente, no CFAE Beatriz Serpa Branco? Qual o impacto desta formação, em contexto educativo, segundo a perspetiva dos diretores e dos elementos das equipas PADDE?</description>
    <dc:date>2023-09-30T23:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41078">
    <title>Avaliação formativa: interação entre ensino, avaliação e aprendizagem na prática docente</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41078</link>
    <description>Title: Avaliação formativa: interação entre ensino, avaliação e aprendizagem na prática docente
Authors: Queiroz, Marcia; Borralho, António; Matos, Monica
Editors: Oloiveira, Ivanilde; Bassalio, Lucelia
Abstract: O artigo configura reflexões sobre a avaliação escolar na perspectiva de avaliação formativa e sua interação com os processos de ensino e de aprendizagem nas práticas avaliativas de matemática, interpretadas a partir de estudos e resultados de uma pesquisa de doutoramento. O objeto central do estudo foi as práticas avaliativas de professoras que ensinam matemática nos anos iniciais do ensino fundamental. O conjunto de conceitos estruturados como pressupostos teóricos, metodológicos e epistemológicos e a análise da referida tese proporcionou a escrita desse artigo com o intuito de contribuir com a prática docente, compartilhando conhecimentos e reflexões sobre avaliação emergidas de práticas avaliativas, os quais apontam possibilidades de interação entre o ensino, a avaliação e a aprendizagem de matemática, de forma a explicitar a integração desses processos na tríade da sala de aula./ Abstract/The article configures reflections on school evaluation and its interaction whithin the teaching process and learning of mathematics assessment practices explained through some studies and results of a doctoral research. The aim of this study was the evaluative practices of mathematics teachers whe teach on the early years of the elementary school. The set of structure concepts as theoretical, methodological and epistemological assumptions and the analysis of this thesis provided the writing of this article in order to contribute to teaching practice sharing knowledge and reflections on evaluation emerged from these practices which point to possibilities of interaction between teaching, assessment and learning of mathematics, in order to explain the integration of these processes in the classroom triad.</description>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/33436">
    <title>Avaliar para melhorar aprendizagens e resultados</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/33436</link>
    <description>Title: Avaliar para melhorar aprendizagens e resultados
Authors: Fialho, Isabel
Abstract: A avaliação não é um fim, mas sim um meio, um poderoso processo pedagógico, que pode influenciar significativamente o que e como os alunos aprendem, bem como o que e como os professores ensinam e, nesse sentido, constitui uma ferramenta para melhorar o ensino, as aprendizagens e os resultados. Assim, trazemos para a discussão algumas questões que podem ajudar na reflexão sobre conceções e práticas instituídas e compreender o potencial da avaliação pedagógica, despertando a necessidade de centrar a ação educativa em tarefas que possam cumprir uma tripla função: ser utilizada para os alunos aprenderem, para os professores ensinarem e para ambos avaliarem as aprendizagens. (Trans)formar as conceções e as práticas de avaliação impõe-se como uma consequência inevitável que exige um forte empenho profissional, uma profunda reflexão que conduza à reconstrução e reinvenção de novas abordagens pedagógicas, capazes de promoverem uma mudança na cultura de avaliação nas escolas.</description>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/33386">
    <title>"Affordances" no espaço exterior: o exemplo do Programa Out to In</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/33386</link>
    <description>Title: "Affordances" no espaço exterior: o exemplo do Programa Out to In
Authors: Almeida, Gabriela; Guerreiro, Daniela; Pomar, Clarinda; Santos, Graça; Marmeleira, José; Folque, M. Assunção; Veiga, Guida
Editors: APEI
Abstract: O Programa Out to In valoriza o espaço exterior como espaço de desenvolvimento e aprendizagem. O espaço exterior, particularmente com a presença de elementos naturais, promove a descoberta, vários tipos de brincar, o desenvolvimento de capacidades motoras e a capacidade de perceber e gerir o risco (Veiga, Guerreiro, et al., 2021). O espaço exterior oferece oportunidades ricas para as crianças socializarem, agirem, explorarem e inventarem, face a diferentes e diversificadas informações em termos de possibilidades de ação. Os espaços exteriores permitem às crianças o desenvolvimento de competências sócio-emocionais (Veiga, Marmeleira, Laranjo, &amp; Almeida, 2021), a aprendizagem sobre as suas capacidades corporais, testar os seus limites e experimentar novas habilidades motoras (Little &amp; Sweller, 2015). Historicamente, as crianças brincavam na rua, com poucos recursos disponíveis, por vezes apenas os da natureza. Este ambiente estava em mudança constante, e as crianças experimentavam liberdade, movimento, prazer, confusão, barulho e o contacto com elementos naturais (Maynard, &amp; Waters, 2007). Atualmente, a maior parte das crianças não são expostas a espaços exteriores repletos de possibilidades de ação com elementos naturais, como plantas, árvores, água e terra. Em vez disso, muitas vezes, dá se preferência a espaços estandardizados e configurados, com a ideia de que possam ser mais apelativos e motivadores (Jongeneel, Withagen, &amp; Zaal, 2015) e até mais seguros, na perspetiva dos adultos. No entanto, espaços com estas características falham no atendimento das necessidades de desenvolvimento integral das crianças (Hart, 2002) e, no nosso entender, na “Educação para o Risco que pressupõe necessariamente uma escola virada para a acção” (Recomendação n.º5/2011).</description>
    <dc:date>2021-04-30T23:00:00Z</dc:date>
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