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    <title>DSpace Collection:</title>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/25090">
    <title>A ontología fenomenológica ante o desafio clínico</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/25090</link>
    <description>Title: A ontología fenomenológica ante o desafio clínico
Authors: Duarte, Irene
Editors: Vasconcelos, Caroline
Abstract: Dentro do contexto da vocação prática da filosofia, que a sua história atesta, o presente escrito defende a importância fundamental que a experiência clínica tem para uma Ontologia da existência. Se, desde a modernidade, a informação procedente das ciências teóricas tem sido base incontornável de reflexão filosófica metacientífica, hoje a descrição e compreensão fenomenológicas da existência humana requerem, muito especialmente, atender àquilo que se manifesta na relação terapêutica e se traduz em formas de compreensão irredutíveis à mera teoria. Nesse sentido, para além de se constatar a preocupação histórica com os desvios à norma, já presente na descrição kantiana das «doenças da cabeça», explora-se a possível operatoriedade que instrumentos conceptuais transversais, procedentes da experiência clínica (Freud, Klein, Winnicott), poderiam ter no esclarecimento não só de questões hermenêuticas relativas à existência fáctica, mas também de questões ontológicas estruturais do humano.</description>
    <dc:date>2018-08-31T23:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/25026">
    <title>Sossego e desassossego: o paradoxo do tempo vivido</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/25026</link>
    <description>Title: Sossego e desassossego: o paradoxo do tempo vivido
Authors: Borges-Duarte, Irene
Editors: Dutra, Elza
Abstract: Sossego e desassossego são termos que expressam formas de fazer a experiência do tempo, para além de poderem ser descritas psicologicamente como estados emocionais. Partindo da abordagem de três situações existenciais – de stress, de tédio e de gozo do momento presente – procura-se, neste trabalho, evidenciar fenomenologicamente os elementos estruturais característicos do encontro existencial com o tempo, tanto no exercício de ser-no-mundo, como no ser ou não ser senhor de si nesse exercício e na sua potencial patologia. Neste contexto, que encontra o seu principal apoio na análise heideggeriana do ser-em, sossego e desassossego revelam o seu carácter paradoxal, na sua mútua pertença e na tensão que supõem, em cada caso. Ao mesmo tempo, com essa base, abre-se a possibilidade de compreender a serenidade em correlação com o tempo enquanto duração.</description>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/25014">
    <title>Banalidade e existência inautêntica.  Uma reflexão a propósito de Hannah Arendt.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/25014</link>
    <description>Title: Banalidade e existência inautêntica.  Uma reflexão a propósito de Hannah Arendt.
Authors: Borges-Duarte, Irene
Editors: Borges-Duarte, Irene
Abstract: Tomando como ponto de partida uma reflexão sobre (1) a novidade do conceito de “banalidade do mal” introduzido por Hannah Arendt, procura mostrar-s (2) a necessidade de reintegrar a problemática ética no âmbito ontológico em que tem a sua raíz aprumada; e, complementarmente, (3) estabelecer a relação entre esta perspectiva ontológica e a chamada Ética do Cuidado.</description>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>“Afinal de que se fala quando se fala de amor? Uma perspectiva filosófica”</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/20677</link>
    <description>Title: “Afinal de que se fala quando se fala de amor? Uma perspectiva filosófica”
Authors: Borges-Duarte, Irene
Editors: Mesquita, Isabel
Abstract: O amor é um conceito polissémico ligado a um fenómeno complexo, que une aspectos fisiológicos, psicológicos e culturais, se orienta para diferentes objectos e cumpre diversas funções. Ao longo da história, são muitos os filósofos que prestaram atenção a este fenómeno e lhe deram um lugar de relevo nas suas concepções, desde Platão até aos nossos dias. O presente trabalho pretende introduzir alguns aspectos dessa atenção histórica, privilegiando concepções não redutoras nem simplistas, desde a sua compreensão grega como força cósmica até à mais actual duma mudança de paradigma social, nele assente.</description>
    <dc:date>2016-03-01T00:00:00Z</dc:date>
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