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    <title>DSpace Community:</title>
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    <dc:date>2026-06-06T12:13:11Z</dc:date>
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    <title>Do offspring characteristics reflect parental migration variation?</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/42112</link>
    <description>Title: Do offspring characteristics reflect parental migration variation?
Authors: Berry, Madeleine; Davidsen, Jan; Nevoux, Marie; Aarestrup, Kim; Alexandre, Carlos M.; Silva, Sara; Thorén, Alexander; Engstöm, Anders; Ahvenainen, Matilda; Höjesjö, Johan
Abstract: Sea trout, Salmo trutta, display a wide range of migratory behaviours, and one aspect of&#xD;
variation comes from freshwater migration distance. The overall aim of this study was to&#xD;
determine if offspring of long- and short-distance migrants exhibited phenotypic differences&#xD;
relating to parental migration distance. For that purpose, we conducted several&#xD;
behavioural tests (dyadic contest, boldness scoring and open field test) and morphological&#xD;
analysis (relative pectoral-fin length) in multiple freshwater systems across the distribution&#xD;
range of the target species in Europe. It was expected that offspring of long-distance&#xD;
migrants would be more active, bold and dominant than those of short-distance migrants&#xD;
and would have longer pectoral fins relative to body length. Additionally, we investigated&#xD;
if boldness varied in relation to latitude. We showed that offspring of long-distance&#xD;
migrants were more dominant in two cases and more active in one case than those of&#xD;
short-distance migrants; however, there was no difference in swimming distance or&#xD;
velocity. Boldness and relative pectoral-fin length were significantly related to site of origin;&#xD;
however, the direction of this relationship differed between systems. Generally, we&#xD;
detected a decrease in boldness with declining latitude. In summary, we have detected&#xD;
variation among juveniles related to location within a stream; however, the drivers and&#xD;
processes behind these are likely more complex than purely parental migratory strategy.&#xD;
Our results can inform suitable management and conservation efforts directed to anadromous&#xD;
Salmo trutta. For example, habitat restoration and removal of migration barriers can&#xD;
increase the possible range of migration distances helping maintain the phenotypic diversity&#xD;
of offspring.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/42096">
    <title>Spatial variability in juvenile sea trout data collection and assessment methods across Europe: Limitations and opportunities for standardizing analyses</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/42096</link>
    <description>Title: Spatial variability in juvenile sea trout data collection and assessment methods across Europe: Limitations and opportunities for standardizing analyses
Authors: Alexandre, Carlos; Berry, Madeleine; Magnusson, Katarina; Silva, Sara; Louhi, Pauliina; Walker, Alan; Höjesjö, Johan; Malcolm, Iain
Abstract: Brown trout (Salmo trutta L.) is a widely distributed fish species native to Europe, with high phenotypic plasticity, including&#xD;
resident and anadromous (sea trout) forms. Many populations are in decline, especially the anadromous ecotype towards the&#xD;
southern edge of their range. Evidence-based&#xD;
management is dependent on reliable assessment methods to characterise underperforming&#xD;
populations and identify mitigation actions. Assessment methods based on juvenile data are useful for trout given&#xD;
the species' plasticity. These typically involve comparisons between observed and expected juvenile densities, which vary geographically&#xD;
and with habitat quality. These estimates are mostly obtained through wading electrofishing and field-based&#xD;
habitat&#xD;
surveys. Although some national and regional trout assessment methods have been developed, efforts to develop range-wide&#xD;
evaluations have been constrained by a lack of common protocols. This paper summarises the national methods used to characterise&#xD;
juvenile trout and associated habitat based on information compiled by national representatives of the ICES WGTRUTTA.&#xD;
It then considers opportunities for harmonising data with the aim of developing a range-wide&#xD;
assessment. Survey methods varied&#xD;
substantially within and between countries but showed no clear spatial patterns of coherence. Development of a single set of survey&#xD;
and data collection methods appears highly unlikely. A more pragmatic approach could involve harmonising existing data to&#xD;
make them broadly comparable. This could involve selective use of fish survey data, integration of range-wide&#xD;
macro-scale&#xD;
spatial&#xD;
and habitat data obtained from spatial datasets and use of appropriate modelling frameworks. We also emphasise the critical&#xD;
importance of population data from index rivers to validate and scale juvenile assessments and to compare sampling methods.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/42053">
    <title>A Biodiversidade terrestre das Ribeiras da Toutalga e São Pedro (Serpa, Sobral da Adiça)</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/42053</link>
    <description>Title: A Biodiversidade terrestre das Ribeiras da Toutalga e São Pedro (Serpa, Sobral da Adiça)
Authors: Oliveira, Amália; Potes, Miguel; Novais, Maria Helena; Duque, Jorge; Costa, Maria João; Bortoli, Daniele; Penha, Maria Alexandra; Oliveira, Rui; Santos, João; Costa, Diogo; Mendes, Ana; Morais, Manuela
Editors: Morais, Manuela; Mussagy, Aidate
Abstract: O projeto INTERLAYER “The complex INTERlink of safeguarding wAter availabilitY and quality to mitigate and adapt to hydroclimatic extRemes” centra-se na forma como as tecnologias de retenção de água podem contribuir para melhorar a resiliência, a adaptação e a atenuação de fenómenos hidroclimáticos extremos, de modo que as técnicas de Slow Hydrology (SH) disponíveis sejam utilizadas em futuros Planos de Gestão de Bacias Hidrográficas. Para tal, foram criados quatro Living Labs (LL) em quatro bacias hidrográficas europeias contrastantes, para incluir e comparar diferentes regiões edafoclimáticas europeias com diferentes caraterísticas geológicas.&#xD;
Um destes Living Labs situa-se no sul de Portugal, junto à fronteira com Espanha, incidindo sobre dois rios temporários (Ribeira de S. Pedro e Ribeira da Toutalga) caracterizados pela escassez de água principalmente no período seco, mas também pela ocorrência de cheias repentinas.&#xD;
Os rios temporários (RTs) ocorrem naturalmente nas regiões áridas e semiáridas que cobrem aproximadamente 40% da superfície total (Thornes, 1977), sendo também característicos das regiões com clima mediterrânico, onde a maioria dos tributários dos grandes rios são temporários (Bonada &amp; Resh, 2013). Para Portugal estima-se que 46% das massas de água são temporárias, com especial destaque para as bacias do Sul de Portugal (Guadiana, Sado e Mira), onde os RTs cobrem 70% da rede hidrológica.Os RTs, são sistemas extremamente dinâmicos mesmo nos períodos secos, com elevada biodiversidade. São muito importantes ao nível dos Serviços de Ecossistemas porque desempenham diversos papeis ao nível do funcionamento global dos sistemas (Datry et al., 2017; Cid et al., 2020; Stubbington et al. 2020). Refira-se nomeadamente: 1) constituem importantes corredores para deslocação de vertebrados, utilizados por pequenos mamíferos, répteis e aves em zonas desérticas e mediterrânicas (Sánchez-Montoya et al., 2016); 2) são locais de residência de pequenos vertebrados terrestres, habitat húmido utilizado por lebres, ratos (Sánchez-Montoya et al., 2016); 3) constituem um habitat de espécies ainda não descritas, por exemplo diatomáceas no sul de Portugal (Morales et al., 2022, 2023); 4) são refúgio para espécies lóticas, durante os eventos extremos de seca e enxurrada, (Stubbington &amp; Datry, 2013); 5) promovem a dispersão, nomeadamente dos organismos terrestres de zonas áridas que apresentam uma maior extensão do período seco (Storfer et al., 2010); 6) desempenham um importante papel no ciclo do carbono e no processamento de matéria orgânico, quantificado em vários RTs à escala global, assim como na regulação do clima (Stubbington et al. 2020); 7) promovem a mitigação das enchentes e da escassez de água; 8) providenciam alimento para o ser humano, quer peixe, áreas agrícolas, assim como são utilizados na alimentação de gado doméstico nas regiões mais secas (Stubbington et al. 2020) mesmo em todo o Mediterrâneo incluindo o sul de Portugal; 9) proporcionam locais de lazer e de educação ambiental (Stubbington et al. 2020); 10) providenciam água para populações remotas através de poços escavados nos leitos do rio e da construção de barragens subterrâneas (Silva &amp; Porto, 1982).&#xD;
Com o intuito de estudar o valor ecológico deste Living Lab para a biodiversidade tanto aquática – macroinvertebrados e fitobentos, assim como terrestre - macroinvertebrados e vertebrados, realizaram-se amostragens e colocaram-se camaras fotográficas que documentaram a utilização por mamíferos e algumas aves.&#xD;
Colocaram-se 5 armadilhas do tipo pitfall em uma das margens de cada uma das ribeiras (Toutalga e S. Pedro) de modo a monitorizar a fauna de macroinvertebrados terrestres. Instalaram-se também 4 máquinas fotográficas, 2 em cada troço de cada uma das ribeiras de modo a filmar a utilização das ribeiras pelos mamíferos e aves terrestres. Tanto as armadilhas como as máquinas foram verificadas a cada 15 dias.&#xD;
Analisaram-se as imagens das máquinas fotográficas e obteve-se uma lista de espécies, mamíferos e aves, em cada uma das ribeiras, assim como as suas atividades comportamentais: alimentação e abeberamento, limpeza, atravessamento. Verificamos as condições do rio e o mês. Entre as espécies observadas encontram-se: cegonha negra, lontra, fuinha, texugo, veado.</description>
    <dc:date>2025-08-31T23:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/42052">
    <title>Panorama comparativo das zonas úmidas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa - CPLP</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/42052</link>
    <description>Title: Panorama comparativo das zonas úmidas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa - CPLP
Authors: Gomes, Lenora; Cerezini, Monise; Saito, Carlos; Novais, Maria Helena; Mendes, Ana; Morais, Manuela; Victória, Sónia; Mussagy, Aidate; Serrão, Eduardo; Hugulay, Albuquerque Maia; Neto, Domingos da Silva; Catinda, Marcial
Editors: Morais, Manuela; Mussagy, Aidate
Abstract: As zonas úmidas fornecem serviços ecossistêmicos essenciais para a saúde do nosso planeta e para o bem-estar humano. Proteger as zonas úmidas é crucial para a manutenção dos processos biogeoquímicos, do equilíbrio ecológico, da biodiversidade, da produtividade dos ecossistemas e dos recursos hídricos. Com o aumento da conversão e perda generalizadas e crescentes de zonas úmidas naturais em todo o mundo, esforços têm sido feitos para maior valorização desses ambientes para chamar a atenção sobre a interdependência entre a demandada de água e as zonas úmidas, aumentando a consciência de que os recursos hídricos necessários para a sociedade vêm das zonas úmidas (Unesco-Ramsar, 2013). Existem diferentes definições de zonas úmidas. Uma das mais aceitas diz que “zonas úmidas são terras onde a saturação com água é o fator dominante que determina a natureza do desenvolvimento do solo e os tipos de comunidades vegetais e animais que vivem no solo e na sua superfície. (...) ZONAS ÚMIDAS são terras de transição entre os sistemas terrestres e aquáticos, onde o lençol freático geralmente se encontra na superfície ou próximo a ela, ou o solo é coberto por uma camada rasa de água” (Cowardin et al. 1979, p.11). O mesmo documento apresenta algumas das principais características que justificam a definição acima mencionada: “A única característica comum à maioria das zonas húmidas é o solo ou substrato que está, pelo menos periodicamente, saturado ou coberto por água. A água cria graves problemas fisiológicos para todas as plantas e animais, exceto aqueles que estão adaptados à vida na água ou em solo saturado (…). Para efeitos desta classificação, as zonas úmidas devem ter uma ou mais das três características seguintes: (1) pelo menos periodicamente, o terreno é predominantemente coberto por hidrófitas; (2) o substrato é predominantemente solo saturado, não drenado; e (3) o substrato não é solo e está saturado com água ou coberto por águas rasas em algum momento durante a estação de cultivo a cada ano.” (Cowardin et al. 1979 pp.11). No passado, as perdas e a deterioração das zonas úmidas podiam ser parcialmente atribuídas a uma imagem negativa desses habitats, como pântanos, brejos e turfeiras, geralmente associados a terras fétidas, infestadas de mosquitos e, portanto, inúteis. O termo “zonas úmidas” tem sido usado para agrupar, compreender e gerenciar esses ecossistemas, mas sua natureza, valores e processos funcionais são diversos, e a delimitação é difícil devido a um continuum entre ambientes úmidos e secos, característicos de áreas de transição. Esse caráter de transição faz com que as zonas úmidas sejam extremamente ricas e complexas, possuindo características tanto de ecossistemas terrestres quanto aquáticos, além de características únicas emergentes dessa singularidade (Cherry, 2011). Os impactos das mudanças climáticas atingem as zonas úmidas de forma muito particular. As zonas úmidas são afetadas pela elevação do nível do mar, pelo branqueamento dos corais e pelas mudanças hidrológicas sendo que, ao mesmo tempo, sua degradação aumenta significativamente a liberação de carbono (Convention on Wetlands, 2021). Dados que comparam a taxa de perda de zonas úmidas entre o século XX e o início do século XXI, mostraram que as zonas úmidas naturais foram perdidas a uma taxa 3,7 vezes mais rapidamente durante os últimos 100 anos (Davidson, 2014). Embora a deterioração das zonas úmidas seja generalizada, muitas zonas úmidas (em nível global) ainda são relatadas como tendo características ecológicas “boas” em vez de “ruins” (Convention on Wetlands, 2021). Este trabalho tem como objetivo comparar a natureza e o perfil das zonas úmidas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), no intuito de contribuir para a discussão sobre a evolução das medidas de proteção, a melhoria dos procedimentos de gestão e do nível de reconhecimento e implementação da Convenção Ramsar nos seus 50 anos. O presente trabalho apresentará o resultado de uma pesquisa cooperativa sobre as zonas úmidas da CPLP, com destaque para as ameaças e os principais desafios para a preservação desse ecossistema nos próximos anos. Foram assim avaliadas informações sobre as zonas úmidas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, e Timor-Leste. Localizadas em diferentes regiões do planeta, as zonas úmidas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) apresentam grande diversidade de tipologias (por exemplo, lagos sazonais, sistemas cársticos, lagoas, rios, ilhas fluviais, prados alagados, pântanos, estuários, zonas intertidais, lagoas costeiras salobras, manguezais, ilhotas vulcânicas, recifes de coral, entre outros) representando os diferentes tipos de zonas úmidas constantes no Sistema de Classificação Ramsar. Embora as zonas úmidas da CPLP apresentem diferenças em relação as tipologias, extensão, níveis de proteção e mesmo quanto ao número de sítios Ramsar reconhecidos, o ponto em comum reside no contínuo enfrentamento de inúmeros desafios para a conservação dessas áreas devido aos usos predominantes e à pressão humana. Sem um sistema robusto de monitoramento e avaliação para proteger seus ciclos ecológicos e hidrológicos, as zonas úmidas podem enfrentar e já enfrentam várias ameaças e degradação (Dube et al., 2023; Simaika et al., 2021). Apesar da sua importância, os Sítios Ramsar têm um status “hors concours”, cuja designação pode oferecer um reconhecimento glamuroso, mas na verdade depende da designação de qual das diferentes categorias de Espaços Territoriais Especialmente Protegidos cada Sítio Ramsar contém. A proteção legal dos Sítios Ramsar depende da base do regime legal aplicável ao território em análise. Os Sítios Ramsar, portanto, não são uma Área Protegida típica e seu nível de proteção depende da categoria em que estão estabelecidos (por exemplo, um Parque Nacional ou outros Espaços Territoriais Especialmente Protegidos criados por lei). Sendo essa a situação observada para a maioria das zonas úmidas da CPLP. O ano da celebração do 50º aniversário da Convenção de Ramsar (Convention on Wetlands, 2021) destaca a necessidade de proteger as zonas úmidas na busca por soluções para a crise climática. Da mesma forma, a necessidade de proteger essas áreas para garantir o abastecimento de água e, portanto, a segurança hídrica, recomenda fortemente a inclusão de ações relacionadas às zonas úmidas nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) e nos planos de adaptação e redução do risco de desastres.  O importante papel das zonas úmidas na conquista dos objetivos de desenvolvimento sustentável é ainda reforçado: “Os serviços das zonas úmidas para a mitigação e adaptação às mudanças climáticas, a biodiversidade e a saúde humana superam todos os outros ecossistemas terrestres. Melhorar a gestão das zonas úmidas traz benefícios para a saúde, a alimentação e a segurança hídrica...”. O valor global dos serviços ecossistêmicos das zonas úmidas, como saúde, bemestar e segurança humana, é estimado em US$ 47,4 trilhões por ano, e essas áreas são consideradas essenciais para a vida de 4 bilhões de pessoas (Convention on Wetlands, 2021). As zonas úmidas precisam ser protegidas e a definição de segurança hídrica hoje reconhecida é antropocênica em sua essência e não pode promover a conservação dessas áreas. Um conceito de segurança hídrica mais ecocêntrico, focado na proteção do ecossistema, em vez dos interesses humanos e dos serviços que ele pode prestar à sociedade, é essencial para a preservação das zonas úmidas.</description>
    <dc:date>2025-08-31T23:00:00Z</dc:date>
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