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    <title>DSpace Collection:</title>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/39081">
    <title>Videoarte de Mulheres: Nossos Corpos, Nós Mesmas. Corpo, Identidade e Autodeterminação nas Obras de Videoartistas Influenciadas pelos Feminismos.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/39081</link>
    <description>Title: Videoarte de Mulheres: Nossos Corpos, Nós Mesmas. Corpo, Identidade e Autodeterminação nas Obras de Videoartistas Influenciadas pelos Feminismos.
Authors: Furtado, Teresa Veiga
Abstract: O modo como os corpos das mulheres são afectados pela desigualdade de género é um problema social que tem vindo a ganhar visibilidade crescente nas sociedades ocidentais desde os movimentos feministas da Segunda Vaga. Nesse sentido, o lema feminista dos anos 1970 «os nossos corpos, nós mesmas» reflecte a tomada de consciência das mulheres de que os corpos são o produto da acção de valores e práticas sociais, bem como da necessidade de reclamarem o controlo sobre os seus corpos para poderem formar livremente as suas identidades, autodeterminando-­‐se e criando-­‐se a si mesmas como Sujeitos. Quatro décadas volvidas, este mote continua a ser recorrente, mantendo um lugar de destaque na videoarte de mulheres. Tendo por pano de fundo uma linha orientadora que cruza três vectores – a arte, o género, e os movimentos sociais feministas –, e os seus pensadores e académicos principais em diversos ramos da Sociologia e das Artes Visuais, bem como das Humanidades, construímos o objecto de estudo, focado sobre as relações entre a videoarte de mulheres centrada no corpo na identidade e na autodeterminação, a dimensão de género e os movimentos sociais feministas, no período compreendido de 1965 a 2007, num contexto ocidental. A metodologia usada teve como objectivo fundamental efectuar a ponte entre o nível microssociológico das expressões, condutas e gestos corporais presentes nos vídeos e o plano macrossociológico das forças sociais mais amplas, institucionalizadas e origem de desigualdades, como as forças de género e as de «raça». Nesse sentido, socorremo-­‐nos da análise de conteúdo de um conjunto de vídeos por meio da contabilização de categorias análise de conteúdo relativas às principais temáticas relevantes para o objecto de estudo, como o corpo, a sexualidade, a violência, o olhar, as incorporações de masculinidades e de feminilidades, o Sujeito e o Não-­‐sujeito. Concluiu-­‐se, deste estudo, que existe, seguramente desde os anos 1960, um trajecto que continua a ser percorrido nos nossos dias, conduzindo da dessubjectivação das mulheres à sua subjectivação. Na realidade, verifica-­‐se a denúncia das circunstâncias em que vivem submetidas as mulheres Não-­‐ sujeito, designadamente: no casamento enquanto mercantilização do trabalho doméstico feminino, físico, emocional e afectivo, não remunerado; na incorporação das normas patriarcais de feminilidade; na intersecção das desigualdades de género com as de «raça», e as de idade; na comercialização e objectificação dos seus corpos na publicidade e na pornografia; na violência de diversos tipos, como a sociocultural, a sexual e a psicológica, exercida contra as mulheres. Nota-­‐se, simultaneamente, um movimento progressivo em direcção às mulheres Sujeito, ilustrado, por exemplo: na capacidade de apresentação de uma narrativa da representação de si mesmas auto-­‐ reflexiva e coerente; no controlo sobre a função reprodutora do seu corpo; na promoção de uma sexualidade plástica ligada à relação pura e ao amor confluente assente no mutualismo, não subjugada à heterossexualidade, ao casamento e à família nuclear; no recombinar dos pólos dicotómicos e hierarquizados em que se baseou toda a modernidade como os da vida pública e os da vida privada. Tendo, neste momento, como oponente aguerrido o neoliberalismo que procura dividir, desigualar e hierarquizar as sociedades, as mulheres Sujeito são, aliás, as actrizes centrais de todo o movimento feminista, sobretudo preocupado até aos anos 1980 com reivindicações pela paridade no seio do que se poderá denominar de política da emancipação, tendo depois disso passado a um trabalho em prol de uma política da vida e das sexualidades impulsionado pelo pensamento Queer e feminismos da Terceira Vaga.</description>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/34783">
    <title>Design e interfaces de aroma: objetos, ambientes, utilizadores</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/34783</link>
    <description>Title: Design e interfaces de aroma: objetos, ambientes, utilizadores
Authors: Bual, Miguel
Abstract: O presente projeto de investigação centra-se na temática do design de produto e User Experience Design aplicado ao projeto de interfaces de aroma. Tem como objetivos definir um protocolo de comunicação entre aparelhos e difusores de aroma controlados por software e o desenvolvimento de possibilidades de aplicação. O processo de User Experience Design permite otimizar a experiência do utilizador, melhorando a usabilidade, a acessibilidade e a conveniência das interações com sistemas e produtos de difusão de aromas. Esta investigação sustenta-se na observação empírica, revisão de literatura das áreas científicas relevantes, entrevistas exploratórias e análise crítica de casos que corroboram a viabilização do protocolo e permitem estabelecer analogias e ligações inteligentes e articuladas entre diferentes áreas científicas. Recorreremos a um painel de especialistas para avaliar as características do protótipo conceptual de um sistema para um protocolo ou SCS (Scent Compatibility System) a que damos o nome Wi·Air. Da discussão dos resultados foram apurados, como principais fatores de inovação, o modo de controlar a difusão de aromas e a possibilidade de novas aplicações para adequar o sistema proposto a novas realidades.</description>
    <dc:date>2022-04-01T23:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/1831">
    <title>Design para o futuro. O indivíduo entre o artifício e a natureza.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/1831</link>
    <description>Title: Design para o futuro. O indivíduo entre o artifício e a natureza.
Authors: Secca Ruivo, Inês
Editors: Autor; ISBN: 978-989-20-1338-1
Abstract: O presente trabalho tem como objectivo contribuir para o aprofundamento de estudos vocacionados para a evolução do mundo material enquanto factor determinante para o futuro do Planeta, do Homem e dos seus artifícios. Sendo o tema central da investigação o Design Industrial enquanto mediador incontornável dessa relação, os conceitos de Design Biónico, de Design Natural, de Biodesign e de Design Simbiótico, assim como as metodologias a si inerentes, assumem-se como protagonistas do estudo desenvolvido. &#xD;
A tese é composta por um primeiro capítulo introdutório onde se define o seu objecto de estudo e se apresentam as linhas condutoras da investigação. O segundo capítulo é dedicado ao enquadramento teórico dos temas a abordar, nomeadamente o conceito de “artifício” considerando os seus tradicionais e novos significados e aplicações e a História do Design Industrial numa perspectiva que considera a evolução da indústria e da disciplina nesse contexto. No terceiro capítulo desenvolve-se a análise das propostas conceptuais e metodológicas dos designers Victor Papanek, Luigi Colani e Paulo Parra, por recurso específico, respectivamente, aos pressupostos inscritos em Design Biónico, Design Natural, Biodesign e Design Simbiótico, perseguindo-se como objectivo a sua sistematização em conteúdos passíveis de contribuírem para novas investigações/aplicações, nomeadamente no âmbito daquilo que a autora designa como Inovação Tecnológica na Concepção e EcoBio-Inovação.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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