<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/17">
    <title>DSpace Community:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/17</link>
    <description />
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10174/41734" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10174/41605" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10174/41507" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10174/41488" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-04-03T23:37:27Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41734">
    <title>Are teachers missing the beat on students’ motor competence?</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41734</link>
    <description>Title: Are teachers missing the beat on students’ motor competence?
Authors: Flôres, Fábio; Serpa, Joana; Vieira, Fernando; Pombo, André; Soares, Denise; Shabanliyski, Dimitar; Cordovil, Rita
Editors: De Conti, Gustavo
Abstract: Purpose: Compare physical education (PE) teachers’ perceptions of their students’ motor competence (MC) with students’ objectively assessed actual motor competence.&#xD;
Methods: 20 PE teachers and 340 students participated. Teachers were asked to estimate the student MC. Normative videos of the performance on each test (Standing Long Jump, Shuttle Run, Shifting Platforms, Jumping Sideways, Ball Throwing, and Kicking Velocity) were presented to assess teachers’ perceptions of MC. Paired t-tests with Cohen’s d quantified differences between children’s actual motor competence and teachers’ perceptions, alongside error tendency analyses (accurate, over-, or under-&#xD;
estimation) using a 5% threshold. Associations and agreement between perceived and actual MC were examined using Pearson correlations and Bland-Altman plots.&#xD;
Findings: Teachers overestimated MC in most tests, particularly stability-related tasks such as the Shifting Platforms test (p &lt; 0.001). However, underestimations were evident in the Standing Long Jump test (p &lt; 0.001), where students performed above national values. Also, there was a tendency to underestimate the lateral jumps, but it was not significant. Conclusion: Our findings underscore the need for targeted teacher training programs and curriculum adjustments to improve assessment accuracy, ensuring that PE instruction effectively promotes skill development.</description>
    <dc:date>2026-03-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41605">
    <title>IDENTIDADES E EDUCAÇÃO INTERCULTURAL</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41605</link>
    <description>Title: IDENTIDADES E EDUCAÇÃO INTERCULTURAL
Authors: Oliveira, Hugo; Bonito, Jorge
Editors: Falcão, Marta Filipa Geraldes
Abstract: Assente numa abordagem teórica e ensaística, e sustentando-se na &#xD;
exploração crítica de literatura especializada de autores consagrados, o presente &#xD;
manuscrito apresenta um enquadramento epistemológico que permite uma &#xD;
reflexão holística sobre a relevância da educação intercultural, e as questões de &#xD;
identidade. Pretende, portanto, contribuir para o reconhecimento da forma &#xD;
como a educação intercultural, pode contribuir para a construção de práticas &#xD;
educativas inclusivas, em contextos de diversidade social, e cultural.  Deste &#xD;
modo, o artigo científico inicia-se com uma reflexão sobre o atual papel da &#xD;
escola no contexto português, procedendo-se a uma defesa do conhecimento &#xD;
científico rigoroso em educação. Numa fase subsequente, é lançado um olhar a &#xD;
alguns dos problemas mais significativos da realidade contemporânea, &#xD;
associados a questões de identidade e interculturalidade, com respetivo impacto &#xD;
nos processos educativos. Numa abordagem histórica, reconhece-se a Era Axial &#xD;
como um momento particular da história da nossa espécie, de onde foi emanada &#xD;
a descrição das caraterísticas mais marcantes da natureza humana, &#xD;
particularmente as que nos unem, abrindo-se também um espaço para ilustrar &#xD;
as que nos separam. No seguimento, identifica-se na geografia do planeta &#xD;
humano, traços e enquadramentos de grupos de pessoas que habitam em &#xD;
contextos sociais próprios, com normas e valores associados, fazendo-se, por &#xD;
último, referência a questões concernentes aos movimentos migratórios, &#xD;
perspetivando-se implicações nos sistemas educacionais. Conclui-se que a &#xD;
educação intercultural pode ser um instrumento poderoso de transformação &#xD;
social, fundamentada na valorização da diversidade. Para isso, deverá atuar &#xD;
como mediadora entre culturas, identidades e gerações, integrando &#xD;
investigação, políticas educativas, valores humanos e ética.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41507">
    <title>Efeitos da avaliação externa das escolas em Portugal. As opiniões dos inspetores avaliadores.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41507</link>
    <description>Title: Efeitos da avaliação externa das escolas em Portugal. As opiniões dos inspetores avaliadores.
Authors: Saragoça, José; Silvestre, Maria José; Correia, Ana Paula
Editors: Castro, Ana Maria Porto; Cantero, Jesús Miguel Muñoz; Gómez, Camilo Isaac Ocampo
Abstract: A avaliação de escolas em Portugal tem sido objeto de inúmeros estudos produzidos, normalmente, por académicos, e têm-se baseados em dados documentais (tais como relatórios de avaliação externa e de autoavaliação) e dados provocados junto dos atores escolares, através de inquéritos por entrevista e por questionário. Porém, pouco se sabe acerca do modo como&#xD;
os avaliadores externos, entre os quais se encontram inspetores, percebem os efeitos das suas ações, ou seja, da avaliação externa das escolas nas próprias organizações. O trabalho que aqui se apresenta enquadra-se num estudo mais vasto, em curso, que foi realizado a partir de um questionário aplicado a 41 inspetores da Inspeção-Geral da Educação de Portugal, e tem como objetivo apresentar resultados ainda preliminares sobre a sua opinião relativamente aos efeitos&#xD;
da avaliação externa de escolas no processo de autoavaliação das escolas, no seu desenvolvimento organizacional (nomeadamente em termos da liderança e da gestão), na prestação do serviço educativo e, ainda, nos resultados escolares. Os resultados evidenciam que estes efeitos assumem significado relevante no domínio dos processos de autoavaliação, mas são moderados nos restantes.</description>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41488">
    <title>Mudanças nas escolas em resultado do programa de avaliação externa das escolas. O olhar dos inspetores.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41488</link>
    <description>Title: Mudanças nas escolas em resultado do programa de avaliação externa das escolas. O olhar dos inspetores.
Authors: Ana, Paula Correia; Saragoça, José
Editors: Castro, Ana Maria Porto; Cantero, Jesús Miguel Muñoz; Camilo, Isaac Ocampo Gómez
Abstract: Apresentam-se resultados de um estudo que dá a conhecer as representações de seis&#xD;
inspetores da Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) sobre os mecanismos de mudança, decorrentes do 3.º ciclo do Programa de Avaliação Externa das Escolas (AEE). Os dados foram recolhidos através de inquérito por entrevista, cuja análise de conteúdo teve início com a produção&#xD;
de uma matriz de categorização e incluiu a definição de subcategorias. O discurso dos entrevistados revelou a perceção de que que as escolas têm vindo a melhorar (ainda que incipientemente por vezes e de forma muito diversificada) aos níveis da implementação de procedimentos de autoavaliação e de reflexão interna sobre a sua atuação. Contudo, os inquiridos percecionam a existência de alguns constrangimentos à mudança, nomeadamente à promoção de mudanças pedagógicas e curriculares nas escolas. Destaca-se o modo como algumas escolas realizam o&#xD;
planeamento da autoavaliação, o qual limita a sua utilidade como instrumento para a melhoria da prestação do serviço educativo e das aprendizagens. Sublinha-se ainda que a observação da prática letiva e educativa pelos inspetores, neste processo avaliativo, pode ser apontada como um passo importante na metodologia da AEE.</description>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

