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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/994</id>
  <updated>2026-04-13T19:57:23Z</updated>
  <dc:date>2026-04-13T19:57:23Z</dc:date>
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    <title>Avaliação de diferentes alternativas de poda   num pomar em sebe de amendoeira da variedade Soleta</title>
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      <name>Dias, António Bento</name>
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      <name>Donno, Patrick</name>
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      <name>Reis, José</name>
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      <name>Rebola, Jorge</name>
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      <name>Falcão, José</name>
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      <name>Pinheiro, Anacleto</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/39935</id>
    <updated>2025-12-14T23:21:39Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Avaliação de diferentes alternativas de poda   num pomar em sebe de amendoeira da variedade Soleta
Authors: Dias, António Bento; Donno, Patrick; Reis, José; Rebola, Jorge; Falcão, José; Pinheiro, Anacleto
Abstract: O sucesso do olival em sebe terá contribuído para que alguns agricultores investissem no amendoal em sebe. A pouca informação  disponível  sobre  este  sistema  de  condução  em  amendoal,  levou  os  autores  a  instalarem  um  ensaio  para  avaliarem  diferentes  alternativas  de  poda.  O  ensaio  foi  instalado  num  pomar  de  amendoeira  da  variedade  Soleta  plantado em setembro de 2014 na Herdade da Torre das Figueiras, Monforte, Portalegre (39º 04’ N, 07º 29’W). Definiram-se os seguintes tratamentos: T0 (poda agricultor) – poda de verão + poda pós-colheita+ poda de inverno. Poda de verão com corte horizontal da copa e corte lateral em cada uma das faces, em 2018 e 2019. Poda mecânica pós-colheita com corte horizontal e cortes laterais em 2017. Poda de inverno com poda manual em 2018 e poda mecânica (corte horizontal da copa) seguida de complemento manual em 2017; T1- sem intervenções de poda em 2017 e poda manual inverno em 2018 e 2019; T2 – poda pós-colheita em 2017, 2018 e 2019; T3 – poda mecânica com corte horizontal e cortes laterais da copa no verão de 2018 e 2019 e em pós-colheita em 2017.Em 2018, foi realizada poda manual de inverno nos tratamentos podados mecanicamente. Em 2017, 2018 e 2019 monitorizou-se o tempo gasto nas operações de poda e colheu-se a amêndoa de cada linha, registando a massa de amêndoa e o tempo de trabalho. Verificaram-se diferenças significativas na produção de miolo entre os anos (2017-2019). Em 2018 verificaram-se diferenças significativas entre os tratamentos com o T0 a registar uma produção significativamente inferior às obtidas no tratamento T2. No entanto, na média dos 3 anos de produção, não se verificaram diferenças significativas entre os tratamentos.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Evolução da qualidade da pastagem no Montado: Monitorização a partir de imagens de satélite</title>
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      <name>Serrano, João</name>
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      <name>Paixão, Luís</name>
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      <name>Marques da Silva, José</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/37342</id>
    <updated>2024-09-06T14:34:50Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Evolução da qualidade da pastagem no Montado: Monitorização a partir de imagens de satélite
Authors: Serrano, João; Paixão, Luís; Marques da Silva, José
Editors: Mateus, Carolina
Abstract: As pastagens são a principal fonte de alimento dos ruminantes em sistemas de produção animal extensivos. A monitorização da evolução da oferta de pastagem e, especialmente, da sua qualidade, ao longo do ciclo vegetativo é a base da gestão do pastoreio. A deteção remota (DR)&#xD;
é uma ferramenta que, entre outras aplicações, permite a monitorização, espacial e temporal, detalhada das culturas. Este estudo avaliou o potencial das imagens de satélite (“Sentinel-2”) para monitorizar indicadores de qualidade da pastagem (proteína bruta, PB; e fibra em detergente neutro, NDF) utilizando o índice de&#xD;
vegetação de diferença normalizada (NDVI).&#xD;
Durante três anos (2018/2019, 2019/2020 e&#xD;
2020/2021) foram recolhidas amostras de uma&#xD;
pastagem permanente de sequeiro, biodiversa,&#xD;
pastoreada por bovinos. Foram georreferenciadas 8 áreas de amostragem (cada com “10 m ×&#xD;
10 m”) de uma parcela de Montado de azinho&#xD;
com cerca de 20 ha situada na Herdade da&#xD;
Mitra, da Universidade de Évora. As amostras&#xD;
de pastagem foram processadas em laboratório para determinação da PB e da fibra. Estes&#xD;
parâmetros foram correlacionados com o NDVI&#xD;
obtido por DR, tendo-se verificado coeficientes de determinação (R2) significativos (0,68 entre o NDVI e a PB; 0,53 entre o NDVI e o NDF). Estes &#xD;
resultados promissores abrem boas perspetivas &#xD;
para futuros trabalhos que permitam alargar a &#xD;
base de dados a outras pastagens e a outros &#xD;
índices, procurando desenvolver modelos mais &#xD;
robustos de estimativa e monitorização do valor nutritivo das pastagens como ferramenta de apoio à tomada de decisão na gestão do solo, das pastagens e do pastoreio.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>DESENVOLVIMENTO DE UMA SOLUÇÃO  DE BAIXO CUSTO PARA ATUALIZAÇÃO  TECNOLÓGICA DE DISTRIBUIDORES  DE ADUBO</title>
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      <name>Amaral, Alexandre</name>
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      <name>Escribano, Carlos</name>
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      <name>Marques da Silva, José</name>
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      <name>Serrano, João</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/37337</id>
    <updated>2026-04-08T09:26:02Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: DESENVOLVIMENTO DE UMA SOLUÇÃO  DE BAIXO CUSTO PARA ATUALIZAÇÃO  TECNOLÓGICA DE DISTRIBUIDORES  DE ADUBO
Authors: Amaral, Alexandre; Escribano, Carlos; Marques da Silva, José; Serrano, João
Editors: Mateus, Carolina
Abstract: O desenvolvimento tecnológico dos últimos &#xD;
anos, impulsionado pelo conceito de Agricultura de Precisão (AP), tem tornado obsoletos muitos equipamentos agrícolas. Este trabalho apresenta uma solução desenvolvida na Universidade de Évora, no âmbito de uma dissertação do mestrado em Tecnologias de Agricultura de Precisão, para compatibilizar o sistema de controlo original (“Ferticontrol”) de um distribuidor de &#xD;
adubo “Vicon RS-EDW” com 20 anos, equipado com células de carga e atuadores elétricos, &#xD;
com um sistema de comando atual proposto &#xD;
pela “Ag Leader”. A solução proposta inclui um microcontrolador de baixo custo e software de código aberto. O desenvolvimento mostrou que é possível implementar esta solução de forma acessível aos agricultores em geral e que existe esta área uma oportunidade de negócio para pequenas empresas de prestação de serviços de base tecnológica. Estas parcerias garantem a inovação e representam uma etapa decisiva na modernização e sustentabilidade da agricultura.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação da estabilidade temporal de zonas homogéneas  de gestão (ZHG) em pastagens permanentes</title>
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      <name>Serrano, João</name>
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      <name>Marques da Silva, José</name>
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    <author>
      <name>Paniágua, L.</name>
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    <author>
      <name>Moral, F.</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/37108</id>
    <updated>2024-07-09T16:39:18Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Avaliação da estabilidade temporal de zonas homogéneas  de gestão (ZHG) em pastagens permanentes
Authors: Serrano, João; Marques da Silva, José; Paniágua, L.; Moral, F.
Editors: Talhinhas, Pedro
Abstract: A Agricultura de Precisão (AP) procura validar ferramentas tecnológicas que permitam captar a variabilidade espacial &#xD;
das culturas e do solo, o que constitui a base para o estabelecimento de zonas homogéneas de gestão (ZHG). Os sensores &#xD;
que medem a condutividade elétrica aparente do solo (CEa) são exemplo destas ferramentas no levantamento da &#xD;
variabilidade espacial das caraterísticas do solo. A estabilidade temporal dos padrões de variabilidade espacial da CEa é &#xD;
essencial para assegurar corretas decisões a médio e longo prazo. Neste estudo, foram usados dois sensores de CEa, um &#xD;
sensor de contacto (Veris 2000 XA) e um sensor de indução eletromagnética (EM-38), em quatro parcelas de pastagens &#xD;
permanentes de sequeiro no Alentejo. O levantamento com o sensor de contacto foi realizado em outubro de 2018 e &#xD;
o levantamento com o sensor de indução foi realizado em setembro de 2020. Este estudo teve como objetivo avaliar a &#xD;
estabilidade temporal dos padrões das ZHG resultantes de medições da CEa com diferentes sensores em diferentes &#xD;
datas. O processamento de dados incluiu a sincronização das coordenadas geográficas obtidas pelos dois sensores em &#xD;
cada parcela e o estabelecimento de ZHG a partir de análise geoestatística, tanto da CEa como da altimetria. Apesar das &#xD;
condições do solo serem diferentes, nomeadamente em termos de humidade, e dos sensores terem uma forma diferente &#xD;
de medição (de contacto versus não contacto), os valores da CEa mostraram correlações estatisticamente significativas &#xD;
em todos os campos experimentais, o que se refletiu na estabilidade dos padrões espaciais das ZHG obtidas. Estes &#xD;
resultados abrem boas perspetivas para futuros desenvolvimentos, os quais deverão ocorrer ao nível dos algoritmos que &#xD;
permitam a validação da variabilidade espacial e da estabilidade temporal da CEa através de amostragem inteligente do &#xD;
solo, conduzindo a recomendações sustentadas ao nível da fertilização ou da correção do solo.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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