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  <updated>2026-07-30T02:37:55Z</updated>
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    <title>German Hanse Merchants in Portugal's foreign trade in the late Middle Ages</title>
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      <name>Miranda, Flávio</name>
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    <updated>2026-06-19T15:47:00Z</updated>
    <published>2026-07-01T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: German Hanse Merchants in Portugal's foreign trade in the late Middle Ages
Authors: Miranda, Flávio
Editors: Boestad, Tobias; Höhn, Philipp
Abstract: O artigo analisa o envolvimento dos mercadores da Hansa germânica no comércio externo português, do final do século XIII ao final do século XV.O artigo analisa o envolvimento dos mercadores da Hansa alemã no comércio externo português, do final do século XIII ao final do século XV. A hipótese central é que esta relação teve amplo alcance geográfico, especialização moderada e baixa probabilidade de conflito. Os hanseáticos dominaram a exportação de sal português — sobretudo de Lisboa e Setúbal para o Báltico —, enquanto os portugueses concentravam o seu comércio na Flandres e na expansão atlântica e africana. Bruges foi o epicentro de uma vasta rede que ligava a Hansa aos mercados europeus. As disputas foram raras e prontamente resolvidas por instituições locais, refletindo uma relação comercial globalmente estável e cooperativa.</summary>
    <dc:date>2026-07-01T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>1438. O mercador e a nação: Os agentes portugueses no estrangeiro</title>
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      <name>Miranda, Flávio</name>
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    <updated>2026-06-19T15:45:02Z</updated>
    <published>2026-05-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: 1438. O mercador e a nação: Os agentes portugueses no estrangeiro
Authors: Miranda, Flávio
Abstract: Entre itinerantes e sedentários, os mercadores portugueses estabeleceram-se em cidades como Harfleur e, sobretudo, Bruges, onde a comunidade surgiu em 1438. Integrados em redes que uniam o mar do Norte, o Atlântico e o Mediterrâneo, ampliaram o horizonte comercial português e estimularam migrações que transformaram a economia do reino.</summary>
    <dc:date>2026-05-31T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>1436. Os portugueses “são nossos amigos com as suas mercadorias”</title>
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      <name>Miranda, Flávio</name>
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    <updated>2026-06-19T15:44:47Z</updated>
    <published>2026-05-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: 1436. Os portugueses “são nossos amigos com as suas mercadorias”
Authors: Miranda, Flávio
Abstract: Com os seus figos secos, uvas passas, azeite, vinho, cera, sal e grã, os portugueses tornaram-se, em vários portos da Europa, “amigos com as suas mercadorias”, como escreveu um autor inglês em 1436. Da Flandres ao Mediterrâneo, estes produtos consolidaram Portugal nas redes comerciais que remodelaram a economia europeia medieval.</summary>
    <dc:date>2026-05-31T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>1353. Boa aliança, amizade e diplomacia económica dos mercadores de Portugal</title>
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      <name>Miranda, Flávio</name>
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    <updated>2026-06-19T15:40:27Z</updated>
    <published>2026-05-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: 1353. Boa aliança, amizade e diplomacia económica dos mercadores de Portugal
Authors: Miranda, Flávio
Abstract: A diplomacia económica teve origem na iniciativa dos mercadores, que negociaram cartas de segurança, privilégios e tratados em Inglaterra, França e Flandres para garantir o acesso a mercados e a circulação de bens. As guerras europeias e a crescente complexidade política levaram à intervenção da Coroa, revelando&#xD;
como o comércio continuou a estruturar alianças e a integrar Portugal nos circuitos económicos da Europa tardo-medieval.</summary>
    <dc:date>2026-05-31T23:00:00Z</dc:date>
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