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  <id>http://hdl.handle.net/10174/636</id>
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    <title>Mecanismos homeostáticos e homeorréticos decorrentes da aclimatização sazonal em bovinos leiteiros de diferente capacidade produtiva</title>
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      <name>Silva, F.</name>
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      <name>Cachucho, L.</name>
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      <name>Matos, C.</name>
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      <name>Conceição, C.</name>
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      <name>Lamy, E.</name>
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      <name>Infante, P.</name>
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      <name>Pereira, A. M. F.</name>
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    <updated>2025-12-10T10:47:50Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Mecanismos homeostáticos e homeorréticos decorrentes da aclimatização sazonal em bovinos leiteiros de diferente capacidade produtiva
Authors: Silva, F.; Cachucho, L.; Matos, C.; Geraldo, A.; Conceição, C.; Lamy, E.; Infante, P.; Pereira, A. M. F.
Editors: Pereira, A.; Sousa, G.; Viana, G.
Abstract: The aim of this study was to compare the physiological responses of dairy cows, Holstein-Frisian breed, with different milk yield potential regarding the seasonal acclimatisation process. Using milk production values adjusted to 305 days in milk, 6 and 7 multiparous cows with a milk yield lower than 9000 kg (BP) and equal or higher that 9000 kg (AP), respectively, were selected. All cows were evaluated during 5 days in summer (P1: heat stress) and winter (P2: thermoneutrality). Black globe temperature (BGT) at sun and shade, respiratory frequency (RF), sweat rate (SR) and rectal temperature (RT) were measured daily. Milk yield was recorded daily, and samples were taken for milk chemistry and somatic cell count determination. In each period a blood sample was taken from every cow for hematologic analysis and triiodothyronine (T3) determination. Period affected BGT, RF, SR, RT, milk composition, haematological parameters, and metabolism (T3). AP had increased milk urea levels and decreased T3 levels in P1 when compared to BP. These results showed that although AP and BP cows had similar first responses to heat (RF and RT), with the acclimatisation process, AP showed higher physiological modifications, decreasing the metabolism, and changing nitrogen pathways.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Diferenças nos conhecimentos dos/as jovens sobre sexualidade em função da orientação sexual</title>
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      <name>Pelixo, Paulo</name>
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      <name>Sampaio, Ana</name>
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      <name>Pereira, Dulce</name>
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    <updated>2025-12-10T10:39:39Z</updated>
    <published>2024-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Diferenças nos conhecimentos dos/as jovens sobre sexualidade em função da orientação sexual
Authors: Pelixo, Paulo; Sampaio, Ana; Pereira, Dulce
Editors: Vieira, Maria Manuela; Vilar, Duarte; Cunha, Vanessa; Ferreira, Tatiana; Pelixo, Paulo; Pinto, Paula; Sampaio, Ana; Pereira, Dulce Gamito
Abstract: A sexualidade é uma dimensão muito importante do desenvolvimento&#xD;
humano (Alonso-Martínez et al. 2021, 172; Leivo et al. 2022,&#xD;
155; Torres-Cortés et al. 2023, 447), com implicações a nível da saúde&#xD;
física e da saúde mental (Barrense-Dias et al. 2020, 166; Morales et al.&#xD;
2018, 340), nomeadamente para os/as jovens (Fernandéz-Rouco et al.&#xD;
2019, 1240).1 Para a promoção de uma vivência positiva da sexualidade,&#xD;
a educação sexual é uma estratégia fundamental (Garzón-&#xD;
-Orjuela et al. 2021, 18; Rasberry et al. 2022, 591). Tratando-se de um&#xD;
processo de ensino e de aprendizagem sobre os aspetos cognitivos,&#xD;
emocionais, físicos e sociais da sexualidade, é fundamental que se&#xD;
promova e divulgue amplamente na sociedade um conjunto de competências,&#xD;
de atitudes e de conhecimentos que são determinantes para&#xD;
uma vivência positiva da sexualidade (UNESCO 2018, 25). Quando&#xD;
aplicada em contexto escolar, a educação sexual constitui uma intervenção&#xD;
de saúde pública (Sell, Oliver e Meiksin 2023, 60; Silva et&#xD;
al. 2022, 11910) que pode influenciar positivamente os/as jovens e promover escolhas saudáveis em relação à sexualidade (Gowen e&#xD;
Winges-&#xD;
Yanez 2014, 791; Seiler-Ramadas et al. 2020, 11080).&#xD;
No entanto, a educação sexual tem sido, muitas vezes, concetualizada&#xD;
e aplicada a partir de perspetivas heterossexistas (Holt 2021,&#xD;
68; Quinlivan 2018, 25), sendo que os programas tendem a não reconhecer&#xD;
de forma significativa os temas relacionados com a orientação&#xD;
sexual (MacEntarfer 2016, 82), invisibilizando e/ou patologizando&#xD;
identidades e comportamentos não heterossexuais (Francis 2017, 56;&#xD;
Gowen e Winges-Yanez 2014, 793; Pampati et al. 2021, 1041). Em&#xD;
Portugal, o tema da orientação sexual tem sido abordado de forma&#xD;
inclusiva na legislação, nomeadamente na Lei n.º 60/2009, que regula&#xD;
a educação sexual nas escolas. Da mesma forma, a proteção dos/as&#xD;
estudantes contra a violência, a discriminação e o bullying, nomeadamente&#xD;
em função da orientação sexual, foram considerados na Lei&#xD;
n.º 51/2012. Desde 2018, no âmbito da Estratégia Nacional para a&#xD;
Igualdade e Não Discriminação, implementaram-se diferentes medidas,&#xD;
nomeadamente em relação ao contexto educacional, de forma a&#xD;
garantir uma maior inclusividade nas escolas (Gato 2022, 21).&#xD;
Contudo, e apesar dos progressos alcançados, o Estudo Nacional&#xD;
sobre o Ambiente Escolar revela que cerca de 75% dos/as jovens&#xD;
inquiridos nunca assistiu a uma abordagem positiva sobre questões&#xD;
LGBTI+ na sala de aula (Pizmony-Levy et al. 2018, 16). Desta forma,&#xD;
são muitas vezes transmitidas mensagens implícitas e explícitas de&#xD;
que as/os jovens LGBTI+ são «diferentes», sendo que essa «diferença»&#xD;
raramente é positiva (Holt 2021, 68). Da mesma forma, o ambiente&#xD;
escolar tende a promover o heterossexismo e a heteronormatividade,&#xD;
desafiando e pressionando alunos/as LGBTI+ (Rawlings 2017, 72).&#xD;
De modo geral, os professores não têm formação profissional sobre&#xD;
questões/necessidades LGBTI+ (Francis 2017, 44; Holt 2021, 68),&#xD;
o que compromete o desenvolvimento de intervenções específicas&#xD;
para estes/as jovens. Neste sentido, as estratégias de educação sexual&#xD;
existentes não correspondem às necessidades de jovens LGBTI+&#xD;
(Gowen e Winges-Yanez 2014, 794), aumentando vulnerabilidades a&#xD;
nível da saúde sexual e reprodutiva destes, porque não é transmitida&#xD;
informação específica relevante para a vivência das suas sexualidades&#xD;
(Garzón-Orjuela et al. 2021, 17; Silva et al. 2022, 11910).&#xD;
A transmissão de conhecimentos baseados em evidências científicas&#xD;
é um aspeto fundamental de muitos programas de educação sexual (Rasberry et al. 2022, 593; Sell, Oliver e Meiksin 2023, 61),&#xD;
tendo já sido demonstrada uma relação positiva entre a educação&#xD;
sexual e o aumento de conhecimentos dos/as jovens sobre sexualidade&#xD;
(Torres-Cortés et al. 2023, 443; UNESCO 2018, 16). O conhecimento&#xD;
sobre sexualidade é um preditor importante para a diminuição&#xD;
de comportamentos sexuais de risco (Fernandéz-Rouco et al. 2019,&#xD;
1241; García-Vásquez, Quintó e Agulló-Tomás 2020, 123; Morales et&#xD;
al. 2018, 339), sendo que menos conhecimentos sobre sexualidade se&#xD;
traduzem em maior vulnerabilidade a nível da saúde sexual e reprodutiva&#xD;
(Fernandéz-García, Gil-Llario e Ballester-Arnal 2021, 1240;&#xD;
Mwamba, Mayers e Shea 2022, 2). Existe, assim, uma relação entre&#xD;
os conhecimentos sobre sexualidade e os comportamentos sexuais de&#xD;
risco (Carvalho et al. 2017, 249; Leivo et al. 2022, 155).&#xD;
A inexistência de intervenções específicas a nível da educação&#xD;
sexual conduz muitos/as jovens não heterossexuais a recorrerem a&#xD;
outras fontes de informação sobre sexualidade e relações sexuais entre&#xD;
pessoas do mesmo sexo, nomeadamente, informação online e pornografia&#xD;
(Gillespie, Armstrong e Ingham 2022, 27; Orte Socias, Sarrablo-&#xD;
-Lascorz e Nevot-Caldentey 2022, 147). Investigação recente sobre&#xD;
esta temática revela que jovens não heterossexuais recorrem mais a&#xD;
informação online do que jovens heterossexuais (Barrense-Dias et al.&#xD;
2020, 168), sendo que o menor acesso a informação fidedigna sobre&#xD;
sexualidade (Silva et al. 2022, 11911) poderá contribuir para as disparidades&#xD;
verificadas em termos da sua saúde sexual e reprodutiva (Cahill&#xD;
et al. 2021, 501; Pampati et al. 2021, 1042).&#xD;
Tendo em conta esta problemática, definimos como objetivo&#xD;
deste estudo a análise das diferenças nos conhecimentos sobre sexualidade&#xD;
dos/as jovens em função da respetiva orientação sexual. Neste&#xD;
estudo, avaliámos os conhecimentos sobre quatro dimensões fundamentais&#xD;
do conhecimento sobre sexualidade (Carvalho et al. 2017,&#xD;
251): métodos contracetivos, infeções sexualmente transmissíveis,&#xD;
corpo e sentimentos e sexualidade.&#xD;
Considerando a informação demográfica recolhida por questionário,&#xD;
a orientação sexual foi, numa primeira etapa classificatória,&#xD;
conceptualizada segundo dois grupos, jovens Heterossexuais (H) e&#xD;
jovens Não Heterossexuais (NH). Numa segunda etapa classificatória&#xD;
e à luz das respostas registadas no referido questionário, a orientação&#xD;
sexual foi classificada segundo seis perfis/categorias de atração sexual: rapazes atraídos por raparigas (RRAP), raparigas atraídas por&#xD;
rapazes (RAPR), rapazes atraídos por rapazes (RR), raparigas atraídas&#xD;
por raparigas (RAPRAP), rapazes atraídos por ambos os sexos (RAS)&#xD;
e raparigas atraídas por ambos os sexos (RAPAS), sendo que as duas&#xD;
primeiras englobam os jovens heterossexuais e as restantes englobam&#xD;
os jovens não heterossexuais.</summary>
    <dc:date>2024-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Constraint Modeling for Forest Management</title>
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      <name>Eloy, Eduardo</name>
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      <name>Bushenkov, Vladimir</name>
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      <name>Abreu, Salvador</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/36242</id>
    <updated>2024-02-06T09:39:38Z</updated>
    <published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Constraint Modeling for Forest Management
Authors: Eloy, Eduardo; Bushenkov, Vladimir; Abreu, Salvador
Editors: Tchemisova, Tatiana; Torres, Delfim; Plakhov, Alexander
Abstract: Forestmanagement is an activity of prime economic and ecological impor2&#xD;
tance. Managed forest areas can span very large regions and their proper manage3&#xD;
ment is paramount to an effective development, in terms both of economic and natural&#xD;
4 resources planning. Amanaged activity consists of individual andmutually indepen5&#xD;
dent policy choices which apply to distinct patches of land—named stands—which,&#xD;
6 as a whole, make up the forest area. A forest management plan typically spans a&#xD;
7 period of time on the order of a century and is normally geared towards the optimisa8&#xD;
tion of economic or environmental metrics (e.g. total wood yield.) In this article we&#xD;
9 present a method which uses a declarative programming approach to formalise and&#xD;
10 solve a long-term forest management problem.We do so based on a freely available&#xD;
11 state-of-the-art constraint programming system,whichwe extend to naturally express&#xD;
12 concepts related to the core problem and efficiently compute solutions thereto.</summary>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Artificial Stress Diffusion in Numerical Simulations of Viscoelastic Fluid Flows</title>
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      <name>Pires, Marília</name>
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      <name>Bodnár, Tomás</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/33731</id>
    <updated>2023-01-30T16:48:34Z</updated>
    <published>2022-08-01T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Artificial Stress Diffusion in Numerical Simulations of Viscoelastic Fluid Flows
Authors: Pires, Marília; Bodnár, Tomás
Editors: Carapau, Fernando; Vaidya, Ashuwin
Abstract: Viscoelastic fluids are quite common in many areas of industrial, environmental, and biomedical fluid mechanics. There exist a number of models describing specific subclasses of these fluids, capturing their various distinct properties. Most of these models are rather complex, relating the stress tensor with the fluid rate of deformation tensor and its history. This is why the mathematical modeling and numerical simulations of viscoelastic fluid flows are some of the most challenging problems of contemporary computational fluid dynamics.</summary>
    <dc:date>2022-08-01T23:00:00Z</dc:date>
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