<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Collection:</title>
  <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/604" />
  <subtitle />
  <id>http://hdl.handle.net/10174/604</id>
  <updated>2026-04-04T19:08:36Z</updated>
  <dc:date>2026-04-04T19:08:36Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Plantas nativas na cidade - repensar os espaços verdes urbanos</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/41541" />
    <author>
      <name>Belo, Anabela</name>
    </author>
    <author>
      <name>Pinto-Cruz, Carla</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/41541</id>
    <updated>2026-02-27T10:37:38Z</updated>
    <published>2023-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Plantas nativas na cidade - repensar os espaços verdes urbanos
Authors: Belo, Anabela; Pinto-Cruz, Carla
Abstract: O projeto Plantas Nativas na cidade –&#xD;
– Repensar os espaços verdes urbanos foi uma etapa importante de uma linha de trabalho do Laboratório de Botânica do MED| Universidade de Évora que visa a utilização&#xD;
de plantas nativas com valor ornamental&#xD;
nas áreas verdes urbanas públicas. Esta abordagem é muito importante enquanto estratégia de conservação da biodiversidade, na medida em que podem funcionar como&#xD;
corredores ecológicos, ligando zonas periurbanas mais naturais, e consomem menos recursos, sobretudo água.</summary>
    <dc:date>2023-12-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Produção de túberas - uma história longa com um final feliz/ Producing desert truflles – a long story with a happy ending</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/41029" />
    <author>
      <name>Santos-Silva, C.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/41029</id>
    <updated>2026-02-10T14:31:19Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Produção de túberas - uma história longa com um final feliz/ Producing desert truflles – a long story with a happy ending
Authors: Santos-Silva, C.
Abstract: As túberas são cogumelos subterrâneos, uma espécie de “frutos” produzidos por fungos quando se reproduzem, por isso não há túberas todo o ano. São muito apreciadas nos países da Bacia do Mediterrâneo, região onde surgem espontaneamente. O crescente prestígio das túberas - devido às suas propriedades nutracêuticas (alimentares e medicinais), elevado teor em proteínas (adequado a uma dieta vegetariana ou vegan) e impacto positivo no meio ambiente (estimulando o crescimento da vegetação e a proteção dos solos) - levou a uma maior procura, pelo que se tornou interessante aumentar a sua produção.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Cultura da alfarrobeira – uma aposta na sustentabilidade agrícola do Alentejo</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/40591" />
    <author>
      <name>Cardoso, Hélia</name>
    </author>
    <author>
      <name>Marques, Mónica</name>
    </author>
    <author>
      <name>Rodrigues, Lénia</name>
    </author>
    <author>
      <name>Campos, Catarina</name>
    </author>
    <author>
      <name>Pires, Rita</name>
    </author>
    <author>
      <name>Rato, Ana Elisa</name>
    </author>
    <author>
      <name>Peixe, Augusto</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/40591</id>
    <updated>2026-01-26T01:14:10Z</updated>
    <published>2025-09-30T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Cultura da alfarrobeira – uma aposta na sustentabilidade agrícola do Alentejo
Authors: Cardoso, Hélia; Marques, Mónica; Rodrigues, Lénia; Campos, Catarina; Pires, Rita; Rato, Ana Elisa; Peixe, Augusto
Abstract: A alfarrobeira, reconhecida pela sua resistência a condições ambientais adversas e pelo elevado valor económico dos seus frutos, tem potencial para se afirmar como uma cultura estratégica no Alentejo, contribuindo simultaneamente para a diversificação agrícola, para a valorização dos recursos genéticos nacionais e para a promoção de práticas agrícolas mais sustentáveis e resilientes às alterações climáticas.</summary>
    <dc:date>2025-09-30T23:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Que Futuro para a Videira Portuguesa?</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10174/40576" />
    <author>
      <name>BÖHM, JORGE</name>
    </author>
    <author>
      <name>Tavares, David</name>
    </author>
    <author>
      <name>Vasconcelos, Carmo</name>
    </author>
    <author>
      <name>Cardoso, Hélia</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10174/40576</id>
    <updated>2026-01-26T01:07:58Z</updated>
    <published>2025-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Que Futuro para a Videira Portuguesa?
Authors: BÖHM, JORGE; Tavares, David; Vasconcelos, Carmo; Cardoso, Hélia
Abstract: A visão atual do setor vitivinícola encontra-se dividida. &#xD;
Atualmente há quem defenda com convicção que a manutenção do status quo das castas e da biodiversidade historicamente adquirida é suficiente para enfrentar os desafios agronómicos através de práticas culturais adequadas e inovadoras. &#xD;
No entanto, é notório o crescente entendimento de que é necessário ir mais além da conservação – explorar a existência de biodiversidade através da prospeção ex situ de fenótipos autóctones anteriormente desvalorizados mas hoje relevantes, ou a introdução de nova biodiversidade através retrocruzamentos dirigidos (introgressão), permitirá obter genótipos com características adaptadas às exigências atuais — resistência, resiliência e sustentabilidade para antecipar a defesa natural em milénios.</summary>
    <dc:date>2025-11-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

