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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <updated>2026-03-24T22:17:13Z</updated>
  <dc:date>2026-03-24T22:17:13Z</dc:date>
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    <title>A afectividade no caminho fenomenológico heideggeriano</title>
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      <name>Borges-Duarte, Irene</name>
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    <updated>2016-03-15T16:57:24Z</updated>
    <published>2015-08-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A afectividade no caminho fenomenológico heideggeriano
Authors: Borges-Duarte, Irene
Editors: Alves, Pedro; Borges-Duarte, Irene
Abstract: A fenomenologia heideggeriana da afectividade e dos afectos, iniciada no período anterior a Ser e Tempo, prolonga-se nos seus traços característicos até ao final dos anos 30. O presente trabalho defende que desde o seu nascimento, no contexto da tradução das afectiones de Agostinho de Hipona, o conceito de Befindlichkeit marca o momento inicial da dinâmica da compreensão estruturante da existência, que se manifesta quer ao nível ontológico de Grundstimmungen (como a angústia, o tédio ou a reserva), quer ao nível ôntico das diferentes Stimmungen fácticas. A análise exemplar destas revela sempre a tríplice referência a um Wovor, a um Worum e ao exercer-se (Vollzug) do compreender afectivo como tal ou tal afecto fáctico. Em Ser e Tempo, esta análise é feita a propósito do temor, nas suas diferentes variantes. Mas a referência a este fenómeno já aparecia como tal nas Lições sobre Agostinho (1921) e reaparecerá, noutro contexto, nos Beiträge (1936-38). A leitura deste percurso servirá de base à defesa do carácter fenomenológico do caminho heideggeriano.</summary>
    <dc:date>2015-08-31T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>“Winnicott para André Green: Detalhes duma homenagem”</title>
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      <name>Borges-Duarte, Irene</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/18108</id>
    <updated>2016-03-15T16:30:56Z</updated>
    <published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: “Winnicott para André Green: Detalhes duma homenagem”
Authors: Borges-Duarte, Irene
Abstract: São vários os textos que André Green dedicou a Winnicott, no âmbito da Squiggle Foundation, nos quais mostra considerá-lo «o mais importante contributo do período pós-freudiano» e uma extraordinária «explosão criativa». Nessa leitura pesa não só o papel de Winnicott como «autêntico líder do grupo do meio», mas sobretudo a sua introdução de novos instrumentos conceptuais, a partir dos quais Green elabora alguns dos seus. A base dessa leitura encontra-a em a Natureza humana. O presente trabalho procura mostrar o que Green considera serem os 3 principais vectores teóricos do pensamento de Winnicott, enquadradores dos novos conceitos: o primado da relação com a realidade, a integração do self como unidade, a partir do estado de não-integração e o alojamento ou localização da psique no corpo.</summary>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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