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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/3370</id>
  <updated>2026-04-04T05:56:18Z</updated>
  <dc:date>2026-04-04T05:56:18Z</dc:date>
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    <title>VIROLOGIA: Protocolos das Aulas Práticas, Ano letivo 2025/26.</title>
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      <name>Materatski, P</name>
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    <author>
      <name>Sousa, Ana Catarina</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/41414</id>
    <updated>2026-02-23T15:40:39Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: VIROLOGIA: Protocolos das Aulas Práticas, Ano letivo 2025/26.
Authors: Materatski, P; Sousa, Ana Catarina
Abstract: A Unidade Curricular (UC) de Virologia (BIO12418L), é uma UC obrigatória para a&#xD;
Licenciatura em Biologia Humana, sendo oferecida como optativa aos cursos de&#xD;
Biologia, Bioquímica e Biotecnologia.&#xD;
Esta UC compreende, para além das aulas teóricas, uma componente teórico-prática e&#xD;
uma componente de prática-laboratorial, nas quais se pretende demonstrar os&#xD;
conceitos abordados nas teóricas, utilizando ferramentas usadas rotineiramente em&#xD;
virologia e aplicando os procedimentos práticos em material biológico de baixo risco de&#xD;
contaminação para o operador e para o ambiente. Assim, os protocolos aqui descritos,&#xD;
incluem as principais etapas realizadas num laboratório de virologia, desde a inoculação&#xD;
viral, à purificação e identificação viral, com recurso a plantas e aos seus plantas. Uma&#xD;
vez que os protocolos usados em vírus de plantas são transversais aos restantes vírus,&#xD;
os estudantes apreendem de forma segura e sem riscos, as principais metodologias&#xD;
usadas rotineiramente num laboratório de virologia.&#xD;
Este manual descreve os protocolos a realizar nas aulas práticas no ano letivo de&#xD;
2024/25.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Biologia de Vertebrados - Protocolos Cl. Aves</title>
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      <name>Rabaça, João</name>
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    <updated>2026-02-23T11:23:17Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Biologia de Vertebrados - Protocolos Cl. Aves
Authors: Rabaça, João
Abstract: Protocolos das aulas PL sobre Cl. Aves.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Fauna Ibérica e Insular</title>
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      <name>Mira, António</name>
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    <updated>2026-02-04T10:27:24Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Fauna Ibérica e Insular
Authors: Mira, António
Abstract: Este livro estabelece a base biofísica necessária para compreender a biodiversidade da Península Ibérica e dos arquipélagos atlânticos, argumentando que o estudo do relevo, geologia e clima é o alicerce indispensável do conhecimento faunístico.&#xD;
Detalha a complexa formação geológica da Península, desde a consolidação do Maciço Ibérico na Orogenia Varisca até à configuração moderna definida pela Orogenia Alpina, que ergueu as grandes cordilheiras e criou bacias sedimentares. Esta matriz geológica condiciona a hidrografia, caracterizada por uma rede de drenagem predominantemente atlântica e um regime fluvial de extremos sazonais.&#xD;
Climaticamente, destaca o contraste entre a "Ibéria Húmida" (Norte) e a "Ibéria Seca", o que determina a fronteira entre as duas grandes regiões biogeográficas: a Eurosiberiana e a Mediterrânica. Paralelamente, os arquipélagos da Macaronésia (Açores, Madeira, Canárias) são apresentados como laboratórios evolutivos distintos, onde a biodiversidade resulta de dispersão e radiação adaptativa em isolamento vulcânico, contrastando com a vicariância continental.&#xD;
Um ponto central é o papel das Glaciações Quaternárias. A Península Ibérica, devido à sua topografia complexa, funcionou como um refúgio glacial vital ("refúgio dentro do refúgio") para a biota europeia. Este isolamento histórico fomentou uma elevada taxa de endemismo e moldou a estrutura genética das populações atuais.&#xD;
Em síntese, define a Península Ibérica como simultaneamente um "museu", que preserva linhagens antigas, e um "berço" de novas espécies, alertando que a conservação deste património exige uma compreensão profunda da sua história evolutiva e biogeográfica.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Soil Organic Matter as a Global Metric for Soil Health: Integrating Soil Biology and Agro-Ecosystem Management</title>
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      <name>Brito, Isabel</name>
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      <name>Goss, Michael J.</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/39621</id>
    <updated>2025-11-17T15:22:28Z</updated>
    <published>2025-07-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Soil Organic Matter as a Global Metric for Soil Health: Integrating Soil Biology and Agro-Ecosystem Management
Authors: Brito, Isabel; Goss, Michael J.
Abstract: Soil is fundamental to sustaining life on Earth, supporting agricultural productivity, water and climate regulation and habitat for biodiversity. Increasing pressures from agricultural intensification, climate change, and land-use changes pose existential threats to our soils as well as impairing their quality or health. Both these terms are subject to considerable criticism. Consequently, accurate measurement and monitoring are essential actions to support more informed research guidelines and policies towards sustainable land management.&#xD;
Soil microorganisms play a crucial role in maintaining soil health by driving organic matter decomposition and nutrient cycling, soil structure formation, synthesis of bioactive compounds and promotion of plant growth. However, measuring microbial diversity and activity remains challenging because of the complexity of soil ecosystems, spatial and temporal variability, and technical limitations. While techniques like amplicon metagenomics and enzyme activity assessments provide valuable insights, their cost and operational procedures hinder large-scale application. &#xD;
Soil microbial activity is coupled with soil organic matter (SOM) content, which supplies the habitat, nutrients, and energy required for microbial growth. SOM and its transformations are shaped by and essential to microbial life. Predominantly related to soil microbial activity, SOM is easier to assess and can act as an indirect yet robust proxy for soil biological health and ecosystem function. Additionally, SOM also reflects important chemical and physical dimensions of soil health, serving as an operational and integrative indicator of soil quality. Advances in analytical methods, such as spectroscopic techniques and remote sensing, now allow for accurate and cost-effective quantification and monitoring of SOM. Observations made globally and over time provide a comprehensive understanding of patterns across different regions, reflecting environmental changes, different land uses and cropping systems. Access to such data helps identify emerging issues, track progress, and implement solutions that are both relevant and scalable, ensuring that policies are adaptive and impactful. We cannot afford to wait for the perfect set of indicators of soil health to address environmental and agronomic challenges. Delaying political action risks deepening the crisis and missing crucial opportunities for change. When it comes to selecting a soil health indicator, SOM is certainly the most comprehensive and one of the easiest to measure. Adopting SOM as a global metric for soil health is a practical and scientifically grounded approach. Its ability to capture key soil functions, combined with advancements in measurement technology, makes SOM a pivotal tool for safeguarding soil quality, enhancing ecosystem resilience, and ensuring long-term food security</summary>
    <dc:date>2025-07-31T23:00:00Z</dc:date>
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