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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/18334</id>
  <updated>2026-04-07T14:03:28Z</updated>
  <dc:date>2026-04-07T14:03:28Z</dc:date>
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    <title>Heritage processes: rituals, spirits and pantheons</title>
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      <name>Santos, José Rodrigues dos</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/40014</id>
    <updated>2025-12-19T00:29:16Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Heritage processes: rituals, spirits and pantheons
Authors: Santos, José Rodrigues dos
Abstract: In the first part of this study, I adopted the proposition, previously put forward by other scholars (see, for example, the Colloquium Chastel 1990), that there is a correlation between heritage and the sacred. I then examined the similarities between the processes of patrimonialisation and sacralisation. &#xD;
This idea led me to examine Chastel's analysis of the sacrificial nature of patrimonialisation, accepting its presuppositions (relationship to the sacred, consecration ritual) but challenging the idea that sacrificial objects are the costs of heritage conservation. In this first part, I have shown that the sacrificial object can only be the heritage object itself, while at the same time trying to demonstrate that the famous Denkmalkultus (Riegl) is not a cult of the monument, but a cult of memory to which the monument is consecrated. The monument thus appears in the cult of the monument as an object of mediation between society (and its privileged agents in charge of the cult) and the extra-natural entities to which the sacrifice is addressed. As a first approximation, and to evoke P. Nora's expression (“lieux de mémoire”), I have called these entities the “gods of memory”.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>7. Emancipação feminina - uma escala pela antropologia</title>
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    <author>
      <name>Santos, José Rodrigues dos</name>
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    <updated>2024-04-19T15:36:48Z</updated>
    <published>2023-11-06T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: 7. Emancipação feminina - uma escala pela antropologia
Authors: Santos, José Rodrigues dos
Abstract: O impacto extraordinário que viria a ter, quase de imediato, a legalização da contracepção oral (primeiro, comparticipada pela Segurança Social e em seguida, gratuita!), escapou, segundo Françoise Héritier1, aos que foram responsáveis pela decisão política. Já citámos - e relembramos - o "paradoxo" que espanta FH: "A concessão paradoxal às mulheres do instrumento da sua emancipação".&#xD;
"Este instrumento de emancipação foi concedido às mulheres praticamente por engano (...) No espírito dos parlamentares, o acesso à contracepção era um meio de regulação dos nascimentos que ia ser confiado à mulheres, nunca uma alavanca para acederem à autonomia e à liberdade". O efeito mais importante à escala global foi o de potenciar o decréscimo da taxa de natalidade, que outros factores (como o crescente acesso das mulheres à educação e ao mercado do trabalho) já tinham lançado. Em todos os países ocidentais, de onde partiu a "revolução" reprodutiva, a natalidade desceu abaixo do nível de renovação das gerações. Efeito macrossocial que, por resultar da agregação de decisões individuais, passou despercebido dos agentes, nomeadamente das mulheres e dos seus companheiros.</summary>
    <dc:date>2023-11-06T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>2.- Uma visão "materialista" da emancipação das mulheres (2ª parte)</title>
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    <author>
      <name>Santos, José Rodrigues dos</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/36523</id>
    <updated>2024-03-21T17:03:20Z</updated>
    <published>2023-09-04T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: 2.- Uma visão "materialista" da emancipação das mulheres (2ª parte)
Authors: Santos, José Rodrigues dos
Abstract: A acompanhar a melhoria que acima evocámos, (ver nota*) com desfasamentos variáveis no tempo e no espaço, veio a das condições materiais gerais de existência (não específicas da condição feminina) que também já fomos evocando antes (fim das fomes recorrentes, progressos da medicina, melhoria das habitações - água corrente, esgotos e bem mais tarde, é certo, a electrificação). Menos facilmente percepcionado foi o paralelismo entre o aumento da produtividade industrial (mecanização, automatização) e o aumento da produtividade do trabalho doméstico, que foi difícil considerar como verdadeiro trabalho. O acesso à rede eléctrica e a mecanização de muitas tarefas domésticas marcaram um salto tecnológico (e o consequente aumento da produtividade) que terá tido lugar na segunda metade do século XX. Acrescentado ao movimento que vinha de longe, foi ele que libertou em proporções decisivas o tempo de trabalho doméstico que pesava sobre as mulheres e tornou possível a aceleração do seu ingresso em massa no mercado do trabalho assalariado (com taxas de actividade que de 33% no início do século XX sobem para quase 80% no presente).</summary>
    <dc:date>2023-09-04T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>3. Emancipações femininas: vistas de cima, vistas de baixo (3ª parte)</title>
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      <name>Santos, José Rodrigues dos</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/36503</id>
    <updated>2024-03-21T16:24:26Z</updated>
    <published>2023-09-25T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: 3. Emancipações femininas: vistas de cima, vistas de baixo (3ª parte)
Authors: Santos, José Rodrigues dos
Abstract: A descrição da "condição feminina" e dos factores materiais que a delimitavam, que retomo nos seus traços gerais do discurso de Véra Nikolski (VN), enferma de uma dupla lacuna: (i) a não consideração das profundas diferenças de classe que fazem da noção de "condição feminina" genérica algo de abstracto e de injusto. Ora, um parâmetro comum a todos o estratos sociais existe: são mulheres que engravidam e dão à luz. Mas entre as mulheres da burguesia e as mulheres das classes populares , as condições materiais de todos os momentos do processo de reprodução biológica e da criação dos filhos, criam um fosso incomensurável entre as classes. (ii) o apagamento do contributo essencial das mulheres para o conjunto da vida social, desde as sociedades pré-industriais e na fase da industrialização que precede a transformação tecnológica do ambiente doméstico, que uma visão excessivamente vitimista transmite.</summary>
    <dc:date>2023-09-25T23:00:00Z</dc:date>
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