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    <title>Um esboço de sistematização da cerâmica pintada a vermelho no Garb al-Andalus: diacronia, difusão, grupos estilísticos e centros produtores</title>
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    <updated>2026-09-03T15:28:59Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Um esboço de sistematização da cerâmica pintada a vermelho no Garb al-Andalus: diacronia, difusão, grupos estilísticos e centros produtores
Authors: Gómez-Martínez, Susana; LIBERATO, Marco; CATARINO, Helena; CAVACO, Sandra; COVANEIRO, Jaquelina; FERNANDES, Isabel Cristina; GOMES, Ana Sofia; GONCALVES, Maria José; INÁCIO, Isabel; LOPES, Gonçalo; SANTOS, Constança; BUGALHAO, Jacinta
Abstract: A vulgarização da pintura como opção ornamental na cerâmica, constitui um dos traços mais evidentes da renovação das produções ocorrida na sequência da conquista islâmica da Península Ibérica. As versões de tom vermelho, bastante mais raras no registo arqueológico ocidental, denunciam centros especializados de manufatura e distribuição, pelo que estaremos perante produtos de consumo restrito, pelo menos nos períodos cronologicamente mais recuados.&#xD;
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Uma abordagem integrada aos aspetos estilísticos dessas cerâmicas, em conjunto com as cronologias da sua divulgação e contributos arqueométricos, parece permitir um mapeamento mais rigoroso do impacto e da diacronia do processo de islamização. Aspetos como as nuances regionais da sua difusão ou o compassado surgimento de novos ateliers dedicados à sua produção, completam a base empírica que sustentou este ensaio.&#xD;
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Pretendeu-se assim avançar para além do interesse essencialmente arqueográfico que estas produções têm despertado, identificando e problematizando, ainda que preliminarmente, algumas das suas potencialidades como fonte de conhecimento histórico.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>German Hanse Merchants in Portugal's foreign trade in the late Middle Ages</title>
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      <name>Miranda, Flávio</name>
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    <updated>2026-06-19T15:47:00Z</updated>
    <published>2026-07-01T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: German Hanse Merchants in Portugal's foreign trade in the late Middle Ages
Authors: Miranda, Flávio
Editors: Boestad, Tobias; Höhn, Philipp
Abstract: O artigo analisa o envolvimento dos mercadores da Hansa germânica no comércio externo português, do final do século XIII ao final do século XV.O artigo analisa o envolvimento dos mercadores da Hansa alemã no comércio externo português, do final do século XIII ao final do século XV. A hipótese central é que esta relação teve amplo alcance geográfico, especialização moderada e baixa probabilidade de conflito. Os hanseáticos dominaram a exportação de sal português — sobretudo de Lisboa e Setúbal para o Báltico —, enquanto os portugueses concentravam o seu comércio na Flandres e na expansão atlântica e africana. Bruges foi o epicentro de uma vasta rede que ligava a Hansa aos mercados europeus. As disputas foram raras e prontamente resolvidas por instituições locais, refletindo uma relação comercial globalmente estável e cooperativa.</summary>
    <dc:date>2026-07-01T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>1438. O mercador e a nação: Os agentes portugueses no estrangeiro</title>
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    <updated>2026-06-19T15:45:02Z</updated>
    <published>2026-05-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: 1438. O mercador e a nação: Os agentes portugueses no estrangeiro
Authors: Miranda, Flávio
Abstract: Entre itinerantes e sedentários, os mercadores portugueses estabeleceram-se em cidades como Harfleur e, sobretudo, Bruges, onde a comunidade surgiu em 1438. Integrados em redes que uniam o mar do Norte, o Atlântico e o Mediterrâneo, ampliaram o horizonte comercial português e estimularam migrações que transformaram a economia do reino.</summary>
    <dc:date>2026-05-31T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>1436. Os portugueses “são nossos amigos com as suas mercadorias”</title>
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      <name>Miranda, Flávio</name>
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    <updated>2026-06-19T15:44:47Z</updated>
    <published>2026-05-31T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: 1436. Os portugueses “são nossos amigos com as suas mercadorias”
Authors: Miranda, Flávio
Abstract: Com os seus figos secos, uvas passas, azeite, vinho, cera, sal e grã, os portugueses tornaram-se, em vários portos da Europa, “amigos com as suas mercadorias”, como escreveu um autor inglês em 1436. Da Flandres ao Mediterrâneo, estes produtos consolidaram Portugal nas redes comerciais que remodelaram a economia europeia medieval.</summary>
    <dc:date>2026-05-31T23:00:00Z</dc:date>
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