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    <title>Mar de Névoas. Ecofestival de Montejunto 1ª edição</title>
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      <name>Vizcaíno, Emilia</name>
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    <updated>2026-02-23T11:26:12Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Mar de Névoas. Ecofestival de Montejunto 1ª edição
Authors: Vizcaíno, Emilia; Filipe, Rui; Ilhéu, Maria; Dimas, Samuel; Gomes, Carla; Borges, Paulo; Tarasova, Iryna
Abstract: A Serra de Montejunto detém uma atmosfera anímica própria, uma intensidade expressiva que ressalta de mínimos e impercetíveis pormenores, de perceções e apropriações efémeras, transitórias e irrepetíveis,&#xD;
camufladas pelos cambiantes da luz e das sombras, pelas mutações das cores, dos sons, das formas e dos cheiros que coabitam no espaço, sem hierarquia. Detém uma dimensão heurística, uma força telúrica em que&#xD;
cada elemento natural se converte numa descoberta e num estímulo para formular um pensamento crítico ou um ato criativo.&#xD;
Considerando a sensibilidade da área e os valores em presença, impõe-se aos municípios de Alenquer e Cadaval a adoção de políticas públicas e medidas de gestão e de sensibilização ambiental concretas e eficazes, que permitam a salvaguarda da serra sem impedir o seu usufruto por parte da população.&#xD;
O Ecofestival de Montejunto representa a sacralização dos valores&#xD;
naturais, culturais e paisagísticos que a AMAC consagra à Paisagem&#xD;
Protegida da Serra do Montejunto, criando, através de um delicado&#xD;
equilíbrio de intercâmbios recíprocos, um território de encontros&#xD;
assente numa ética própria e numa consciência ambiental e ecológica&#xD;
cada vez mais consolidada.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Entre Florestas e Oceanos: diálogos naturais luso-brasileiros</title>
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      <name>Lima, Ernane</name>
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    <updated>2025-08-27T22:56:05Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Entre Florestas e Oceanos: diálogos naturais luso-brasileiros
Authors: Lima, Ernane; Sobrinho, José; Pereira, Marízia
Editors: Lima, Ernane; Sobrinho, José; Pereira, Marízia
Abstract: A presente obra intitulada ENTRE FLORESTAS E OCEANOS: DIÁLOGOS NATURAIS LUSO-BRASILEIROS está inserida em um conjunto de ações estratégicas que demandam esforços da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), do Programa de Pós-graduação em Geografia da UVA e, certamente, das instituições parceiras, Universidade de Évora e Universidade de Lisboa, em promover e oportunizar divulgações de pesquisas qualificadas. Importante contextualizar tal parceria. De início, apontamos a UVA sendo a maior e mais importante instituição de ensino superior localizada na porção Noroeste do Estado Ceará, pioneira tanto na formação de licenciandos, como em áreas específicas do conhecimento. Assim, tal reconhecimento já permite à UVA se projetar como instituição que pode oferecer, também, importante contribuição no cenário nacional e internacional. No que se refere à pós-graduação, esta é considerada uma área prioritária no âmbito da instituição. Neste ínterim, tem como foco fazer avançar o conhecimento sobre os sistemas naturais e sobre as relações socioterritoriais do semiárido nordestino e das suas complexidades locais e regionais, sob as mais diversas óticas geográficas, sendo imprescindível ao desenvolvimento regional, contudo, dialogando com atores internacionais. Nesta projeção, dialogou com pesquisadores renomados da Rede Norte-Nordeste da Pós-Graduação em Geografia – RENNEGEO, da Rede Internacional Nós Propomos de Educação Geográfica – RNP (IGOT-Lisboa) e Rede de Pesquisa e Extensão do Semiárido – REPES/CNPq, presentes nesta obra. Em nível de Programa de Pós-Graduação, o PROPGEO/UVA vem construindo e firmando parcerias e diálogos visando “Fomentar a construção, a implementação e a consolidação de planos estratégicos de internacionalização na UVA, considerando mobilidade acadêmica, formação de recursos humanos, produção acadêmica qualificada, redes de pesquisa, atividades de ensino, extensão e inovação tecnológica que possibilitem a inserção da UVA no ambiente internacional” (2023, p. 11). O PDI da UVA também destaca como meta “Firmar Termo de Cooperação e Convênios com IES no Brasil e no Exterior” (2018, p. 49). Tal projeção nos fez propiciar pesquisas juntamente com colegas da Universidade de Évora, da Universidade de Lisboa e Redes de Pesquisas, instituindo convênios e práticas acadêmicas que resultaram em selecionar elementos importantes para concretizar e materializar o presente livro. Prof. Dr. Ernane Cortez Lima Prof. Dr. José Falcão Sobrinho Rede de Pesquisa e Extensão do Semiárido/RPES/CNPq Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual Vale do Acaraú/UVA.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Entre Florestas e Oceanos: diálogos naturais luso-brasileiros</title>
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    <updated>2025-08-27T13:20:18Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Entre Florestas e Oceanos: diálogos naturais luso-brasileiros
Authors: Lima, Ernane; Sobrinho, José; Pereira, Marízia
Editors: Lima, Ernane; Sobrinho, José; Pereira, Marízia
Abstract: A presente obra nos traz uma imersão no tempo quando se traduz em       pensar a relação do Brasil com Portugal ao longo de nossa formação territorial. Contudo, cabe aqui nos determos em reflexões de ordem teórica e conceituais que nos oferece a expressiva obra intitulada de ENTRE FLORESTAS E OCEANOS: DIÁLOGOS NATURAIS LUSO-BRASILEIROS. Destacamos inicialmente que não se trata de um monólogo, pois na prática o diálogo foi efetuado em campo de pesquisa e aqui registados. Composto por sete capítulos, iniciamos por observar que os pesquisadores Ernane Cortez Lima e Marízia Clara de Menezes Dias Pereira nos trazem a caracterização geomorfológica ao longo de um perfil longitudinal na costa oeste do litoral de Camocim-CE-Brasil, em especial em campo de dunas e todos os seus envoltórios sobre os quais a natureza permite debruçar. O segundo capítulo enfoca uma participação conjunta de colegas que compõem o Projeto Nós Propomos, colocando em discussão teórica e metodológica o etnoconhecimento como nova categoria a ser buscada no ensino de Geografia. Isto posto, através dos autores Rejane Maria Lima Sousa, Raimundo Lenilde de Araújo, Sérgio Claudino Loureiro Nunes e José Falcão Sobrinho. No terceiro capítulo os autores retratam com primazia a CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO NÓS PROPOMOS! e a sua abrangência no Brasil. O relato é proporcionado por Miguel da Silva Neto, Sergio Claudino Loureiro Nunes, Raimundo Lenilde de Araújo e José Falcão Sobrinho. No quarto capítulo a profa. Marízia, da Universidade de Évora, enfoca a sua experiência ao longo de seus estudos no Brasil e nos remete a comparação com Portugal através de seu artigo sobre o uso do solo e vegetação, diversidade biológica e potencialidades de uso em Portugal e Brasil. A seguir, no quinto capítulo, as autoras, Rute Sousa Matos e Paula Maria da Silva Simões, nos conduzem por uma rica e sistemática leitura sobre a categoria Paisagem, trazendo renomados autores e exemplos de casos. Seguindo a linha da percepção da Paisagem, o sexto capítulo perfaz uma discussão sobre o que se sabe da água, através das autoras Sofia Capelo e Maria José Barão. Tal reflexão acompanha um estudo de caso. O sétimo capítulo, intitulado A importância da conservação da biodiversidade e a ameaça de invasões biológicas - caso de estudo de Cabeção (Portugal Continental), de autoria de Renato Ornelas e Silvia Ribeiro, possibilita continuarmos discutindo a questão da água, sendo numa perspectiva de áreas ribeirinhas. Importante ressaltar que as zonas ribeirinhas são de extrema importância, pois nos reservam habitats dinâmicos e complexos do planeta. No oitavo capítulo, os autores Alexandre Luiz Rauber e José Mauro Palhares nos conduzem à região do Norte do Brasil, convidando os leitores a conhecerem as riquezas geográficas e biológicas através das unidades das paisagens amapaense, no contexto natural e de sua pluralidade na organização territorial. E, por fim, no nono capítulo, intitulado Rosmaninhos do sul de Portugal: perfil químico e propriedades biológicas das suas essências, é possível perceber um elemento da natureza e o seu potencial de exploração econômica. Trata-se das lavandas e rosmaninhos, pertencentes ao género Lavandula abrangente na indústria cosmética e perfumaria, como também na indústria alimentar e farmacêutica. Foi exposto pelos autores Sílvia Macedo Arantes, A. Teresa Caldeira, Marízia Pereira e M. Rosário Martins. &#xD;
Prof.ª Dra. Cleire Lima da Costa Falcão, Universidade Estadual do Ceará /UECE, Rede de Pesquisa e Extensão do Semiárido/RPES/CNPq.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Recursos naturais – uso do solo e vegetação diversidade biológica e potencialidades de uso em Portugal e Brasil. Casos de estudo.</title>
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      <name>Pereira, Marízia</name>
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    <updated>2024-12-10T09:40:45Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Recursos naturais – uso do solo e vegetação diversidade biológica e potencialidades de uso em Portugal e Brasil. Casos de estudo.
Authors: Pereira, Marízia
Editors: Lima, Ernane; Sobrinho, José; Pereira, Marízia
Abstract: De acordo com a Convenção Europeia da Paisagem (Conselho da Europa, 2000), adotada em Florença em 20 de outubro de 2000 e subscrita por Portugal, a paisagem é uma parte do território utilizada pelo homem, resultante da ação e interação de fatores naturais e culturais. O conceito de paisagem engloba os aspetos naturais e os culturais, que ajudam a apreciar e a perceber um espaço geográfico nas suas inúmeras formas de observação. Resulta da interação espacial e temporal do homem com o ambiente, tendo em conta a multiplicidade de situações e a criatividade (Green, 2000). Do ponto de vista científico, existem inúmeras definições de paisagem, que foram evoluindo de forma independente em vários países, com abordagens diferentes. A paisagem atual é complexa e dinâmica, resultante de muitos fenómenos que herdamos do passado, que estão a acontecer no presente e irão ocorrer no futuro. Está em constante evolução e transformação, não só pela ação antrópica, mas também por influência dos elementos da natureza ao longo dos tempos. Reflete a realidade ambiental nos aspetos geológicos, climáticos e edáficos locais e simultaneamente resume e revela a história dos processos biológicos e antrópicos que aconteceram.</summary>
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