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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/211</link>
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    <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 23:32:55 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-08T23:32:55Z</dc:date>
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      <title>Desenvolvimento de um cenário imersivo e interativo para o ensino da Anatomia Veterinária</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/39058</link>
      <description>Title: Desenvolvimento de um cenário imersivo e interativo para o ensino da Anatomia Veterinária
Authors: Lança, M.J.; Alegre, L.; Faustino, A.I.
Abstract: O desafio do ensino da Anatomia Veterinária tem sido uma constante ao longo dos anos, devido a diversos fatores dos quais se destacam o número crescente de estudantes que acedem ao curso, a evolução do estatuto legal dos animais de companhia e ainda o conhecimento dos deveres dos seus detentores. &#xD;
Neste sentido, nos últimos anos tem-se assistido ao desenvolvimento de novas práticas pedagógicas no ensino da Anatomia, as quais têm substancialmente reduzido o número de aulas nas quais é utilizado um cadáver animal. Esta prática, embora fundamental, é nos dias de hoje encarada como uma etapa final da aprendizagem numa situação de privilégio, na qual o estudante após praticar em modelos anatómicos e virtuais, acede ao cadáver para ultimar e demonstrar as “hands-on skills” que adquiriu ao longo da UC, na medida em que a sensação tátil que permite a perceção de força, textura, tensão e temperatura é importante no desenvolvimento de competências na área da medicina veterinária.   &#xD;
Conscientes destes desafios, e porque os temos experienciado na Universidade de Évora, as docentes da UC Anatomia I aceitaram a proposta de integrar um projeto com o objetivo de criar uma experiência imersiva para formação avançada, nomeadamente no âmbito da UC que lecionam no Mestrado Integrado em Medicina Veterinária. Esta experiência imersiva foi integrada no PIXEL (Pluridisciplinary Immersive eXperiences for Education and Learning), projeto co-financiado pelo programa COMPETE2020/SAMA no qual um dos objetivos foi a criação de experiências imersivas para formação avançada, assim como a criação de um laboratório de experiências imersivas equipado com tecnologia de realidade virtual e aumentada e de “motion capture”, permitindo o desenvolvimento e dinamização de experiências imersivas com aplicações na educação, formação profissional e investigação.</description>
      <pubDate>Wed, 09 Jul 2025 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/39058</guid>
      <dc:date>2025-07-09T23:00:00Z</dc:date>
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      <title>Ensino Da Miologia Veterinária: Do Modelo ao Cadáver</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/38314</link>
      <description>Title: Ensino Da Miologia Veterinária: Do Modelo ao Cadáver
Authors: Lança, M.J.; Faustino-Rocha, A.I.
Abstract: A Anatomia é a ciência que estuda a forma, a estrutura, a disposição e as relações das estruturas que constituem o organismo. A palavra “Anatomia” deriva do termo grego “Anatome”, formado por “Ana” que significa “em partes” e “tome” que significa “corte”. Se é correto que a Morfologia do organismo animal se mantém, de certo modo, inalterada nos seus conceitos fundamentais e na descrição geral dos sistemas e aparelhos, também é lícito afirmar-se que os estudantes têm uma certa relutância e dificuldade na sua aprendizagem. Para eles, a morfologia descritiva é isso mesmo, um conjunto de conceitos e de termos complexo e demasiado vasto.  Este problema agrava-se na medida em que qualquer unidade curricular de Anatomia é ministrada nos primeiros semestres do curso de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária. &#xD;
Sendo a Anatomia uma unidade curricular fundamental no currículo dos cursos médicos, é natural que se recorra inevitavelmente à disseção de cadáveres. Todavia, a utilização do cadáver não deve ser o primeiro objeto de estudo para os alunos. Na realidade, em Portugal, encontra-se em vigor o Decreto-Lei nº 113/2013, que é uma transposição da Diretiva Europeia nº 2010/63/EU, e tem como principal objetivo a proteção dos animais utilizados para fins científicos ou educativos. De acordo com este Decreto-Lei, a utilização de animais para fins científicos ou educativos só deverá ser considerada quando não existir uma alternativa não animal.&#xD;
A situação de pandemia por COVID-19 teve um sério impacto na educação em todos os níveis de ensino, mas foi também uma janela de oportunidade para a rápida transição das aulas teóricas, teórico-práticas e práticas do ensino médico para o modo de ensino online, com recurso a plataformas digitais, como o Zoom ou o Microsoft Teams, o que contribuiu para o desenvolvimento de ferramentas alternativas à utilização de cadáveres. Aliando a impossibilidade de aulas práticas presenciais e procurando reduzir a utilização e cadáveres, surgem alternativas como sejam os modelos in silico para o ensino da Anatomia, a utilização de atlas com imagens de cadáveres dissecados, visualização de vídeos de cadáveres dissecados, utilização de softwares com representações tridimensionais dos músculos, onde é possível não só observar a estrutura dos músculos, mas também identificar as suas inserções e perceber as suas funções.&#xD;
A perceção dos alunos relativamente ao ensino e aprendizagem da miologia veterinária durante o período de pandemia por COVID-19 foi avaliada por meio de um inquérito, revelando este trabalho as respostas dos alunos sobre as metodologias adotadas em sede de aula prática.</description>
      <pubDate>Fri, 30 Jun 2023 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/38314</guid>
      <dc:date>2023-06-30T23:00:00Z</dc:date>
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      <title>Rumo ao Mar: Avaliação Da Migração De Juvenis De Salmão-do-Atlântico (Salmo salar, L.) Na Bacia Hidrográfica Do Rio Minho” in XI Simpósio Ibérico Sobre A Bacia Hidrográfica Do Rio Minho</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/37706</link>
      <description>Title: Rumo ao Mar: Avaliação Da Migração De Juvenis De Salmão-do-Atlântico (Salmo salar, L.) Na Bacia Hidrográfica Do Rio Minho” in XI Simpósio Ibérico Sobre A Bacia Hidrográfica Do Rio Minho
Authors: Silva, S.; Alexandre, CM; Honrado, L; Mateus, CS; Quintella, BR; Lança, M.J.; Rato, AS; Oliveira, IC; Oliveira, R; Moreira, A; Almeida, R; Raposo, I; Caballero, P; Almeida, P.R.
Abstract: O salmão-do-atlântico (Salmo salar L., 1758) é uma espécie piscícola migradora icónica dos ecossistemas aquáticos, com um elevado valor económico e cultural, cuja área de distribuição      se localiza desde o mar Báltico até ao norte da Península Ibérica. Em Portugal, as populações de salmão encontram-se no limite sul da sua distribuição e, portanto, em condições sub-ótimas associadas com o regime térmico e variações mais abruptas na disponibilidade hídrica     . Para além disto, outro     s fatores     podem afetar a sobrevivência dos     efetivos populacionais, tanto nos ecossistemas dulciaquícolas, como na fase marinha (e.g., destruição de habitat, obstáculos à continuidade longitudinal, sobrepesca e pesca ilegal). É por isso fundamental potenciar o aumento do conhecimento da biologia e ecologia do salmão nas bacias hidrográficas nacionais onde ainda ocorre, d     e forma a mitigar      estes impactos,      s. Desta forma, será possível contribuir para o melhoramento das medidas de gestão e conservação dirigidos a esta espécie tão ameaçada.&#xD;
Este estudo foca-se na análise      dos padrões de movimento      e comportamento durante a migração trófica dos juvenis de salmão-do-atlântico (i.e., smolts) para o mar, e a relação com os principais fatores abióticos e ambientais na área de estudo. Para a concretização deste objetivo, recorreu-se à instalação de uma armadilha específica (Rotary Screw Trap) para a captura dos smolts       no rio Mouro, afluente do rio Minho, a cerca de 700 metros da sua confluência com o rio principal. Esta armadilha manteve-se a operar durante o período previsto para a migração trófica dos smolts, nomeadamente entre o início de março e o final de maio, dos anos      2022 e 2023. Após a captura, os smolts foram alvo de um processamento, que compreendeu:      registo biométrico (comprimento total, mm; peso total, g),      recolha de uma amostra de tecido de barbatana (para análise genética),      recolha de 10-15 amostras de escamas (para análise de      idade) e                marcação individual com      uma marca do tipo PIT (Passive Integrated Transponder). Após este procedimento, os salmões foram devolvidos ao curso de água.&#xD;
Em 2022 foram capturados 277 smolts     de salmões e      no ano seguinte (2023)      foram capturados apenas 41.      A época de migração de 2022 foi mais longa      do que a de 2023, tendo, em 2022,      os primeiros smolts sido      capturados no início de março      e os últimos em maio; em oposição, a     2023, em que                     as capturas foram registadas      apenas durante      os meses de abril e maio. Em termos de características biológicas, os smolts de salmão em migração são muito semelhantes entre si, não se verificando diferenças significativas em termos de comprimento, peso ou condição corporal ao longo da época de migração. Em ambos os anos, o pico de migração descendente ocorreu no mês de abril. Os      resultados obtidos refletem a      vulnerabilidade e incerteza em termos de abundância das populações de salmão-do-atlântico nos rios portugueses, na medida em que o número de indivíduos capturados nos dois anos de monitorização foi muito discrepante entre si.&#xD;
Este estudo será continuado      nos próximos anos, mas os resultados obtidos até ao momento já permitem estimar o estado e o real efetivo populacional desta espécie no território nacional, com óbvios contributos para os programas de gestão e conservação que lhe são dirigidos. A avaliação e quantificação da migração dos juvenis de salmão para o mar é um parâmetro indicativo da sobrevivência dos alevins até à idade      juvenil e permite também estimar o número potencial de indivíduos adultos      que regressam ao rio para desovar anos depois     .</description>
      <pubDate>Wed, 01 Nov 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/37706</guid>
      <dc:date>2023-11-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Quick Analysis On Fatty Acid Profile From Matrix To Chromatogram In 90 minutes, a case study</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/37694</link>
      <description>Title: Quick Analysis On Fatty Acid Profile From Matrix To Chromatogram In 90 minutes, a case study
Authors: Jorge, A.F.; Quintella, B.R.; Gomes da Silva, M.; Lança, M.J.
Abstract: For the last 70 years in food science a lot of techniques have been developed to achieve the best sample preparation methodology and the most efficient chromatographic analysis to clarify the fatty acids profile in different types of matrices, from animal and vegetal sources. To accomplish complex samples as fatty acids with less cost, low time and less interference possible, ancient techniques like soxhlet extraction has been abandoned which makes space to sample preparation techniques like ultrasound extraction and accelerated solvent extraction (ASE). To reach a good resolution in fatty acids profile, gas chromatography is a most acceptable technique used (fatty acids are derivatized into fatty acids methyl esters (FAME)), but type of column, detector and temperature program, and other parameters can vary plenty from researcher to researcher.&#xD;
Based in several tests, we produced a methodology that include sample preparation (ASE1, derivatization process2) to chromatographic analyses (GC-FID) in less than 90 minutes.&#xD;
This methodology allows us to reduce monetary and time cost in analyses of fatty acids profile per sample, and the most relevant achievement is a chromatographic analysis in less than 20 minutes with identification around 40 fatty acids from Lauric acid (C12:0) to Docosahexaenoic acid (C22:6w3, DHA). This was the first step to achieve a more robust methodology, with low time and cost consuming and with clear results.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Dec 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/37694</guid>
      <dc:date>2023-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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