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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/14343</link>
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    <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 07:01:23 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-07T07:01:23Z</dc:date>
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      <title>Humanism and Naturalism in Marx’s 1844 Manuscripts: Notes on Kohei Saito’s Ecological Reading</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40514</link>
      <description>Title: Humanism and Naturalism in Marx’s 1844 Manuscripts: Notes on Kohei Saito’s Ecological Reading
Authors: Viparelli, Irene
Abstract: In Marx’s Ecosocialism (2018), the Japanese philosopher Kohei Saito develops a distinctive ecological reading of the Economic and Philosophical Manuscripts of 1844. He interprets the young Marx’s idea of the unity of humanism and naturalism as an early expression of the metabolic rift thesis – the principle that, for ecosocialists, forms the ecological core of Marx’s critique of political economy. This chapter critically examines Saito’s interpretation of the Manuscripts, drawing attention to its internal contradictions. It argues that these inconsistencies stem from Saito’s hermeneutic framework, revealing the difficulties inherent in approaching the young Marx’s writings from an ecological standpoint.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Pluralismo, Democracia e Direitos Humanos: uma perspetiva agonista para um mundo multipolar</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40485</link>
      <description>Title: Pluralismo, Democracia e Direitos Humanos: uma perspetiva agonista para um mundo multipolar
Authors: Franco Vasques, Rafael
Editors: Balla, Evanthia; Viparelli, Irene; Vitorino Fontes, Paulo; Franco Vasques, Rafael
Abstract: A tendência para vislumbrar o mundo como uma ordem unipolar, assente num único modelo político, económico e cultural partilhado por todos, acarreta, no entanto, riscos para a preservação do pluralismo e da diversidade cultural, na medida em que viabiliza que a confrontação política seja substituída por uma confrontação entre valores morais não negociáveis ou formas essencialistas de identificação.</description>
      <pubDate>Thu, 19 Jun 2025 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40485</guid>
      <dc:date>2025-06-19T23:00:00Z</dc:date>
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      <title>Conjuntura</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40483</link>
      <description>Title: Conjuntura
Authors: Viparelli, Irene; Carlino, Fabrizio
Editors: Karczmarczyk, Pedro; Bilharinho Naves, Márcio
Abstract: O contributo visa analisar o conceito althusseriano de conjuntura, mostrando a articulação entre três eixos temáticos:&#xD;
1. Em Por Marx e em Ler O capital o termo “conjuntura” permite realçar a especificidade da dialética materialista face à idealista:  na medida em que descreve a forma de existência concreta do “todo complexo estruturado com dominante”, o conceito de conjuntura designa as dinâmicas singulares de sobredeterminação das contradições e assim, alicerçando as transformações históricas nas variações conjunturais num processo sem sujeito nem fim, dissolve qualquer teleologia.&#xD;
2. Nos escritos sobre Maquiavel, paralelamente, o conceito de conjuntura aponta para o espaço específico da prática política revolucionária, entendida como agir estratégico que, por se enraizar no conhecimento dos nexos estruturais da conjuntura singular, consegue alterar as relações de força entre as classes. Igualmente, o problema vital de Maquiavel – como dar a forma de nação à “matéria informe” da península italiana – permite pensar a transição como processo de combinação e estruturação dos elementos conjunturais, contribuindo, assim, à elaboração duma teoria da transição desprovida de resíduos idealistas e teleológicos.&#xD;
3. Finalmente, com a expressão “conjuntura teórico-política”, Althusser destaca a especifica modalidade de intervenção da filosofia na conjuntura: traçando “linhas de demarcação” entre o científico e o ideológico, a filosofia leva a cabo, ao mesmo tempo, uma intervenção política no campo científico e uma intervenção científica no terreno político. Deste modo, institui-se um verdadeiro campo de batalha: à tentativa idealista da submissão da realidade a um princípio de transcendência – seja ele um arché ou um telos, o “materialismo subterrâneo do encontro” opõe a aleatoriedade das “variações estruturais” em conjuntura, isto é, uma teoria da vinculação essencial entre contingência e necessidade que garante a abertura essencial do ser à possibilidade da sua transformação.&#xD;
Em conclusão, a definição do conceito de conjuntura aqui proposta, construída no eixo entre as três problemáticas referida, desvenda um pensamento que – ao procurar as condições científicas, políticas e ideológicas do comunismo – se vê forçado, tal como a própria teoria de Marx, “a pensar dentro de um horizonte esfacelado entre o aleatório do Encontro e a necessidade da Revolução”.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40483</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A identidade de humanismo e naturalismo nos Manuscritos Económico-Filosóficos de 1844. Notas sobre a leitura ecológica de Kohei Saito.</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40479</link>
      <description>Title: A identidade de humanismo e naturalismo nos Manuscritos Económico-Filosóficos de 1844. Notas sobre a leitura ecológica de Kohei Saito.
Authors: Viparelli, Irene
Abstract: Em Marx’s Ecosocialism (2018), o filósofo japonês Kohei Saito desenvolve uma leitura ecológica singular dos Manuscritos Económico-Filosóficos de 1844. Interpreta o princípio marxiano da identidade entre humanismo e naturalismo como uma antecipação da tese da rutura metabólica, entendida como o núcleo ecológico da crítica marxiana da economia política. O capítulo analisa criticamente a interpretação que Saito propõe dos Manuscritos, chamando a atenção para as suas contradições internas. Argumenta-se que essas inconsistências decorrem do quadro hermenêutico adotado por Saito. Por fim, nas conclusões, questiona-se a compatibilidade do horizonte teórico do comunismo do decrescimento com o marxismo.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40479</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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