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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/137</link>
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    <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 00:58:58 GMT</pubDate>
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      <title>Pimentel-Souza, Margarida Maria &amp; Maria João Marçalo. 2025. Ser surdo bilingue: os desafios e saberes de uso e construção de um suporte terminológico colaborativo na Rede surdos. In: Alcina Sousa, Alexandra Nunes, Ana Alexandra Silva &amp; Maria João Marçalo (eds.), Atas do IX Simpósio Mundial de Estudos em Língua Portuguesa – SIMELP &amp; VI Congresso da Associação Internacional de Linguística do Português – AILP, 2344-2358. Funchal: Universidade da Madeira. ISBN 978-65-  272-1875-3. https://static.even3.com/anais/AtasIXSIMELP- VIcongressodaAILP.6dd0976590da4b748e17.pdf.</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41409</link>
      <description>Title: Pimentel-Souza, Margarida Maria &amp; Maria João Marçalo. 2025. Ser surdo bilingue: os desafios e saberes de uso e construção de um suporte terminológico colaborativo na Rede surdos. In: Alcina Sousa, Alexandra Nunes, Ana Alexandra Silva &amp; Maria João Marçalo (eds.), Atas do IX Simpósio Mundial de Estudos em Língua Portuguesa – SIMELP &amp; VI Congresso da Associação Internacional de Linguística do Português – AILP, 2344-2358. Funchal: Universidade da Madeira. ISBN 978-65-  272-1875-3. https://static.even3.com/anais/AtasIXSIMELP- VIcongressodaAILP.6dd0976590da4b748e17.pdf.
Authors: Marçalo, Maria João; Pimentel-Souza, Margarida
Abstract: Pimentel-Souza, Margarida Maria &amp; Maria João Marçalo. 2025. Ser surdo bilingue: os desafios e saberes&#xD;
de uso e construção de um suporte terminológico colaborativo na Rede surdos. In: Alcina Sousa,&#xD;
Alexandra Nunes, Ana Alexandra Silva &amp; Maria João Marçalo (eds.), Atas do IX Simpósio Mundial&#xD;
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Linguística do Português – AILP, 2344-2358. Funchal: Universidade da Madeira. ISBN 978-65-&#xD;
&#xD;
272-1875-3. https://static.even3.com/anais/AtasIXSIMELP-&#xD;
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      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Português de Angola e Literatura Angolana: entre norma e variação</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40227</link>
      <description>Title: Português de Angola e Literatura Angolana: entre norma e variação
Authors: Fonseca, Maria
Abstract: As duas linhas de orientação temática fornecidas para este workshop – “The Ambiguous Role of Portuguese” e “Angolan Bantu Languages” – são bem elucidativas da complexidade linguística de um país onde a norma-padrão oficial (a do português europeu, PE) coexiste com uma “norma” nacional em formação e ainda não oficial (a do português de Angola, PA). No presente trabalho, propõe-se que a língua literária faça parte desta equação. É certo que, acrescentar a esta problemática (i.e., PE a par de PA e, por outro lado, norma europeia a par de variedade nacional), a reflexão sobre uma componente da língua escrita que é de natureza estética, pode aumentar a entropia. A língua literária é complexa per si e usá-la para a descrição linguística é metodologicamente discutível (Gonçalves 2013: 162), dada a ideia generalizada de que os corpora literários são mais representativos de factos idiossincráticos do que de dados linguísticos reais. Mas, no contexto da crescente maturidade dos estudos sobre o PA, propõe-se o recurso à língua literária como espaço de legitimação da variação linguística. Do ponto de vista linguístico, não é irrelevante o facto de vários escritores angolanos (Pepetela, Agualusa, Ondjaki) terem sido distinguidos com prémios literários. A literatura, como a imprensa, é um meio de estabilização e difusão da norma, tanto quanto fator de mudança da língua. No campo lexicográfico, sabe-se que o Vocabulário Ortográfico do Português de Moçambique usa fontes literárias moçambicanas e qualquer dicionário geral do português contemporâneo (como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, 2001, Academia das Ciências de Lisboa) documenta abonações linguístico-literárias sintagmáticas, além de lexicais, de escritores portugueses, africanos e brasileiros. Assim, dados morfossintáticos que venham a ser atestados na literatura produzida em Angola podem constituir subsídios para a descrição de uma “norma culta” do PA, como assumem alguns investigadores angolanos (Undolo, Timbane &amp; Kimuenho 2023) ao defenderem uma variedade do PA com base em dados escritos e orais de falantes mais escolarizados. Perpétua Gonçalves fez “uma aproximação língua-literatura” através de obras de Mia Couto e de Luandino Vieira, os quais “fazem parte do grupo de escritores que não adoptam integralmente a norma europeia no seu discurso literário” (Gonçalves 2000: 216), muito embora os dois, sendo falantes nativos do português, assumam a variação como exercício literário e, portanto, o seu papel como instâncias de validação. Por razões diferentes, a língua literária nem sempre reflete, com a mesma incidência, características dos corpora orais espontâneos. Identificar quais destas características, designadamente ao nível sintático, têm expressão na língua literária interessa para configurar uma norma nacional, que está em progressiva fase de consolidação. Tendo em vista verificar índices desta consolidação, o presente trabalho analisa, em obras recentes da literatura angolana (publicadas por volta da década de 2020), fenómenos sintáticos já estudados como diferenciadores da variedade angolana, alguns deles integrando um continuum linguístico do português em Angola e Moçambique. Entre outros dados linguísticos, serão analisados alguns dos seguintes, bem conhecidos: (i) a “dinâmica da pronominalização” (Miguel 2003), que conhece um número significativo de trabalhos descritivos; (ii) o “nominal complemento directo/indirecto” (Mingas 2000) e a ocorrência nula de objetos diretos (Neves, Henriques &amp; De Almeida 2023); (iii) as especificidades de complementos verbais preposicionados e, mais genericamente, de estruturas argumentais verbais (Cabral 2005; Adriano &amp; Suelela 2022). As obras estudadas são de quatro escritores angolanos com diferentes perfis sociolinguísticos, uma vez pertencentes a gerações diferentes, oriundos de geografias diversas e falantes do português ora como língua materna, ora como língua segunda: Pepetela e Agualusa, nascidos no período colonial, respetivamente em Benguela e Huambo; Ondjaki e Gociante Patissa, filhos da independência, nascidos em Luanda e Benguela, respetivamente; Patissa é falante nativo de umbundu, enquanto os outros três autores têm o português como língua materna.</description>
      <pubDate>Mon, 27 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40227</guid>
      <dc:date>2025-01-27T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Ensino bilíngue português/kimbundu: experiências e desafios</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40226</link>
      <description>Title: Ensino bilíngue português/kimbundu: experiências e desafios
Authors: Arsénio, Domingos Pedro; Carrilho, Ana Rita; Fonseca, Maria do Céu
Abstract: Pretende-se, neste trabalho, por um lado relatar uma experiência de ensino bilíngue&#xD;
português/kimbundu, através do estudo de caso da Escola Superior Pedagógica do Cuanza-Norte/Angola; e, por outro lado, analisar os desafios desta experiência no tocante ao ensino do Português nas zonas ou “localidades de difícil acesso”, previstas no Decreto Presencial n.º 67/2023, de 7 de março. Como é sabido, durante muito tempo, foi tabu falar da importância das línguas nacionais, hoje línguas de Angola (artigo 19º da Constituição de Angola), no ensino da língua oficial. Regra geral, o ensino do português nas escolas do interior do país era e ainda continua a ser feito sem se ter em conta a diversidade e a realidade linguística dos alunos, por&#xD;
influência de antigas políticas coloniais. Nestes termos, tal ensino tem constituído na atualidade um desafio para todos os agentes de ensino; e mais ainda para os agentes colocados em zonas recônditas, isoladas, aos quais o Estado angolano confere subsídios de fixação (cf. Decreto Presencial n.º 67/2023, de 7 de março). A Escola Superior Pedagógica do Cuanza-Norte tem procurado responder a este desafio do multilinguismo e multiculturalidade do país através de um currículo especial para a formação de professores das mais variadas áreas científicas. Este currículo visa apetrechar os futuros professores de ferramentas necessárias para os desafios do ensino/aprendizagem da língua oficial, uma vez que para a maioria dos alunos das escolas das chamadas zonas recônditas, a língua materna não é o português, mas uma outra língua angolana, nomeadamente o Kimbundu. Neste sentido, traz-se aqui o relato da experiência da Escola Superior Pedagógica do Cuanza-Norte em matérias de adaptação do currículo à realidade linguística dos estudantes, articulando o Kimbundu e o português no mesmo plano curricular do&#xD;
curso de formação de professores. Outras línguas angolanas minoritárias, embora não ignoradas nesta realidade de ensino, não podem, porém, pelo menos por enquanto, receber o mesmo&#xD;
tratamento que é dado ao Kimbundu.</description>
      <pubDate>Sat, 31 Aug 2024 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40226</guid>
      <dc:date>2024-08-31T23:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estudo da criação de novos sinais-termo da área de engenharia agrícola como neologismos no léxico especializado</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/40224</link>
      <description>Title: Estudo da criação de novos sinais-termo da área de engenharia agrícola como neologismos no léxico especializado
Authors: Almeida, Francilene Machado; Silva, Fernando Fernandes; Silva, Jair Barbosa; Fonseca, Maria do Céu
Abstract: A criação de novos sinais-termo na área de engenharia agrícola visa facilitar a inclusão e&#xD;
acessibilidade comunicativa dos Surdos no ensino superior e técnico. Esta pesquisa aborda a necessidade de desenvolver neologismos no léxico especializado da agronomia devido à falta de equivalentes na Libras (Língua Brasileira de Sinais). A ausência desses sinais-termo adequados contribui para o abandono escolar de estudantes Surdos, dificultando a compreensão de conceitos&#xD;
complexos. A metodologia incluiu entrevistas com agricultores, técnicos e engenheiros agrônomos Surdos e não-Surdos em diversas cidades brasileiras. Os resultados destacam a importância de uma tradução precisa na Libras para melhorar o aprendizado e a retenção desses estudantes. A criação dos neologismos envolveu colaboração entre pesquisadores de lexicologia e terminologia, incluindo Surdos especialistas na área, com critérios como clareza e coerência técnica. Este trabalho estuda e analisa a criação e constituição dos sinais-termo como léxico e terminologia, nas obras de Costa (2012 e 2021), Faustich (2016), Faria-Nascimento (2009, 2013) e Prometi (2020). Os novos sinais-termo foram testados em ambiente educacional e laboratorial via videoconferência, evidenciando melhorias na compreensão dos conteúdos por estudantes Surdos. A implementação desses sinais facilitou também a comunicação entre Surdos e não-Surdos na área, promovendo maior integração acadêmica. No entanto, o estudo ressalta a necessidade de atualizações contínuas do léxico da Libras na área de engenharia agrícola para acompanhar o&#xD;
progresso tecnológico. A disseminação dos novos sinais-termo por meio de publicações e workshops é crucial para garantir acesso equitativo ao ensino e desenvolvimento profissional dos Surdos na área. Em conclusão, a criação de neologismos no léxico especializado da área de engenharia agrícola&#xD;
representa um avanço significativo para a inclusão educacional dos Surdos, promovendo&#xD;
igualdade de oportunidades e desenvolvimento acadêmico e profissional nesta comunidade.</description>
      <pubDate>Sat, 31 Aug 2024 23:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/40224</guid>
      <dc:date>2024-08-31T23:00:00Z</dc:date>
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