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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/1142</link>
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    <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 23:18:19 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-29T23:18:19Z</dc:date>
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      <title>Literacia Digital Parental: Mitos e realidades</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41312</link>
      <description>Title: Literacia Digital Parental: Mitos e realidades
Authors: Batista, Alexandra; Costa, Rosalina
Abstract: Este trabalho procura refletir sobre mitos e realidades em torno da literacia digital parental no século XXI.&#xD;
A literacia digital revela-se um elemento importante quando se fala das Tecnologias de Informação e&#xD;
Comunicação (TIC), pois estas suscitam um conjunto de preocupações acerca dos conhecimentos e&#xD;
competências que pais e filhos devem ter sobre como usar essas tecnologias De entre essas preocupações&#xD;
evidencia-se o sharenting (a partilha de conteúdos dos filhos online, pelos pais), a partilha de conteúdos&#xD;
sobre as crianças por instituições (e.g.: escolas, municípios e freguesias) e as partilhas realizadas pelas&#xD;
próprias crianças em media sociais como o Facebook ou Instagram. Sabe-se que as tecnologias vieram&#xD;
possibilitar um conjunto de oportunidades, nomeadamente novas formas de relação e comunicação entre&#xD;
as pessoas. No entanto, também trouxeram desafios éticos para os pais junto daquele que é o direito das&#xD;
crianças à privacidade, consagrado na Convenção Sobre os Direitos das Crianças e reforçado mais&#xD;
recentemente com a Regulamentação Geral da Proteção dos dados (RGPD). Os pais partilham conteúdos&#xD;
sobre os filhos nos media sociais muito antes de eles nascerem (e.g.: ecografias), criando desde logo um&#xD;
conjunto de "pegadas digitais" que poderão ter implicações na vida dos filhos, tais como o&#xD;
direcionamento de publicidade ou descontextualização de um conteúdo partilhado. No contexto da&#xD;
relação pais-filhos, a literacia digital tem sido abordada com destaque para o bom uso que as crianças&#xD;
devem saber fazer da internet e das TIC. Contudo, a partilha generalizada de conteúdos sobre as crianças&#xD;
online, pelos pais, vem desafiar essa centralidade, colocando o foco da atenção no campo da literacia&#xD;
digital dos pais-adultos. Ao mesmo tempo, esta realidade vem contribuir para imprimir novos contornos à questão que opõe "nativos" e "imigrantes digitais", questão tanto mais complexa quanto do ponto de&#xD;
vista geracional falamos de pais relativamente jovens. No contexto mais amplo de uma investigação de&#xD;
doutoramento em curso, sobre sharenting, orientada à compreensão de como os usos que pais e filhos fazem das TIC enformam a construção social da "parentalidade competente" na contemporaneidade, este texto procura avançar um conjunto de reflexões suscitadas pela revisão da literatura, produção legislativa&#xD;
afim e resultados exploratórios do trabalho de campo. Sendo os pais os primeiros responsáveis por&#xD;
assegurar o bem-estar e desenvolvimento dos seus filhos, refletir-se-á, em perspetiva sociológica, sobre&#xD;
o conjunto de conhecimentos e competências que os pais têm, não têm, e deveriam, eventualmente, ter&#xD;
para tomar melhores decisões e mitigar riscos aquando da partilha de conteúdos sobre a vida dos seus&#xD;
filhos online.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41312</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Era uma vez… Perspetivas de Jovens Adultos sobre a sua Infância e Adolescência em Contextos de Monoparentalidade</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41259</link>
      <description>Title: Era uma vez… Perspetivas de Jovens Adultos sobre a sua Infância e Adolescência em Contextos de Monoparentalidade
Authors: Carreira, Vanessa; Costa, Rosalina Pisco
Abstract: O presente artigo incide sobre as famílias monoparentais, perspetivadas a partir dos seus descendentes.&#xD;
Procurou-se compreender quais as suas perspetivas sobre as etapas da infância e adolescência vividas em&#xD;
contexto diversificado de monoparentalidade, seja com a mãe numa família monoparental maternocêntrica, seja&#xD;
com o pai numa família monoparental paternocêntrica. Foi desenvolvida uma investigação qualitativa através de&#xD;
um estudo de casos múltiplos. O instrumento de recolha de dados utilizado foi a entrevista semiestruturada e os&#xD;
dados foram explorados recorrendo a uma análise qualitativa de conteúdo. Os resultados obtidos permitem&#xD;
concluir que, na perspetiva dos entrevistados, e não obstante a diversidade de experiências, a infância foi uma&#xD;
etapa “melhor” que a adolescência, pois nesta fase foi quando tomaram consciência de que viviam numa família&#xD;
monoparental, logo, “diferente”, o que lhe trouxe confrontos múltiplos, problemas e desafios.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41259</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A educação como um caminho para a cidadania global</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41163</link>
      <description>Title: A educação como um caminho para a cidadania global
Authors: Fernandes, Maria de Fátima; Serrano, Maria Manuel
Abstract: O conceito de cidadania global refere-se à ideia de que todas as pessoas pertencem a uma comunidade mundial que transcende todo o tipo de fronteiras. A cidadania não se esgota na posse de direitos e no cumprimento de deveres, também exige o compromisso dos cidadãos com causas sociais e políticas e a procura do bem comum, bem como uma postura crítica e participativa na sociedade, nomeadamente nas organizações a que pertencem. A efetividade da participação depende da educação, um dos componentes básicos da cidadania e um pilar fundamental na construção de uma sociedade cidadã.Neste contexto, a educação ao longo da vida constitui uma oportunidade para evoluir pessoal e profissionalmente, como se procura ilustrar na presente comunicação, mostrando como adultos já inseridos no mercado de trabalho e com família constituída, decidem voltar a estudar. As motivações destes trabalhadores-estudantes centram-se nas esferas pessoal e profissional e na possibilidade de resgatar um sonho adiado. Os resultados obtidos na investigação demonstram que a obtenção de uma licenciatura contribuiu para incrementar o desempenho e alterar comportamentos em contexto laboral, com reflexos na cidadania organizacional. A estratégia metodológica foi essencialmente qualitativa e a recolha de informação efetuou-se com a realização de entrevistas semi-diretivas a 4 responsáveis pela Gestão de Recursos Humanos em 4 organizações públicas e X organizações privadas, nos distritos de Évora e Setúbal, respetivamente.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41163</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>As organizações da economia social e o trabalho digno</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10174/41117</link>
      <description>Title: As organizações da economia social e o trabalho digno
Authors: Costa, Ana; Serrano, Maria Manuel
Editors: Gato, Ana Paula; Cerqueira, Andreia Ferreri; Canais, Edgar; Rebelo, José; Moreira, Sandrina; Barbosa, Vitor
Abstract: A economia social é alvo de diversas abordagens teóricas. Enquanto para uns ela é uma alternativa ao modo de produção capitalista, para outros é um simples mecanismo de regulação do sistema. Porém, no que concerne à ação das organizações da economia social, é consensual que “produzem bens e serviços criadores de emprego que têm um impacto económico e social importante junto das comunidades” onde estão inseridas (OBESP: 1). Enquanto sector de atividade, a economia social situase entre o mercado e a hierarquia, ou seja, é um sector de atividade autónomo do sector privado e do sector público. Esta&#xD;
condição confere-lhe um conjunto de especificidades relativamente àqueles sectores e que se traduzem nas seguintes capacidades: i) deteta novas necessidades e cria empregos; ii) mobiliza e cria redes; iii) fomenta o “capital social”; iv) utiliza “corretamente” os recursos que provêm da redistribuição (OBESP: 3).As organizações da economia social são parte integrante da economia local, atuando em modo de trabalho dinâmico, cooperante e em rede, para dar resposta às necessidades da população, contribuindo para a coesão social. Face aos novos desafios de desenvolvimento sustentável, nomeadamente no que&#xD;
concerne à justiça social, ao trabalho digno, ao emprego produtivo e à melhoria dos padrões de vida para todos, espera-se que as organizações da economia social e solidária assumam um papel relevante na concretização destes desígnios (Noya &amp; Clarence, 2007).Tomando como base de reflexão as especificidades das organizações da economia social, a presente comunicação tem como objetivo analisar a qualidade do emprego nas Misericórdias do Distrito de Évora e os modos de trabalho em rede que utilizam na prestação de serviços (respostas sociais) à população. Procurar-se-á ainda caraterizar o trabalho e o emprego, na perspetiva do conceito de trabalho digno.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10174/41117</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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