<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/619">
    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/619</link>
    <description />
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10174/40253" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10174/40251" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10174/40246" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10174/18020" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-03-31T08:02:28Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/40253">
    <title>Comportamentos de Risco em Jovens do Ensino Secundário.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/40253</link>
    <description>Title: Comportamentos de Risco em Jovens do Ensino Secundário.
Authors: Almodôvar, Isabel; Pires, Heldemerina
Editors: Silva, Bento; Almeida, Leandro; Alves, Regina; Santos, Anabela; Dourado, Luís; Risso, Alicia; Peralbo, Manuel; Enriques, Eduardo; Aria, António; Blanco, Juan
Abstract: Os Comportamentos de Risco, são um tópico preocupante que afeta a saúde física e mental dos indivíduos, a longo prazo. Estes são algo normalmente associado à fase da adolescência, e desta forma têm merecido a sua atenção por parte da investigação tendo em conta as percentagens anuais e as suas correlações com outras variáveis. Tendo isto em conta, este estudo teve como principal objetivo observar o envolvimento em Comportamentos de Risco por parte dos jovens do ensino secundário. Foi, especificamente, estudado o envolvimento em Comportamentos de Risco por parte dos jovens em função da sua idade e do seu género. Participaram no estudo 96 estudantes da cidade de Évora, dos géneros masculino e feminino, com idades entre os 16 e os 21 anos a frequentar o ensino secundário. De forma a recolher os dados foram utilizados: um questionário sociodemográfico, e um Questionário de Comportamentos de Risco construído para o efeito da investigação. Os resultados mostram que, nesta amostra, no geral, existe um baixo envolvimento em Comportamentos de Risco. Apesar disto, foram notados níveis mais elevados em comportamentos ligados ao consumo de álcool, à ideação suicida, aos hábitos alimentares e à atividade física. Em relação às variáveis género e idade, pôde-se verificar que não existem diferenças significativas entre os géneros masculino e feminino. No que diz respeito à variável Idade, foi observada uma correlação positiva entre esta e o envolvimento em Comportamentos de Risco, significando que quanto mais idade têm os jovens, mais se envolvem nestes comportamentos. Pôde-se então com este estudo verificar que poderá estar a existir uma diminuição no envolvimento em Comportamentos de Risco por parte dos jovens, com uma diminuição nas discrepâncias entre os géneros. Apesar disto, nota-se que tópicos como a ideação suicida e consumo de álcool, continuam a ser preocupantes. Para além disto, observou-se que a maioridade poderá levar a um maior envolvimento nos Comportamentos de Risco.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/40251">
    <title>Perceção de Risco e Proteção da Saúde Mental em Adolescentes Europeus.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/40251</link>
    <description>Title: Perceção de Risco e Proteção da Saúde Mental em Adolescentes Europeus.
Authors: Grácio, Luísa; Carapeto, Maria João; Pires, Heldemerina
Editors: Silva, Bento; Almeida, Leandro; Alves, Regina; Santos, Anabela; Dourado, Luís; Risso, Alicia; Peralbo, Manuel; Enriques, Eduardo; Aria, António; Blanco, Juan
Abstract: Estudos nacionais e internacionais têm revelado que diversos adolescentes enfrentam problemas psicológicos. Para melhor conhecer e responder a esta problemátia foi criado o projeto europeu “Stronger Youth – Empowering Young People’s Social Competences and Soft Skills through Peer Mentoring”, financiado pelo programa ERASMUS+, envolvendo seis países (Itália, República Checa, Portugal, Polónia, Roménia e Espanha) visando a prevenção de problemas de depressão e de exclusão social entre adolescentes. Considerando as dificuldades associadas ao desenvolvimento e a aspetos contextuais dos adolescentes, é essencial conhecer o que contribui para a sua saúde mental e bem-estar. Neste sentido foi realizado um estudo empírico, em cada um dos países, sobre a perceção de problemas psicológicos e recursos dos adolescentes para lidar com tais problemas bem como sobre a perceção de risco e proteção em contextos importantes da sua vida. O presente estudo tem como objetivo conhecer a perceção de adolescentes sobre os aspetos considerados fatores de risco e de proteção da saúde mental nos contextos em que vivem (família, escola, pares e internet). Para a recolha de dados foi construído o Adolescents Well-Being Questionnaire seguindo diretrizes internacionais para a adaptação transcultural de instrumentos. Participaram no estudo 364 adolescentes, 57% raparigas e 40% rapazes com idades compreendidas entre os 14 anos e os 20 anos. Emergiram diversos aspetos do apoio familiar considerados protetores de saúde mental. A falta de apoio, abuso e negligência, pressão parental, controlo e instabilidade financeira por parte da família surgiram como fatores de risco. A escola como espaço seguro, marcado pela compreensão, professores tolerantes e motivadores e existência de Psicólogos foram considerados fatores protetores. Professores não apoiantes, pressão académica e barreiras financeiras emergiram como fatores de risco. A existência de pares confiáveis, compreensivos e apoiantes a nível emocional, na resolução de problemas e tomada de decisão foram considerados fatores protetores. Pares não confiáveis, não apoiantes, exercendo bullying e pressão foram tidos como fatores de risco. A internet emergiu como fator de proteção da saúde mental permitindo conhecer novas ideias, pessoas, obter apoio social e partilhar novas experiências. A diminuição da autoestima, a dependência, o cyberbullying, o assédio, a distorção da realidade e da vida, problemas de sono e de alimentação, fadiga e impaciência foram percecionados como fatores de risco da internet. O conhecimento sobre fatores de proteção e de risco da saúde mental do ponto de vista dos adolescentes forneceu pistas importantes para delinear intervenções promotoras de saúde mental que serão discutidas.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/40246">
    <title>Que Problemas de Saúde Mental e Como Lidam Com Eles: A Perspetiva de Adolescentes Europeus</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/40246</link>
    <description>Title: Que Problemas de Saúde Mental e Como Lidam Com Eles: A Perspetiva de Adolescentes Europeus
Authors: Carapeto, Maria J.; Grácio, Luísa; Pires, Heldemerina
Editors: Silva, Bento; Almeida, Leandro; Alves, Regina; Santos, Anabela; Dourado, Luís; Risso, Alicia; Peralbo, Manuel; Enriques, Eduardo; Aria, António; Blanco, Juan
Abstract: A adolescência é reconhecidamente um período da vida caraterizado por diversos ganhos&#xD;
desenvolvimentais aos níveis físico, cognitivo, social, ou da construção da identidade, entre outros.&#xD;
No entanto, a investigação tem vindo a sugerir que este é também um período de risco de&#xD;
problemas de saúde mental e de vulnerabilidades quanto às estratégias que os/as adolescentes&#xD;
usam para com eles lidar. Ainda assim, são escassos os estudos sobre o próprio ponto de vista&#xD;
dos adolescentes sobre o tema, apesar do seu ponto de vista ser crucial para a elaboração de&#xD;
programas de prevenção viáveis e eficazes. Este estudo tem como objetivos precisamente&#xD;
caraterizar os problemas de saúde mental da população adolescente e os recursos e estratégias&#xD;
que usa para lidar com tais problemas, do ponto de vista de adolescentes. É parte de um estudo&#xD;
mais amplo conduzido no âmbito do projeto Erasmus+ Stronger Youth em seis países europeus&#xD;
(Espanha, Itália, Polónia, República Checa, Roménia e Portugal). Trezentos e sessenta e quatro&#xD;
adolescentes destes seis países, de 14 a 20 anos de idade, responderam a um questionário que&#xD;
incluiu, entre outras, duas questões abertas sobre, respetivamente, dificuldades psicológicas dos&#xD;
adolescentes e os recursos que usam para lhes fazer frente, e as respostas foram submetidas a&#xD;
análise de conteúdo. Os participantes identificaram diversos problemas e dificuldades enfrentados&#xD;
pelos adolescentes, sendo mais frequente e consistentemente mencionados os problemas de&#xD;
natureza emocional (depressão, ansiedade, stresse, etc.) seguidos de problemas comportamentais&#xD;
(desadaptação escolar, bullying e violência, abuso de substâncias e da internet, automutilação,&#xD;
etc.). Foi também referido que os adolescentes recorrem a estratégias de confronto interpessoal&#xD;
(e.g., conversar com a família e amigos) e intrapessoal (e.g., distração), e foram mencionados&#xD;
facilitadores da procura de ajuda (e.g., confiança, disponibilidade de serviços de saúde mental).&#xD;
Em geral, o ponto de vista dos adolescentes foi consistente com a investigação, inclusive sobre as&#xD;
limitações no conhecimento de alguns adolescentes em questões de saúde mental. São discutidas&#xD;
algumas implicações para a conceção e implementação de programas de prevenção de problemas&#xD;
de saúde mental destinados a adolescentes, especialmente programas de mentoria por pares.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/18020">
    <title>O impacto do suicídio nos familiares: Evidências atuais</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/18020</link>
    <description>Title: O impacto do suicídio nos familiares: Evidências atuais
Authors: Santos, Sara; Campos, Rui; Tavares, Sofia
Abstract: Neste artigo de revisão discute-se, numa primeira secção, a controvérsia em torno da terminologia utilizada para designar os indivíduos enlutados por suicídio. Numa segunda parte do trabalho, apresenta-se uma súmula dos principais resultados que constam da literatura internacional sobre o impacto do suicídio. Posteriormente, descrevem-se os estudos realizados em Portugal sobre esta temática. Antes de apresentar as principias conclusões, discutem-se algumas das linhas orientadoras que a investigação futura nesta área deve ter em consideração.</description>
    <dc:date>2015-03-31T23:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

