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    <title>DSpace Collection:</title>
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    <dc:date>2026-04-06T02:08:56Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41695">
    <title>A importância dos herbicidas TAISEN 800 EC + BATUTA na redução da resistência das infestantes aos herbicidas na cultura do trigo</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41695</link>
    <description>Title: A importância dos herbicidas TAISEN 800 EC + BATUTA na redução da resistência das infestantes aos herbicidas na cultura do trigo
Authors: Barros, José
Editors: Gomes, Paulo
Abstract: Nos últimos anos, tem vindo a acentuar-se a dificuldade no controlo de infestantes na maioria das culturas, que se destinam à produção de grão. Atualmente, cerca de 250 espécies de infestantes desenvolveram resistência a 160 tipos diferentes de herbicidas, que abrangem 23 dos 26 mecanismos de ação dos herbicidas. Estas encontram-se em 86 culturas em 66 países, pelo que, a resistência a herbicidas é um problema verdadeiramente global.&#xD;
 Na cultura do trigo, tem aumentado a aplicação de herbicidas seletivos de pós-emergência do grupo das sulfonilureias (mesossulfurão-metilo, iodossulfurão-metilo-sódio, amidossulfurão, etc.), sendo atualmente os mais utilizados na Europa. As sulfonilureias, têm revelado cada vez menos efetividade no controlo de algumas espécies infestantes, como por exemplo os azevéns (Lolium rigidum e Lolium multiflorum), a avoadinha (Conyza canadensis e Conyza bonariensis) além de outras, as quais têm demonstrado resistência a estes herbicidas.&#xD;
Muitos herbicidas de pré-emergência, também designados de residuais, são produtos aplicados ao solo antes da emergência das infestantes podendo ser incorporados em pré-sementeira, juntamente ou logo após a sementeira, sem incorporação. Estes produtos possuem mecanismos de ação distintos dos utilizados em pós-emergência e, assim, desempenham um papel importante na rotação de herbicidas, visando o aumento do controlo, maneio de biótipos resistentes e como estratégia anti resistência. Estes herbicidas, oferecem um modo de ação alternativo a muitos herbicidas de pós-emergência, reduzindo a pressão de seleção em relação a muitas opções nesta época de aplicação e removendo grande parte da pressão competitiva das infestantes, que emergem com a cultura do trigo. Assim, o problema da resistência às substâncias ativas atrás referidas (sulfonilureias) tem levado a uma procura de alternativas para o controlo das infestantes, baseadas na aplicação de herbicidas de pré-emergência, com o prossulfocarbe e o diflufenicão a serem dois dos pré-emergentes mais usados na Europa, em cereais de outono-inverno. Vários estudos, referem uma alta eficácia do herbicida prossulfocarbe no controlo do Lolium rigidum, do Lolium multiflorum e do Lolium perenne e, uma eficácia superior a 80 %, na Phalaris minor e na Avena ludoviciana. Outros estudos levados a cabo em vários países, aplicando o diflufenicão em pré-emergência, obtiveram uma boa eficácia no controlo de diversas infestantes dicotiledóneas. Também, a mistura das duas substâncias ativas prossulfocarb + diflufenicão aplicadas em pré-emergência, mostraram uma alta eficácia no controlo de diversas infestantes mono e dicotiledóneas.</description>
    <dc:date>2025-02-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/41225">
    <title>Diagnóstico rápido de Antracnose e Moniliose no amendoal para apoio a uma tomada de decisão eficaz</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/41225</link>
    <description>Title: Diagnóstico rápido de Antracnose e Moniliose no amendoal para apoio a uma tomada de decisão eficaz
Authors: Félix, Maria do Rosário; Patanita, Mariana; Albuquerque, André; Basaloco, Margarida; Ribeiro, Joana; Santos, Filipa; Campos, Maria Doroteia
Editors: Godinho, Maria do Céu; Silva, Nélia
Abstract: O grupo de investigação dos Laboratórios de Micologia e Virologia Vegetal do MED/&#xD;
Universidade de Évora desenvolveu uma tecnologia de fácil acesso e de fácil execução para disponibilizar a técnicos e produtores já a partir de 2026.</description>
    <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/38800">
    <title>Os Gases com Efeitos de Estufa no Setor Agrícola</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/38800</link>
    <description>Title: Os Gases com Efeitos de Estufa no Setor Agrícola
Authors: Calado, José
Editors: Martins, Isabel
Abstract: O aumento da população e das atividades realizadas têm causado um acréscimo da&#xD;
concentração atmosférica de gases com efeito de estufa, atribuída, principalmente, à&#xD;
combustão de combustíveis fósseis e à desflorestação.&#xD;
As atividades realizadas pelos humanos incluem as do setor agrícola, necessárias à&#xD;
nobre e milenar função de produzir bens e serviços essenciais. Todavia, as atividades do&#xD;
setor agrícola, além de contribuírem com valores bastante inferiores aos do setor&#xD;
energético, estão associadas a dois dos principais sumidouros de gases com efeito de&#xD;
estufa, as plantas e solo.&#xD;
Compreende-se, assim, a grande relevância dos sistemas do setor agrícola e das&#xD;
atividades praticadas para a remoção de gases com efeito de estufa a partir da&#xD;
fotossíntese realizada pelas plantas, do contributo dos seus resíduos para o teor de&#xD;
matéria orgânica do solo e deste como grande reservatório de carbono. Nos solos que&#xD;
caracterizam a superfície agrícola utilizada em Portugal, em geral, o teor de matéria&#xD;
orgânica tende para 1%, no entanto, uma gestão adequada dos solos pode permitir, no&#xD;
médio prazo, um aumento de 0,2% a 0,4%. Com um acréscimo de 0,2% a 0,4% de&#xD;
matéria orgânica, constituída por, aproximadamente, metade de carbono orgânico,&#xD;
facilmente se constata que poderá existir um aumento a tender para 10% a 20% de&#xD;
sequestro e armazenamento de gases com efeito de estufa nos solos utilizados pela&#xD;
agricultura em Portugal.</description>
    <dc:date>2024-06-30T23:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10174/38792">
    <title>Calado, J.M.G. (2024) – A Olivicultura em Portugal. Revista Vida Rural, 1902: 29-35.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10174/38792</link>
    <description>Title: Calado, J.M.G. (2024) – A Olivicultura em Portugal. Revista Vida Rural, 1902: 29-35.
Authors: Calado, José
Editors: Martins, Isabel
Abstract: A longa história da olivicultura na Península Ibérica, desde o período Neolítico e expansão durante o Império Romano, tem contribuído para a flexibilidade e capacidade de adaptação da oliveira às condições de clima subtropical seco do Continente.&#xD;
Devido à capacidade de adaptação da oliveira e à produção da azeitona que permite obter o azeite, óleo com o ácido oleico como a principal gordura e de excelente qualidade, tem sido mantida a área de olival em Portugal com um acréscimo na última década, acompanhado de um aumento da produção unitária e total, resultante, principalmente, da modernização do olival.&#xD;
Com os olivais modernos atingiu-se maior valor económico e desde que as práticas culturais sejam aplicadas de forma adequada, integrando as da agricultura de conservação e as da agricultura de precisão, obtêm-se benefícios em parâmetros ambientais, que se verificam, por exemplo, na remoção de dióxido de carbono a partir da atividade fotossintética das árvores com folhas persistentes.&#xD;
Em toda a cadeia, desde a produção da azeitona até à produção de azeite, criam‑se condições para dinâmicas sociais no interior do Continente, sendo necessário continuar o trabalho de promoção e criação de valor, melhorar práticas culturais e criar conhecimento para aumentar a eficiência do uso de recursos, como a possibilidade de existir maior biodisponibilidade de nutrientes e melhoria no crescimento e desenvolvimento da oliveira.</description>
    <dc:date>2024-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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