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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10174/651</id>
  <updated>2026-04-05T22:40:55Z</updated>
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    <title>ND-SR ISOTOPE AND TRACE ELEMENT EVIDENCE FOR CONTRASTING MANTLE SOURCES IN THE BIMODAL GABBROIC AND SYENITIC COMPLEXES OF NE ALENTEJO, PORTUGAL (OSSA-MORENA ZONE)</title>
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      <name>Pin, Christian</name>
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      <name>Carrilho Lopes, José</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/40889</id>
    <updated>2026-02-09T11:24:05Z</updated>
    <published>2025-07-03T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: ND-SR ISOTOPE AND TRACE ELEMENT EVIDENCE FOR CONTRASTING MANTLE SOURCES IN THE BIMODAL GABBROIC AND SYENITIC COMPLEXES OF NE ALENTEJO, PORTUGAL (OSSA-MORENA ZONE)
Authors: Pin, Christian; Carrilho Lopes, José
Editors: Errandonea Martin, Jon; García de Madinabeitia, Sonia; Sánchez Lorda, Maria Eugenia; Sarrionandia, Fernando
Abstract: The NE Alentejo features several pre-Variscan plutonic complexes of diverse geochemical affinity: Alter do Chão/Alter Pedroso (AC/AP) (per)alkaline bimodal associations of Early Ordovician age, and Elvas-Campo Maior (ECM) gabbros and gabbro-diorites, of calc-alkaline affinity, and still uncertain emplacement age. The data obtained for 22 mafic and salic samples highlight a great geochemical diversity. Salic rocks, ranging from under-saturated syenite to granite, originated from mantle-derived parental magmas. Minor amounts of crustal contamination are reflected by decreasing Ndi values from +4.0 to +2.5 with increasing degree of silica saturation in AC/AP, but a highly alkaline sample from Arronches with Ndi +5.0, suggests that some salic melts may have been directly produced by very low degree of partial melting of a mantle source. No typical crustal signatures were found among the felsic rocks, suggesting that pervasive lower crustal melting did not occur. Gabbroic cumulates from AC and two gabbroic samples from CM fractionated from basaltic or basanitic magmas. Their very low Th/Nb ratio and radiogenic isotope signatures (Ndi ca. +5; 87Sr/86Sri ca. 0.704) exclude any significant contamination during ascent through the continental crust. Their parent magmas were extracted from a mantle reservoir that was characterized by secular depletion of LREE, and was enriched in Nb and LREE, but not Th, at some time predating the ~500 Ma magmatism. This perhaps occurred in the Late Proterozoic, as might be inferred from TDM Nd model ages in the 0.7-0.8 Ga range. Gabbroic to dioritic rocks from ECM have variable degrees of enrichment in Th and LREE, marked depletion in Nb, and Ndi = -1 to -5, pointing to a strong imprint of materials from the upper continental crust. However, given the basic major element composition of these rocks, and the lack of evidence for abundant crustal melting, it is inferred that their parent magmas owe their signature to a mantle source that underwent a style of enrichment style very different from that observed in the AC gabbros. Indeed, while the AC source was enriched in Nb and LREE without major change of its depleted mantle isotope signature, the ECM mantle source was penetrated, at some earlier epoch, by silicic melts rich in Th and LREE, but relatively poor in Nb, that had a drastic effect on the incompatible trace element budget of the peridotite country-rock. This might have occurred in supra-subduction zone (SSZ) settings of Late Proterozoic age, through hydrous partial melting of the uppermost oceanic crust and clastic sediments from tha ca. 2 Ga West African craton. Such inherited SSZ signatures are well known in other within-plate basaltic provinces generated during continental break-up episodes such as, for example, the Jurassic Karoo-Ferrar igneous province.&#xD;
All plutons may have emplaced during a single, broad igneous event associated with the Cambro-Ordovician rifting episode well documented in the Ossa-Morena Zone, but precise U-Pb dating is needed to establish the igneous sequence on a firm basis, and&#xD;
verify whether the ECM plutons do not reflect a much younger, entirely separate event.</summary>
    <dc:date>2025-07-03T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>Desafios globais em previsão hidrológica e biogeoquímica com relevância para Portugal</title>
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    <author>
      <name>Costa, Diogo</name>
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    <updated>2025-12-14T19:26:18Z</updated>
    <published>2025-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Desafios globais em previsão hidrológica e biogeoquímica com relevância para Portugal
Authors: Costa, Diogo
Abstract: O desafio de antecipar ameaças à segurança hídrica ultrapassa a capacidade individual de grupos de investigação e autoridades, exigindo modelos abrangentes que integrem processos naturais e atividades humanas. A comunidade científica reconhece hoje a necessidade de desenvolver capacidades globais de previsão hidrológica e de qualidade da água, o que requer coordenação internacional, padronização de componentes de modelação e interoperabilidade entre sistemas. Tal permitiria ultrapassar a atual fragmentação teórica e tecnológica, promovendo o desenvolvimento de ferramentas mais robustas e aplicáveis em diferentes contextos regionais.&#xD;
&#xD;
Nos últimos anos, têm surgido iniciativas importantes que reforçam esta coordenação global, como o Cooperative Institute for Research to Operations in Hydrology (CIROH), nos EUA, e esforços colaborativos no Canadá, incluindo o desenvolvimento de um modelo continental de previsão da qualidade da água. Workshops internacionais, como o realizado em 2024 pela Universidade de Calgary com participação da Universidade de Évora, têm consolidado planos de ação conjunta para integrar previsões de quantidade e qualidade da água a múltiplas escalas. Estas iniciativas refletem uma crescente consciência de que só através de colaboração estruturada será possível responder a fenómenos hidrológicos diversos.&#xD;
&#xD;
Contudo, permanece o dilema de que nenhum modelo tem desempenho ideal em todas as regiões, dada a enorme diversidade hidrológica global e a tendência dos grupos de modelação para desenvolver ferramentas orientadas para contextos específicos. Assim, os grandes desafios atuais incluem criar bases teóricas generalizáveis, construir repositórios modulares e interoperáveis de componentes e integrar representações espaciais mais detalhadas dos processos. Para países como Portugal, caracterizados por grande variabilidade climática e hidrológica, torna-se particularmente urgente integrar este esforço global, contribuindo para a construção de capacidades de previsão hídrica e biogeoquímica que possam apoiar decisões estratégicas e proteger as comunidades perante riscos crescentes.</summary>
    <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Projeto ENGAGE: Uma abordagem transdisciplinar para a gestão colaborativa de nutrientes e serviços de ecossistema em bacias hidrográficas europeias, em Livro de Resumos REALP - Pessoas e Natureza: Investigação em Sustentabilidade</title>
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      <name>Costa, Diogo</name>
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      <name>Rodriguez, Divina</name>
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      <name>Pereira, Paulo</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10174/39725</id>
    <updated>2025-12-10T10:37:31Z</updated>
    <published>2025-09-01T23:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Projeto ENGAGE: Uma abordagem transdisciplinar para a gestão colaborativa de nutrientes e serviços de ecossistema em bacias hidrográficas europeias, em Livro de Resumos REALP - Pessoas e Natureza: Investigação em Sustentabilidade
Authors: Costa, Diogo; Potes, Miguel; Liu, Jian; Rodriguez, Divina; Palma, Patrícia; Dace, Elina; Pereira, Paulo; Elbakidze, Marine
Abstract: As alterações climáticas estão a afetar a dinâmica de nutrientes em bacias&#xD;
hidrográficas, intensificando fenómenos como a poluição difusa e a eutrofização,&#xD;
com impactos diretos na qualidade da água, na integridade dos ecossistemas&#xD;
aquáticos e na resiliência das comunidades humanas. A diversidade regional dos&#xD;
fatores climáticos e antropogénicos que contribuem para a poluição por nutrientes&#xD;
na Europa acentua a complexidade da sua gestão, sobretudo em bacias que&#xD;
atravessam fronteiras administrativas e políticas. Neste contexto, torna-se&#xD;
essencial desenvolver abordagens inovadoras, integradas e escaláveis que&#xD;
permitam melhorar a governação da qualidade da água, reduzir a mobilização&#xD;
hídrica de nutrientes e reforçar os serviços de ecossistema — aprovisionamento,&#xD;
regulação, suporte e cultura.&#xD;
O projeto ENGAGE propõe uma abordagem transdisciplinar e centrada nos&#xD;
utilizadores finais, com o objetivo de reduzir a exportação de nutrientes e&#xD;
maximizar os serviços de ecossistema em bacias hidrográficas nacionais e&#xD;
transfronteiriças. Esta abordagem combina estratégias de envolvimento ativo de&#xD;
stakeholders, modelação hidrológica e ambiental avançada, e ferramentas interativas&#xD;
de apoio à decisão, adaptadas às realidades locais e regionais. O projeto procura&#xD;
superar as limitações do modelo tradicional de previsão ambiental — centrado na&#xD;
disponibilização de modelos genéricos, muitas vezes desconectados das&#xD;
necessidades práticas — adotando, em alternativa, uma lógica inversa, orientada para a utilização prática pelos stakeholders, com base nos princípios da flexibilidade,&#xD;
interoperabilidade, transparência e reprodutibilidade. As previsões ambientais são&#xD;
aqui entendidas como declarações quantitativas sobre o futuro dos sistemas&#xD;
terrestres e aquáticos, que informam decisões em contextos marcados por&#xD;
incerteza, variabilidade espácio-temporal e crescentes pressões antrópicas. A&#xD;
capacidade de produzir previsões relevantes e acionáveis é considerada&#xD;
fundamental para apoiar estratégias de adaptação climática e gestão resiliente dos&#xD;
sistemas socioecológicos.&#xD;
Para assegurar a pertinência e utilidade das soluções propostas, o ENGAGE irá&#xD;
criar Stakeholder Boards regionais (SB), compostos por representantes de entidades&#xD;
com competências na gestão da água e dos recursos naturais. Estes conselhos&#xD;
terão como funções principais (a) identificar desafios prioritários relacionados&#xD;
com a poluição por nutrientes, (b) co-desenhar estratégias de mitigação adequadas&#xD;
ao contexto local, (c) apoiar o desenvolvimento e validação de ferramentas de&#xD;
apoio à decisão, e (d) definir indicadores de desempenho ambiental e de serviços&#xD;
de ecossistema. Será ainda criada uma rede europeia de stakeholders (SB-network),&#xD;
para promover o intercâmbio de experiências, identificar soluções com potencial&#xD;
de escalabilidade e apoiar a harmonização de abordagens entre diferentes regiões&#xD;
da União Europeia. A abordagem será aplicada e testada em três bacias&#xD;
hidrográficas-piloto com diferentes contextos climáticos, socioeconómicos e&#xD;
institucionais: (a) Bacia do Rio Guadiana (Portugal/Espanha), (b) Bacia do Rio&#xD;
Gauja-Koiva (Letónia/Estónia), e (c) Bacia do Rio Hobølelva (Noruega).&#xD;
Estes estudos de caso permitirão avaliar a eficácia e transferibilidade das&#xD;
abordagens desenvolvidas. A implementação seguirá uma lógica iterativa, com&#xD;
ciclos de co-design, experimentação e aprendizagem, em que os produtos&#xD;
desenvolvidos — como modelos de simulação, interfaces digitais e métricas de desempenho — serão continuamente ajustados com base em evidência empírica&#xD;
e feedback dos stakeholders. Esta abordagem centrada na utilização visa garantir a&#xD;
relevância e aplicabilidade dos resultados do projeto para além do seu período de&#xD;
execução, promovendo a sua adoção sustentada. A integração de conhecimentos&#xD;
provenientes da hidrologia, ciências do solo, ciências sociais, economia ambiental&#xD;
e governação reforça o carácter transdisciplinar do projeto, assegurando a sua&#xD;
orientação para a ação e para a transformação institucional.&#xD;
O ENGAGE pretende, assim, contribuir de forma significativa para a melhoria&#xD;
da governação ambiental na Europa, promovendo uma gestão colaborativa,&#xD;
adaptativa e cientificamente informada da qualidade da água e dos serviços de&#xD;
ecossistema em bacias hidrográficas.</summary>
    <dc:date>2025-09-01T23:00:00Z</dc:date>
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    <title>Deep-Seabed Mining and the United Nations 2030 Agenda for Sustainable Development</title>
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      <name>Madureira, Pedro</name>
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    <updated>2025-10-29T00:29:26Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Deep-Seabed Mining and the United Nations 2030 Agenda for Sustainable Development
Authors: Madureira, Pedro
Editors: Sharma, Rahul
Abstract: Despite the warnings that have been repeatedly made by the United &#xD;
Nations’ Secretary-General on the world being decades behind in the transition to &#xD;
clean energy and the risks that humanity is facing regarding climate change and loss &#xD;
of biodiversity, the emission of greenhouse gases into the atmosphere continues to &#xD;
rise. At the same time, the green energy transition has increased the demand for &#xD;
metals used in batteries, electricity networks, solar panels and wind turbines. To &#xD;
meet the demand, extensive investments in mining projects have to be made in the &#xD;
short term. Deep-seabed mining can also contribute to foster the transition to a low carbon economy that is one of the pillars of the UN 2030 Agenda for Sustainable &#xD;
Development. After 30 years since coming into force, the United Nations Convention &#xD;
on the Law of the Sea still provides a multilateral approach to develop this industry &#xD;
in the most transparent and sustainable way. Within this legal framework, small island developing States may also play a crucial role based on their access to deep sea minerals in areas beyond and within national jurisdiction, the awareness of their &#xD;
vulnerability to the impacts of climate change and their tradition to engage with &#xD;
Indigenous peoples and local communities.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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